terça-feira, setembro 16, 2003

Imperdível

Venha comemorar 01 ano de bolinhos divertidos!



Sábado agora, 20/09, na casa do Kenji, a partir de 19h.

Se você lê esse blog, está convidado. ;o)

segunda-feira, setembro 15, 2003

Thanx, Rosi!


Não resisto ou thanx, Kenji

Amigos GLBT vejam o que eu ganhei:



Além da biografia do Leminski e o Ave, Palavra do Rosa.



Não estou podendo??

Uma constatação: a coisa mais próxima que tivemos da Cher no Brasil foi a Rosana.

sábado, setembro 13, 2003

Qualquer semelhança....

Isso não é um sonho, nem um pesadelo. É um caso ocorrido ontem num buteco, Kina do Massú, em Vitória da Conquista/BA

Estávamos lá eu, meu pai e a Maione. Eu pedi lambreta e meu pai um caldo de codorna.
Quando minha labreta chegou meu pai perguntou ao garçon:
- E o meu caldo? Você esqueceu de pedir?
- Caldo?
- É, um caldo de codorna, você pediu?
- Ah, pedi sim, estão fazendo...
O garçon saiu e voltou alguns minutos:
- Olhe, não tem como fazer caldo de codorna, não. Acabou.
Meu pai:
- Ah, então você não tinha pedido...
- Pedi sim...mas só me avisaram agora que não tinha....
- Sei. Então me vê um caldo de sururu, por favor.
Alguns minutos depois chega o garçon com o caldo e diz:
- O caldo de codorna do senhor.
- O caldo é de quê, meu filho?
- De codorna.
- Ah, então tinha caldo de codorna....
- É.
Meu pai está tomando o caldo, quando novamente chega o garçon:
- Aqui, senhor, o seu caldo de Sururu.

O garçon acabou entendendo que o meu pai havia pedido apenas um caldo e que portanto não aceitaria o segundo.

Mas demorou.

quarta-feira, setembro 10, 2003

Bye Bye, Brasil

Mais um sonho ligado a trabalho, misturando tudo. Estava no Pará, fazendo pesquisa de opinião para a Pinheiro Promoções (que não existe mais com esse nome).

Bom, o fato é que estou de malas prontas mais uma vez. Vou para Vitória da Conquista-BA trabalhar e de quebra ver pai e irmãos (vantagens de uma família espalhada...)

Saliento que estarei de volta para comemorar um ano de bolinhos divertidos na casa do Kenji!



terça-feira, setembro 09, 2003

Profissão: Perigo

Sonhei com trabalho, para variar. Mas dessa vez, sei lá, foi meio esquisito...



sábado, setembro 06, 2003

Meu querido presidente

Sonhei com o Lula e com o meu pai. Eles se revezavam nos seus papéis tradicionais e eu não me lembro bem se o Lula era meu pai ou se meu pai era presidente da República.



sexta-feira, setembro 05, 2003

A Hora do pesadelo II



Bom, todo mundo sabe que eu tenho pânico de sapos. Normalmente meus piores pesadelos os envolvem.

Estávamos, eu e o Kenji, indo visitar uns amigos da Vetta. Um deles havia comprado um apartamento e chamou outros dois para dividir as despesas. Não me lembro quem eram, mas me lembro que o Arnon estava entre eles (o que não faz sentido, uma vez que o Arnon é casado e tem o Arnonzinho).
O fato é que terreno onde o prédio tinha sido construído era infestado de sapos. Quando chegamos nos jardim, era possível ver dezenas de sapos enormes e nojentos no chão, na grade e dando pulos enormes. Eu corri para dentro do apartamento e fiquei por lá, me sentido mais segura.

Lá pelas tantas, eu precisei ir buscar alguma coisa num carro atrás do prédio. O pessoal até tentou me acalmar dizendo que os sapos ficavam na parte da frente, mas eu saí um tanto quanto preocupada. Quando eu cheguei, era um pátio enorme e o carro estava lá na frente, bem distante. Eu podia ver vários sapos pulando, mas na mesma direção que eu caminhava, portanto, se afastavam. Cheguei no carro e quando estava voltando surgiu um bando de sapos, todos pulando na minha direção. Parecia que os sapos só pulavam para frente, mas como eu estava voltando, eles vinham exatamente para cima de mim.

Eu não sabia se eu ficava parada ou se seu corria para o apartamento. Eu chorava de nervoso e os sapos se encostavam em mim (isso é a pior coisa que poderia acontecer na minha vida: um sapo me encostar) e um deles, durante o salto, tocou o meu rosto. ECA! Eu não consigo mais nem contar!




quinta-feira, setembro 04, 2003

Sociedade dos Poetas Mortos

Essa noite eu sonhei que Charles Chaplin, Adolph Hitler e Albert Einstein estudaram na mesma sala na faculdade. Eu me lembro de comentar com o Kenji: “não é engraçado que três figuras históricas tenham coincidentemente estudado juntos?”

Nesse mesmo sonho eu estava me preparando para ir a uma festa. Na verdade, não me lembro muito bem, mas em uma das cenas eu estava escolhendo entre duas camisetas, uma azul e outra branca, qual colocar para sair. Durante o sonho, eu cheguei a encontrar o Almindo e a Raquel, minha colega do IEC. Tenho a impressão que eu não cheguei à tal festa, sonhei apenas com os preparativos.


segunda-feira, setembro 01, 2003

Monstros S.A.

Sonhei que estava assistindo Monstros S.A. (na verdade, nunca assisti esse filme) e o enredo era o seguinte: o bicho papão tinha perdido o bichinho de pelúcia dele e por isso não estava conseguindo dormir.

Não é uma gracinha?



sexta-feira, agosto 29, 2003

Voltei!

Eixão
Ricardo Senna Guimarães

Essas nossas tesourinhas
são de cortar o coração
ela ia pro eixinho de cima
e eu queria voltar pela contramão
nosso destino se decidia
embaixo do eixão



sexta-feira, agosto 22, 2003

A Hora do Pesadelo

Essa noite eu sonhei que tinha perdido o avião para Brasília.


quinta-feira, agosto 21, 2003

Andréa Dória

Sonhei que uma amiga tinha terminado um namoro de muito tempo. Aí eu fui para a casa dela dar uma força. Quando eu cheguei, ela
estava realmente muito triste e para ocupar o tempo ficava escrevendo as letras das músicas do Renato Russo num caderno enorme.
Eu com meus botões pensava: ser amiga também é padecer no paraíso...

Meninos e Meninas
Letra: Renato Russo
Música: Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá

Quero me encontrar mas não sei onde estou.
Vem comigo procurar um lugar mais calmo.
Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita.
Tenho quase certeza que eu não sou daqui.

Acho que gosto de S. Paulo. E gosto de S. João.
Gosto de S. Francisco. E S. Sebastião.
E eu gosto de meninos e meninas.

Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim prá sempre.
Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente.
Estou cansado de bater e ninguém abrir.
Você me deixou sentindo tanto frio.
Não sei mais o que dizer.

Te fiz comida. Velei teu sono. Fui teu amigo.
Te levei comigo e me diz: Prá mim o que é que ficou?

Me deixa ver como viver é bom.
Não é a vida como está e sim as coisas como são.
Você não quis tentar me ajudar.
Então a culpa é de quem? A culpa é de quem?

Eu canto em português errado.
Acho que o imperfeito não participa do passado.
Troco as pessoas.
Troco os pronomes.

Preciso de oxigênio.
Preciso ter amigos.
Preciso ter dinheiro.
Preciso de carinho.

Acho que te amava.
Agora acho que te odeio.
São tudo pequenas coisas.
E tudo deve passar.

Acho que gosto de S. Paulo. Gosto de S. João.
Gosto de S. Francisco. E S. Sebastião.
E eu gosto de meninos e meninas.


quarta-feira, agosto 20, 2003

Recordar...é viver

No Colo da Serra
Toquinho e Vinícius de Moraes

Uma casinha qualquer no colo da serra
Um palmo de terra pra se plantar
O colo de uma mulher, uma companheira
Uma brasileira pra se amar
Se eu tiver que lutar
Vou é lutar por ela
Se eu tiver que morrer
Vou é morrer por ela
E se eu tiver que ser feliz
Você vai ter que ser feliz também
Homens vieram na noite em gritos de guerra
Feriram a terra, o céu e o mar
Homens ficaram no chão mirando as estrelas
Mas sem poder vê-las no céu brilhar
E o que mais prometer aos herdeiros da vida?
E que versos fazer à mulher concebida?
E quando alguém morrer assim
Vai ser a morte para mim também
E que versos fazer à mulher concebida?
Se eu tiver que morrer
Vou morrer pela vida


segunda-feira, agosto 18, 2003

Baile Perfumado

Essa noite eu sonhei que estava fazendo uma festa. Era uma espécie de domingo feliz, só que maior. O Almindo estava, o pessoal da revista e a minha mãezinha também. Lembro que eu ficava preocupada em distribuir as comidas: tinha pão de queijo e pão de batata com patê.

É, eu sei, isso não é um sonho, é um dejà vu. :)


sexta-feira, agosto 15, 2003

Vagas para Moças de Fino Trato

Estávamos em um hotel. De repente eu, a Mônica e a Rosi entramos sem querer num elevador. Imediatamente ele fechou a porta e subiu. A Primeira coisa que eu reparei foi que não havia um painel de controle dentro do elevador e comecei a ficar com medo.

O elevador parou e nós descemos num barraco, tipo de uma favela, com muito mato em volta e cercado com arame farpado. Do outro lado da cerca um menino de uns 10 anos nos fotografava (eu via o flash no meio do matagal) e ria sadicamente.

Eu tinha certeza que nós estávamos correndo risco naquele lugar. Então puxei as meninas e nós saímos correndo. Conseguimos escapar e começamos a descer um morro por uma estradinha de terra batida. Encontramos vários policiais militares no caminho e começamos a conversar com eles. Contamos a história toda e pedimos para que eles investigassem porque nossos medos eram: o dono da casa, que não chegou a nos pegar, nos perseguisse ou que ele usasse o “truque do elevador” (eu usei esse termo) com outras mulheres.

Evidentemente, os policiais não deram a menor pelota para o que falamos e vieram com o velho papo: “se não aconteceu nada, nós não temos o que investigar”.


quinta-feira, agosto 14, 2003

Brincando nos campos do senhor

Essa noite eu sonhei que estava defedendo uma índia na justiça. Umas mulheres da Bahia queriam tirar o filhinho dela para ficar com as suas terras e comida.
Meu desafio era provar para a juíza que essas mulheres eram ambiciosas e não pensavam na criança. Também estava preocupada em explicar para a índia qual era o problema, já que ela não entendia português, muito menos o que era uma disputa judicial.
Eu comecei a ficar mais tranquila quando a índia colocou várias flores laranjas na mesa para ela, para mim e para juíza. Junto com as flores também estava uma folha de papel em branco.



quarta-feira, agosto 13, 2003

De volta para o futuro

O Michael J. Fox estava no aniversário do Kenji. Eu e o Almindo estávamos conversando com ele e pretendíamos convidá-lo para trabalhar na revista Estratégia como contato publicitário.
A namorada dele era a Fabiana uma amiga minha de Santos que eu não vejo há muito tempo, acho que mais de dez anos.


terça-feira, agosto 12, 2003

Até o fim do Mundo

Sonhei que o mundo estava acabando, os poucos mortais que restassem seriam ligados à Matrix e a única esperança de salvação da humanidade eram os super amigos.

O sonho foi longo. Algumas cenas que eu me lembro:

Eu e o Kenji andávamos na rua e eu disse: olha, as casas ainda têm luz elétrica, bom sinal. Vamos correr para chegar logo ao apartamento. Nós sabíamos que os sobreviventes seriam ligados à Matrix e eu ficava pensando se preferia virar rebelde ou aceitar ser conectada. Então, passamos por uma janela aberta e estavam informando na televisão que o mundo iria acabar em uma hora. Aí eles voltaram com a programação normal da TV e colocaram um relógio no canto da tela com a contagem regressiva.

Depois aparece o Batman conversando com o Robin muito apreensivo e pessimista dizendo que dessa vez, muito provavelmente, nem eles conseguiriam resolver o problema.

Uma senhora sai de dentro da cozinha de um restaurante muito chique, vai até a mesa onde está um pessoal muito rico e diz:
“Acabou de dizer na televisão que o mundo vai acabar em uma hora. Eu não vou passar a minha última hora lá dentro cozinhando para vocês”.
O pessoal da mesa fica indignado e chama o Maitre. Eles não acreditam no que a mulher está falando, então ela volta a repetir:
“É sério, passou na televisão, o mundo vai acabar e eu não vou voltar a cozinhar agora!”



segunda-feira, agosto 11, 2003

Festança



45 horas de puro prazer. :-)

Vejam as fotos do Girino

Evidentemente eu não sonhei, porque evidentemente eu não dormi. :-)

quinta-feira, julho 31, 2003

Atualizações

Bem, nem sei se alguém ainda insiste em vir aqui. Mas...

O fato é que a Revista Estratégia (assim que o site estiver atualizado, coloco o link) foi lançada. Independente da minha insegurança e mania de achar defeito em tudo foi um sucesso e o povo está com todo o gás para a 2a edição.

Ganhei a quinta e a sexta de folga (uhu!) depois de trabalhar arduamente. Merecido.

Continuo monotemática nos sonhos. Só revista, entrevista, Minascentro, trabalho, trabalho, trabalho.

Aniversário do Kenji se aproxima. Isso é bom.

segunda-feira, julho 21, 2003

21 de julho, madrugada de domingo para segunda-feira

Sociologia das Organizações (criminais)

Estava na aula de sociologia das organizações com a prof. Maria Rita (tive essa disciplina, com essa professora, semestre passado). Mas, como não podia deixar de ser, ela estava dando uma aula de investigação criminal.

Tinha um exercício que era o seguinte: você lia o caso e dizia qual a providência deveria ser tomada pela polícia naquela situação. O meu caso era mais ou menos assim: Uma briga de marido e mulher, o cara atira na esposa. Quando a polícia chega, ele está transtornado, dizendo que não queria ter feito aquilo, que foi um acidente, etc. Ao lado do sujeito tem uma bacia. Fim do exemplo.

Aí a professora pergunta qual a minha avaliação. Eu digo que na minha opinião foi homicídio mesmo, mas que o cara não queria fazer aquilo de verdade, que não tinha premeditado nada e tal.

- Não! Respondeu minha professora. Você não percebeu a bacia perto do corpo da mulher?
Eu fiquei com cara de dúvida e ela continuou:
- A bacia foi colocada ali para aparar o sangue da mulher. Se ele colocou a bacia lá é porque já sabia que iria atirar. Entendeu? Foi premeditado e ele calculou a morte da mulher.

sábado, julho 19, 2003

19 de julho, madrugada de sexta para sábado

FÉRIAS

Eu e o Kenji estávamos em uma simpática cidade do interior. Não sei direito se era Tiradentes ou Mariana. Estávamos em um quarto grande com uma cama de madeira e um grande guarda-roupa daqueles bem antigos. Não parecia em nada com um quarto de hotel, mas era. O dia (no sonho) estava lindo, muito ensolarado.
O Kenji tinha comprado nessa cidade um instrumento musical, não sei direito qual era, se era um saxofone ou um trompete (certamente não era uma gaita) feito todo em vidro. Uma coisa linda.

Depois eu sonhei que estava visitando a Impacto. Conversei com a Cibele e ela me disse que iria começar a trabalhar no Tosco Burger. Ela estava achando a idéia legal, mas também pleiteava uma vaga na Polícia Militar (?).

sexta-feira, julho 18, 2003

Para a Mari Lisa Simpson:

God Bless the Child
Billie Holiday

Them that's got shall get
Them that's not shall lose
So the Bible said and it still is news
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own

Yes, the strong gets more
While the weak ones fade
Empty pockets don't ever make the grade
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own

Money, you've got lots of friends
Crowding round the door
When you're gone, spending ends
They don't come no more
Rich relations give
Crust of bread and such
You can help yourself
But don't take too much
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own

Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
He just worry 'bout nothin'
Cause he's got his own



Essa noite eu sonhei com o Hospital. :-(

quarta-feira, julho 16, 2003

16 de julho, madrugada de terça para quarta-feira


Bandidos e Mocinhos

Eu estava envolvida em uma investigação policial. Eu era uma espiã, fingia que estava do lado mau, porém, estava do lado dos mocinhos.

Na verdade, muitas pessoas que estavam no grupo mau eram meus conhecidos do grupo bom.

Num determinado momento, o chefe dos bandidos falou: eles estão descobrindo as coisas, deve haver um delator nesse grupo.

E eu pensava: ué, quem será o delator? Ah, somos nós mesmos! Será que existe um outro grupo de espiões aqui e não sabemos?

Aí a minha amiga, (era a atriz Mariana Ximenes, aquela que fez O Invasor), me chama e enquanto nós subimos as escadas ela diz:

- Agora já podemos conversar...
Eu: - Não, vamos sair daqui primeiro, porque as coisas estão começando a esquentar de verdade....

Depois eu estou com o pessoal do meu curso. Eles eram as pessoas do bem (acho que eu registrei todas aquelas dinâmicas feitas em sala de aula e deu nisso). Mas para passar de um lado para o outro (era uma casa enorme) a gente tinha que usar um espaço muito estreito entre dois muros. Cada hora o espaço estava mais apertado, até o momento que eu falei:
Ih, galera, agora eu não passo mais não.

Alguém sugeriu que eu pulasse o muro (pular muros está ficando recorrente em meus sonhos) e eu fui tentar. Foi muito fácil porque o muro era todo de pedra e tinha uns buraquinhos para enfiar os pés. Foi como subir uma escada.
Quando já estava em cima do muro, toda satisfeita, um rapaz me falou:
Pois é, essa é a diferença entre eles (os caras maus) e nós (os mocinhos). Eles sabem que pular o muro é fácil, melhor do que usar uma passagem tão estreita.

Metafórico, não?
Ontem à noite eu e o Kenji fomos assistir “Tiros em Columbine”


terça-feira, julho 15, 2003

Numa postada só!

O fato é que eu voltei a sonhar!
Então vamos lá, alguns sonhos, bem bizarros, que ainda não foram publicados aqui. Sonhados nas noites das últimas duas semanas.

Os caranguejos humanos
(logo quando eu voltei de Ituiutaba)

Eu e o Kenji estávamos dormindo em uma casa diferente e uma das paredes do quarto era de vidro. Era possível, através dessa parede, ver o quintal da casa, onde havia o tronco de uma árvore seca. O tronco era oco mas estava cheio de terra.

No meio da noite eu comecei a perceber que o tronco estava se mexendo. Ele se retorcia todo e parecia que ia explodir. O Kenji dormia profundamente e eu pensava: “ainda bem que eu estou aqui dentro”.

De repente, a terra que havia no tronco saiu para fora, como uma explosão e saíram uns caranguejos enormes (para caranguejos, mais ou menos do tamanho de um capivara) de dentro do tronco.

Quando o Kenji acordou eu contei para ele, que me falou que aqueles caranguejos eram grandes porque eram um híbrido entre caranguejos e humanos. Disse também que eles eram violentos e, mesmo pequenos, roubavam as pessoas.

Eu falei: Eca! Que nojo! Gente e caranguejo ao mesmo tempo! que horror!

Depois eu li uma entrevista do líder dos caranguejos humanos. Eles se chamavam de “gente pequena” e reivindicavam seus direitos como cidadãos. E também diziam que roubavam porque a sociedade não os aceitava.

Eu pensei com meus botões: Eu é que não quero entrevistar esse moço, porque ele é muito violento. Mesmo trabalhando em uma revista sobre segurança pública, eu é que não vou lá.

Reality Show com Girino e Yuri

Estava assistindo na TV um programa apresentado pela Mara. A Mara no entanto, era uma mistura exata entre a Mara e a Angélica: com o cabelo preto, a pele muito branca e os olhos verdes. Essa Mara misturada estava apresentando um reality show e os dois últimos participantes eram o Girino e o Yuri.

Eles estavam sentados no hall de um hotel (não sei porquê) fazendo nada, como normalmente as pessoas ficam fazendo nada nos reality shows.

De repente entra o Clodovil vê os dois e faz um monte de comentários do tipo: “esse reality show é muito bom mas eu acho que o fulano vai ganhar porque isso porque aquilo e tal”. Quando ele pára de falar, o Girino tenta fazer um coment?rio, mas o Clodovil simplesmente ignora e sai andando.

O Girino, por sua vez, corre atrás do Clodovil, agarra o braço dele (que fica surpreso) e começa a falar sem parar que ele não quis ouvi-lo, porque ele não gosta dele, porque ele era tão mal, que ele só queria fazer um comentário, etc...etc...fazendo hora com a cara do Clodovil, claro.

O Yuri estava morrendo de rir na TV e eu, que estava assistindo tudo aquilo em casa, também.

Mais uma vez, o Max

Eu estava em mais uma das tradicionais noites na casa do Max. O Kenji estava viajando. O Max vira para mim e comenta: fuma um desses meus cigarros, só que esse é divertido.

Eu penso: é, o Kenji vai ralhar comigo quando ele voltar, mas vou fumar.

De repente, o Max aparece fumando um cachimbo enorme, de barro. Eu pergunto, interessada: o que você está fumando aí?
O Max responde: é pó de pombo. Quer?
Eu: Huuummmm? Não, obrigada....

Aí o Max coloca um potinho em cima da mesa, com uns pedacinhos de polvo dentro.
Eu pergunto: O que é isso, Max?
Max: É de outro tipo. Mas esse é para deixar a gente ligadão e aumentar a visão noturna.
Eu: Huuuummmm, sei....

A? eu pensei: nossa que povo animado, vou ficar no meu cigarrinho mesmo....

Piscina

Eu e minha mãe estávamos morando numa casa com uma piscina no fundo do terreno. Eu sabia que podia nadar na parte da manhã e estava torcendo para fazer sol.

A minha mãe tinha feito um doce também, que era meio pudim, meio gelatina. Estava muito gostoso, só que para comer uma colher do doce eu tinha que pular o muro.

Durante o sonho, eu pulei o tal muro diversas vezes para comer doce.

O sol saiu e eu fui nadar. Encontrei um monte de gente da família: tios e primos. Aí eu fiquei pensando que a piscina, na verdade, era da família Pizarro.

sexta-feira, junho 06, 2003


O portão - Roberto & Erasmo

Eu cheguei em frente ao portão
Meu cachorro me sorriu latindo
Minhas malas coloquei no chão
Eu voltei

Tudo estava igual como era antes
Quase nada se modificou
Acho que só eu mesmo mudei
E voltei

Eu voltei agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei

Fui abrindo a porta devagar
Mas deixei a luz entrar primeiro
Todo o meu passado iluminei
E entrei

Meu retrato ainda na parede
Meio amarelado pelo tempo
Como a perguntar por onde andei
E eu falei:

Onde andei não deu para ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei

Sem saber depois de tanto tempo
Se havia alguém à minha espera
Passos indecisos caminhei
E parei

Quando vi que dois braços abertos
Me abraçaram como antigamente
Tanto quis dizer e não falei
E chorei

Eu voltei agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei

Eu voltei agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei


quinta-feira, maio 29, 2003

29 de maio, madrugada de quarta para quinta-feira

Caminhos

Sonhei que eu estava batendo uma "papo cabeça" com o Marcelo Belico. Os assuntos eram basicamente relacionamentos, empregos, comida. Mais ou menos o que a gente conversa sempre.
O Marcelo estava na dúvida se fazia um almoço ou lanche da tarde para os amigos na casa dele. Eu respondi: pois é, você fica aí na dúvida, mas ir lá na minha casa, comer da comida da minha mãe, você não vai, né?

O interessante desse sonho é o cenário. Todo esse papo aconteceu numa estrada que estava em obras. Em construção mesmo. O asfalto era muito novo, os blocos que compõem o meio fio ainda estavam fora do lugar e havia muita terra vermelha na calçada, onde nós andávamos. De vez em quando o Marcelo, inclusive, durante a coversa, ajudava na estrada. Lembro de um determinado momento que ele tentava colocar um desses blocos de meio fio no lugar. Eu ainda falei: Marcelo, deixa de ser bonzinho, deixa esse trem aí mesmo.

quarta-feira, maio 28, 2003

Hoje

Eu não sonhei.
E agora estou aprendendo a usar um brinquedo novo, um tal de friendster

Claro que foi o Kenji que aplicou. :-)

terça-feira, maio 27, 2003

27 de maio, madrugada de segunda para terça feira

Star Wars

Sonhei que havia uma guerra, tipo do Iraque, mas ela era espacial. Então, numa noite, os astronautas norte-americanos que estavam envolvidos resolveram fazer um protesto pela paz / fim da guerra. Eles manipularam as estrelas (?) e desenharam um enorme mapa mundi com essas estrelas no céu.
Eu fiquei toda empolgada com a manifestação porque, no sonho, eu participava de algum grupo anti-bélico.

No outro dia eu saí perguntando para as pessoas se elas tinham visto o mapa mundi no céu. Várias me responderam que não. Aí eu pensei: "as pessoas precisam olhar mais para cima, para o céu. Fica todo mundo andando de cabeça baixa, preocupado, e acaba perdendo um espetáculo como aquele".


segunda-feira, maio 26, 2003

Fim de semana

Essa noite, de domingo para segunda, tive um sonho enorme, com muita gente conhecida, mas logo que acordei o esqueci. Uma pena. Acho até que ele era inspirado no domingo feliz que rolou ontem e estava especialmente bom. Muita gente, gente que já estava um tempo sem aparecer, bom para matar saudade.

Na madrugada de sexta para sábado tive um sonho engraçado. Eu estava trabalhando na Impacto, mas eu tinha que ficar ligando para vários lugares repassando informações. Eu ligava para Porto Alegre/RS mas lá estava nevando (?) muito e, às vezes, a linha telefônica até parava de funcionar.

De repente apareceu o Mário. A gente começou a conversar e ele falou assim:

- Minha viagem para a Europa foi muito boa. Eu passei os últimos três meses andando e conhecendo os países. Por isso eu emagreci, porque eu andei muito. A dica, inclusive, foi do Kenji. Eu fiquei meio na dúvida no começo, achei que não iria conseguir andar tanto, mas ele estava certo, deu certo e foi muito legal.

quinta-feira, maio 22, 2003

22 de maio, madrugada de quarta para quinta-feira

Revisão

Meu sonho dessa noite foi uma espécie de panorama do dia de ontem. Basicamente trabalho e curso. Mas lembro que estava lá a Carine, minha colega bacana.

quarta-feira, maio 21, 2003

21 de maio, madrugada de terça para quarta-feira

Recordar é viver

Sonhei que a Rosiane, a Clarice e a Ludmila tinham dormido na minha casa (como na época de faculdade). Elas conheciam o Otávio, um colega meu de primeiro grau. Nós estudamos juntos na 6a. série. Ele trabalhava em um buteco perto da UFMG e as meninas o conheciam de lá.

Depois eu e minha mãe estávamos andando na rua Barão do Monte Alto, no Barreiro, onde nós moramos. No sentido contrário estava vindo um rapaz que me falou:
- Eu acho que conheço você.
Eu expliquei que já havia morado naquela região e ele falou:
- Isso mesmo! eu lembro de você do Isaura Santos (colégio onde eu estudei da 5a à 8a série). Eu participava do grêmio e nós montamos, juntos, uma rádio lá.

Na verdade, eu ajudei a montar uma rádio no Estadual Central, onde completei o 2o. Grau. Ou seja, minha vida estudantil está toda misturada na minha cabeça. Mas o fato é que todas as recordações são legais. Isso é bom.


terça-feira, maio 20, 2003

20 de maio, madrugada de segunda para terça-feira

Óbvio

Essa noite eu sonhei que alguém me ligava para oferecer uma oportunidade de emprego. Ai ai.

segunda-feira, maio 19, 2003

Fim de Semana

Vou trocar o nome desse blog de ludreams para nodreams

Mas o fim de semana foi bom sim, obrigada. :)

sexta-feira, maio 16, 2003

16 de maio, madrugada de quinta para sexta-feira

Essa noite eu sonhei, mas não vou contar.


quarta-feira, maio 14, 2003

Mais uma noite sem sonhos

Também, dormi pouco.

Ontem à noite eu assisti uma capítulo da série "Os Assumidos", no Cinemax. Só de exisitir um programa tão relax em relação ao tema eu já acho bom. É comercialzão, soup opera norte-americana, um Mel Rose temático, mas vale pelo esforço de apresentar "o mundo de nós" [né Marcelo Belico? ;-)] sem maiores preconceitos. Legal.

Hoje eu vou assistir uma palestra com o Dênis de Moraes, que entre milhões de outros livros escreveu os ótimos: "O Velho Graça" e "O rebelde do traço" bios de Graciliano Ramos e Henfil respectivamente. Amanhã eu conto mais.

terça-feira, maio 13, 2003

13 de maio, madrugada de segunda para terça-feira

Aos poucos, eles voltam.

Sonhei que eu estava com os pés imundos, mas não me incomodava porque sabia que iria tomar banho logo.

Também sonhei que o Tony Ramos era corretor e estava querendo me vender uma cota numa espécie de clube. Ele funcionava assim: era uma fazenda e os sócios se comportavam como donos. Você podia construir uma casa ou usar as que já exisitiam, decorar, plantar, etc. Como uma sociedade mesmo. Quando você deixava de ser sócio a administração do Clube desfazia o que você tinha feito e colocava outra pessoa no lugar. O sócio teria toda essa liberdade apenas na fazenda mais próxima de sua casa, mas havia também várias outras fazendas em todo o Brasil, que ele poderia visitar. No sonho não fica claro se eu comprei ou não a tal cota.

segunda-feira, maio 12, 2003


Fim de Semana

Meus sonhos estão voltando aos poucos. Tenho algumas imagens na cabeça, mas é impossível traduzí-las. Dou tempo ao tempo, logo eles voltam melhor formatados.

Esse fim de semana assistimos dois clássicos:

Teorema, do Pasolini - O fato é que não fazem mais filmes como em 1968. O Terence Stamp novinho era lindo. Saiu em DVD, imperdível.



Solaris, do Tarkovsky - A gente tentou, mas assistir sem pescar, foi impossível. Não deixa de ser uma aventura, uma verdadeira piração em um mar de batatinhas. Para aqueles que querem desafiar a insônia, um prato cheio.

Eu, que não estou podendo, acabei comprando dois cds: Caetano Veloso 1968 (por isso que esse ano não acaba nunca) e Cinema Transcendental. Contêm 99% do que eu gosto do homem: tropicália, lua de São Jorge, Tempo, Clarice, Soy loco por ti, América, Elegia, Vampiro, etc, etc, etc...



Além disso, cortei cabelo: curtinho, curtinho.

quarta-feira, maio 07, 2003

Eu não sonhei de novo

Seis ou Treze Coisas que Aprendi Sozinho (trechos)
Manoel de Barros

Gravata de urubu não tem cor.
Fincando na sombra um prego ermo, ele nasce.
Luar em cima de casa exorta cachorro.
Em perna de mosca salobra as águas se cristalizam.
Besouros não ocupam asas para andar sobre fezes.
Poeta é um ente que lambe as palavras e depois se alucina.
No osso da fala dos loucos têm lírios.

Que a palavra parede não seja símbolo
de obstáculos à liberdade
nem de desejos reprimidos
nem de proibições na infância,
etc. (essas coisas que acham os
reveladores de arcanos mentais)
Não.
Parede que me seduz é de tijolo, adobe
preposto ao abdomen de uma casa.
Eu tenho um gosto rasteiro de
ir por reentrâncias
baixar em rachaduras de paredes
por frinchas, por gretas - com lascívia de hera.
Sobre o tijolo ser um lábio cego.
Tal um verme que iluminasse.

Seu França não presta pra nada -
Só pra tocar violão.
De beber água no chapéu as formigas já sabem quem ele é.
Não presta pra nada.
Mesmo que dizer:
- Povo que gosta de resto de sopa é mosca.
Disse que precisa de não ser ninguém toda vida.
De ser o nada desenvolvido.
E disse que o artista tem origem nesse ato suicida.

Jornal de Poesia

terça-feira, maio 06, 2003

06 de maio, madrugada de segunda para terça-feira



Fritei a noite inteira na cama. Periodozinho complicado.

sexta-feira, maio 02, 2003

01 de maio, madrugada de quarta para quinta-feira

Simba

Sonhei que eu dizia para alguém (não sei se para minha mãe, para o Kenji, ou para o próprio Simba, meu cachoro) que os cachorros adoram usar chapeuzinhos, daqueles bem ridículos, sabe? tipo chapéu de pescador. E disse ainda: "E não tem problema de não ouvir as coisas direito, porque o chapéu tem uma abertura para passar a orelha..."

Depois me aparece o próprio Simba, todo feliz (no sonho ele estava realmente feliz) com um chapeuzinho desse, vermelho com florzinhas amarelas.

02 de maio, madrugada de quinta para sexta-feira

Ki

Estava na porta da academia de Ki-Aikidô. Havia uma porta de aço (dessas de loja mesmo) aberta só até a metade e uma senhora fazendo faxina. Perguntei pela aula e fui informada que não teria. Ou seja, no sonho, eu tinha acordado às 6h30 da manhã de sábado à toa.


quarta-feira, abril 30, 2003

Ausência

Meus sonhos continuam de mal de mim.

Fofo

Acho que eu vou colecionar....



thanks Marcela!

segunda-feira, abril 28, 2003


Fim de Semana

Esse fim de semana eu esqueci de sonhar.

Comida

Receita, mais que especial, enviada pelo mestre Zé Raimundo. Prova que a gente tem que ser o que é, até na cozinha.

COUVE DE BRUXELAS CUSTOMIZADA
Ou, para os íntimos,
Couve de Bruxelas do Zé do Blues

Compro no Mercado Central,um saquinho daqueles de couve de Bruxelas
Fervo água filtrada com um colher de sopa de vinagre
+3 dentes de alho ralado
+fatias finas de 1 cebola
+1 cubo de caldo de legumes, para impregnar de um gosto sutil a couve, em processo de fervura.

De antemão, já terei cortado, em 4 partes, rigorosa e metodicamente, tal qual Jack, o Estripador,
todas as couves de Bruxelas, que serão lançadas à agua fervente temperada, para que possam ser flexibilizadas através de um choque térmico, que tem por objetivo, apenas e - tão somente, o de criar um nova textura para tão nobre legume. Bastam 5 minutos na fervura...

Em seguida, pego uma frigideira , despejo sobre ela 3 colheres de sopa de azeite de oliva,
deixo esquentar ao máximo, porém, sem queimar o azeite e, na sequência, lanço as couves de Bruxelas, ja devidamente, recortadas, para que possam adquirir uma espécie de fritura, que deverá ser controlada, pelo mexe-mexe da colher, revirando as couves, para que elas possam ser homogeneizadas em seu processo de fritura.

Nesse movimento de ir e vir, lentamente, vou mexendo, em modulações suficientes, para chegar ao clímax, de chegar ao ponto de dourar, não queimar, as couves. Basta tostar.

Assim, constatado que ELAS chegaram ao clímax, só me resta afastá-las, delicadamente, para o lado esquerdo da frigideira, porque está chegando a hora dos ovos entrarem, ou seja,serem despejados sobre a mesma frigideira, para serem mexidos/remexidos, até adquirirem a aparência de ovos mexicanos com porotos.

Para não acontecer um mistura prematura torna-se necessário que os 3 ovos sejam bem fritos/remexidos, sendo que, em seguida, farei o encontro das couves com os ovos,amalgamados que serão, num processo de penetraçoes múltiplas, dando aquela sensação de uma pasta consistente, com uma cor meio bizarra, porém, com um gosto delicioso, que deverá ser acompanhada de torradas.

Para quem gosta de provolone,basta ralá-lo e colocá-lo sobre a pasta bizarra e levá-lo a forno para
derreter e encobrir a COUVE DE BRUXELAS CUSTOMIZADA.

sexta-feira, abril 25, 2003

25 de abril, madrugada de quinta para sexta-feira

Arquiteto

Sonhei que o Kenji estava todo contente porque tinha passado no vestibular e estava no primeiro período de arquitetura. :)


quinta-feira, abril 24, 2003

24 de abril, madrugada de quarta para quinta-feira

Ilhéus

Sonhei com a minha viagem, mas uma espécie de versão onírica. Eu estava no mercado de Ilhéus e queria comprar um lembrancinha para minha mãe. Mas só tinha coisa feia: uns biblelôs feitos de conchas, caranguejos empalhados e umas borboletas feitas de latinha de alumínio. Mais Kitsh impossível. Eu até pensei: "nossa, mas será que não tem nada bonitinho nessa cidade?"

Eu saí do mercado (no meu sonho o mercado era incomparavelmente melhor que o centro de abastecimento que eu visitei, mas acho que existia uma relação meio inconsciente entre os dois) e andei nas ruas. Várias crianças derretiam plástico azul para fazer outras peças como caixas de ferramenta e até forminhas de gelo (?) Enquanto eu andava na rua, apareceu a Maria Raquel, minha colega de curso, que ontem me deu uma carona no fim da aula.



Ilhéus

quarta-feira, abril 23, 2003

terça-feira, abril 22, 2003

Pesadelo

Pois então, como todos já devem saber, eu fui roubada. Levaram minha bolsa com coisas valiosas (carteira, celular, ticket restaurante...), coisas úteis (documentos, agendas, chaves....), coisas que só tem valor para mim (anel, marcadores de livro, cartões postais, tablaturas que eu ainda nem sei tocar, chaverinho guinzy....)

Esse fato deu uma paralizada nos meus sonhos. Sei lá, acho que traumatizei. :P O único sonho que me lembro:

Tailândia

Estávamos eu e meu pai tentando fazer compras. Eu sabia que tinha sido roubada e procurava uma alternativa para conseguir dinheiro. De repente, um cara veio nos oferecer um cartão, da tailândia, que eu podia fazer e sacar dinheiro na hora. Eu e meu pai nos entreolhamos pensando: "Será?"

De qualquer forma, agradeço o Kenji, meu pai, minha mãe e meus amigos que de alguma forma aliviaram essa chatice de ser roubada. :o) Obrigada! (Inclusive, o Almindo que mandou uma foto linda, pena que eu não sei colocá-la aqui)

quinta-feira, abril 17, 2003

17 de abril, madrugada de quarta para quinta-feira

Ituiutaba

Essa noite eu sonhei com uma palavra: Ituiutaba. Ela aparecia enorme na minha frente e eu me perguntando: o número de I's e de U's está certo?
De repente apareceu a palavra Ituiuiu. Eu pensei: não, não é ituiuiu, é ituiutaba. Eu me lembro de quando trabalhava na UEMG, e uma das unidades ficava em Ituiutaba, portanto, a palavra correta é essa.



segundo o Google isso é Ituiutaba em 1958.

quarta-feira, abril 16, 2003

16 de abril, madrugada de terça para quarta-feira

Mais lembranças

Sonhei, outra vez, com amigos de infância. Dessa vez foi a tia Aparecida. Ela, e a família, já estiveram aqui nesse blog. Mãe da Adriana, a minha amiga mais antiga de Belo Horizonte, ela não é minha tia de verdade. Eu que tinha mania de chamar todo mundo assim quando era pequena.

No sonho eu estava visitando a casa dela, mas as filhas não estavam. Além da tia Aparecida, apenas o seus dois filhos mais novos: o Júlio e o Léo. O caçula, Léo, é mais ou menos 3, 4 anos mais novo que eu. No sonho, eu olhava para ele, via a barba e pensava: "Que engraçado, eu o conheci tão novo, agora até barba ele já tem".

terça-feira, abril 15, 2003

15 de abril, madrugada de segunda para terça-feira

Roda de Violão

Sonhei que estávamos em uma roda de violão. O Kenji estava tocando gaita. No violão estava um colega meu de 5a série chamado Último. Deve ter uns 15 anos, no mínimo, que eu não vejo o Último. Também estava um outro colega dessa mesma época. No sonho, ele se chamava Jean, mas sinceramente, não tenho certeza se esse é o nome dele mesmo.

Ontem, quando comprava minha passagem, tinha um atendente que chamava Último. Sempre que eu vejo esse nome eu penso: Será que é o meu colega? Deve ser por isso que eu sonhei.



segunda-feira, abril 14, 2003

Lembrei!!

Essa noite eu sonhei que estava conhecendo a professora da nova disciplina que terei no IEC. Era uma mulher mais velha e me pareceu muito segura de si. (mas não cheguei a reconhecer a cara dela, não).

Quem me apresentou foi a Roberta (minha professora na primeira disciplina) que disse:

- Fique esperta, porque ela é exigente. E riu.
12 de abril, madrugada de sexta para sábado

Júlio Médico

Sonhei com o prof. Júlio Pinto novamente. Ele era meu médico no sonho e atendia também o Kenji e alguns de nossos amigos. Entre esses amigos estava o Arnon (colega de Vetta do Kenji) que estava com algum problema de saúde mais sério, com muita dor de cabeça e perdendo os sentidos durante o trabalho. (Mas não se preocupem, diz a tradição que sonhar que uma pessoa morreu ou está doente é sinal de saúde para ela). No sonho, o Arnon também era médico e estava muito preocupado com a sua situação. O Júlio virou para mim e disse:
- Tenho que pedir uns exames complicados para o Arnon. Mas só vou enviar o e-mail hoje no fim do dia para que ele não fique muito preocupado, porque o stress pode piorar a situação.

13 de abril, madrugada de sábado para domingo

Separações

Estava no serviço e o Vila (responsável pela informática na Impacto) estava contando que tinha separado da esposa. Então, o Ramiro, que trabalha na Impacto também, disse que estava pensando em se separar da mesma forma.

Bom, pelo que eu sei, ambos os casamentos estão bem. Espero que nesse tipo de sonho funcione a lógica contrária: se sonhou com separação, é porque as coisas vão bem.

14 de abril, madrugada de domingo para segunda-feira

Falando demais

Eu sei que sonhei, mas esqueci o que foi. Segundo o Kenji eu também falei enquanto dormia. A frase foi a seguinte:

- A outra gatinha fica em Franca e a outra fica no Santo Antônio.

sexta-feira, abril 11, 2003

11 de abril, madrugada de quinta para sexta-feira

Sonhei!!

Estava numa festa que misturava reveillon e carnaval. Quer dizer, era reveillon, mas durava três dias. No sonho, eu conhecia as pessoas, mas os rostos são completamente desconhecidos. A festa acontecia em um restaurante que tinha uma parte aberta atrás.
Tinha um grupo de teatro que as pessoas se revezavam na perna de pau. O visual era muito bonito, muito colorido, mas eu achava o povo meio chatinho....

Não sei, mas por algum motivo eu acho que esse sonho está ligado ao sonho do Caetano Veloso. Tenho que pensar melhor sobre isso.

Depois desse sonho, um pouco antes de acordar, eu estava sonhando com alguma coisa relacionada ao governo Lula. Exatamente o quê, eu não me lembro.

quinta-feira, abril 10, 2003

10 de abril, madrugada de quarta para quinta-feira

A falta de sonhos

Concluí que muito provavelmente não vou mais sonhar durante os dias úteis, porque durmo pouco e sonho menos ainda.
Considerando essa nova realidade da minha vida, dormir de 24h às 6h30m de segunda a quinta, esse blog também muda.
Agora, além do meu diário de sonhos, ele também contará com alguns comentários, às vezes, distante do tema central.
Claro, que a função primeira permanece prioritária: o que eu sonhar, publicarei.
Mas na falta de sonhos, vai embromação mesmo!



Todos Juntos

Uma gata, o que é que tem?
- As unhas
E a galinha, o que é que tem?
- O bico
Dito assim, parece até ridículo
Um bicinho se assanhar
E o jumento, o que é que tem?
- As patas
E o cachorro, o que é que tem?
- Os dentes
Ponha tudo junto e de repente
Vamos ver no que é que dá

Junte um bico com dez unhas
Quatro patas, trinta dentes
E o valente dos valentes
Ainda vai te respeitar

Todos juntos somos fortes
Somos flecha e somos arco
Todos nós no mesmo barco
Não há nada pra temer
- ao meu lado há um amigo
Que é preciso proteger

Todos juntos somos fortes
Não há nada pra temer

Uma gata, o que é que é?
- Esperta
E o jumento, o que é que é?
- Paciente
Não é grande coisa realmente
Prum bichinho se assanhar
E o cachorro, o que é que é?
- Leal
E a galinha, o que é que é?
- Teimosa
Não parece mesmo grande coisa
Vamos ver no que é que dá

Esperteza, Paciência
Lealdade, Teimosia
E mais dia menos dia
A lei da selva vai mudar
Todos juntos somos fortes
Somos flecha e somos arco
Todos nós no mesmo barco
Não há nada pra temer
- Ao meu lado há um amigo
Que é preciso proteger
Todos juntos somos fortes
Não há nada pra temer

E no entanto dizem que são tantos
Saltimbancos como nós


Confira essa e outras lembranças no infancia80 um site bem legalzinho.



Quem estava perguntando por esse desenho outro dia? Encontrei lá também.

quarta-feira, abril 09, 2003

09 de abril, madrugada de terça para quarta-feira

Sem sonhos. Sem inspiração.

terça-feira, abril 08, 2003

Amigos, divulguem:

Abaixo-assinado on-line pelo não fechamento do
“Museu das Artes Gráficas do Brasil”


isso não é um sonho, é um pesadelo. :P
08 de abril, madrugada de segunda para terça-feira

Textos

Sonhei que estava lendo uma revista, o formato era muito parecido com a antiga revista Manchete. Mas era uma revista sobre cinema. Estava lendo um texto sobre um filme sobre um homem, que tinha um filho e era um enredo triste. Não sei que filme é esse. Mas na resenha que eu lia descrevia uma cena em que o personagem assistia uma longa cena de outro filme (um clássico hollywoodiano) e que o diretor soube usar as imagens desse outro filme para falar sobre os sentimentos do protagonista. Detalhe: o tal clássico era um filme de guerra.

Virei a página da revista e estava começando a ler uma crítica de
Cronicamente Inviável (um filme, aliás, que foi comentado na aula ontem e que estou querendo saber mais sobre ele) mas nesse instante eu acordei.

(Novos Parênteses)

Os blogs estão em crise? Primeiro a Rosi, depois Cíntia, Nix, Monterey"s Coast e agora o Claumann. Onde vocês estão, meus amigos?

Outro assunto: eu gosto de coca-cola, não de guerra. Aos *simbólicos* de plantão: não, quem toma coca-cola não está a favor da guerra. A Coca-cola e o MacDonald's não financiam a guerra. E, por favor, patrulhamento ideológico é coisa do passado. Um passado que eu prefiro esquecer.

segunda-feira, abril 07, 2003

05 de março, sábado

Fashion

Enquanto o Kenji fotografava, eu sonhava com uma roupa de liquidificador (aquelas coisas muito antigas que a sua mãe punha nos eletro-domésticos para não pegar gordura...) e uma de botijão de gás. Era um conjunto: ambas as peças eram azul marinho e tinham uma rosa bem vermelha bordada.

06 de março, madrugada de sábado para domingo

Maquiagem

Sonhei que eu estava frequentando um clube novo. Ele ficava no fim da Av. Amazonas. No sonho eu cheguei a pegar o ônibus para ir até lá. Era um clube comum, com piscina, playground, etc. Mas eu gostava porque tinha uma área verde muito bonita, tipo um jardim super vitaminado com animais e pássaros soltos.

Nesse clube iria acontecer um show do Caetano Veloso. Então eu fui parar numa casa (dentro do clube) que estava o próprio Caetano e o pessoal da produção. Nós estávamos combinando como seria o espetáculo. Eles falaram que cada um estaria com uma maquiagem diferente e pintaram meu rosto: do nariz para baixo de roxo, abaixo dos meus olhos de laranja e meu cabelo de azul. Esse seria meu visual e eu achei o máximo.

Fui para casa (de cara limpa) e liguei a televisão. Apareceu o Richard Nixon (é, o ex-presidente dos Estados Unidos) falando dos perigos que as pessoas corriam pintando a cara, principalmente se fosse com tinta látex.

Aí eu pensei: Mas que sujeito ignorante, né? Não sabe que a gente não pinta a cara com tinta de Parede? Que existe tinta especial para maquiagem?

07 de março, madrugada de domingo para segunda-feira

Serviço

Sonhei, mais uma vez, com meu serviço. Não lembro exatamente o quê.

sexta-feira, abril 04, 2003

04 de março, madrugada de quinta para sexta-feira

Sonhei!

Primeiro foi com vários gatos. Eu ficava procurando a Zen no meio daquela gataiada e de repente achava. Acho que esse sonho se explica pelo fato de uma gatinha ter dormido no meu cabelo. :^)

Depois eu sonhei que estava comprando um sapato e encontrei a Dodora da Pinheiro Promoções. Ela me contou que eles estavam fazendo um evento para crianças (na verdade a feira do bebê está para acontecer mesmo). Ela tinha um livro infantil na mão e nós conversamos sobre o tempo que eu trabalhava lá. Uma moça, que estava com ela, perguntou:
- Você não trabalha mais na Pinheiro?
Eu respondi:
- Não, agora eu estou numa agência de publicidade.

quinta-feira, abril 03, 2003

03 de março, quinta-feira

Esse blog está em crise. Não tenho tempo suficiente de sono para sonhar. Definitivamente, preciso dormir mais!




quarta-feira, abril 02, 2003

02 de abril, quarta-feira

Duas noites sem sonhos. Muito pouco tempo para dormir, para sonhar. Mas apesar disso tudo...

Tô Legal
Grupo Raça

C Am Dm
Não faz mal, se o sonho chegou ao fim
G7 C Am
Sem essa de baixo astral, no meu coração
Dm G7
Eu juro que não

C Am Dm
Não faz mal, valeu enquanto durou
G7 C Am Gm C7
E agora que terminou, preciso cuidar de mim

F G7 Em
Não faz mal, não foi a primeira vez
Ebo Dm
Que um grande amor se desfez
G7 Gm C7
Sem ter uma explicação

F G7 Em
Não faz mal, não tenho que lamentar
Am Dm G7 C A7
O tempo há de apagar, as marcas dessa paixão

Dm G7 C
Tô legal, apesar disso tudo, eu tô legal
Am Dm
Vou pensar no futuro, eu tô legal
G7 C A7
É o meu coração que diz

Dm G7 C
Tô legal, apesar disso tudo, eu tô legal
Am Dm
Vou pensar no futuro, eu tô legal
G7 C
Quero mais é te ver feliz

segunda-feira, março 31, 2003

29 de março, sábado

Hilário :o)

Sonhei que estava andando na Juiz de Costa Val (pertinho da minha casa), indo para o ponto de ônibus. Aí a Clarice passou de carro e me ofereceu uma carona. Eu entrei no carro e ela falou:
- Eu só tenho que comprar um Pinho Sol aqui na Padaria Morini. Você me espera um minuto?
- Claro, eu falei. Ainda pensei "beleza, estava mesmo com preguiça de pegar ônibus, andar e tal..."
Assim que a Clarice saiu do carro, tudo mudou.
Eu estava sentada no banco de trás e no banco da frente do passageiro, tinha uma senhora, bem idosa, magrinha, que era a avó da Clarice.
Essa senhora colocou uns óculos enormes no rosto, e baixou o freio de mão. O carro deu um solavanco que me deixou meio assustada. Depois ela passou para o banco do motorista e disse:
- Tenho que estacionar esse carro direito.
Eu fiquei perplexa com a atitude da avó da Clarice e perguntei meio sem graça:
- Mas... a senhora.... é..... sabe dirigir?
A velhinha nem me respondeu saiu de ré por uns cinco quarteirões.
Eu pensei: "Pronto, vou morrer na mão dessa senhora enlouquecida..."
Ela ainda entrou, de ré, em uma rua perpendicular à Juiz da Costa Val, estacionou em frente a umas ruínas e concluiu:
- Pronto, aqui está bom.
A gente devia estar uns sete quarteirões distantes da Padaria. Eu pensei: "eu que não estava querendo andar, vou ter que descer e ir até a Clarice avisar onde a avó dela parou. Bela Carona".

Nos outros dias só sonhei com trabalho. Não vale a pena nem contar. :P

sexta-feira, março 28, 2003

28 de março, madrugada de quinta para sexta-feira

Outro lugar

Sonhei, mais uma vez, que estava trabalhando em outro lugar. Eu deveria produzir várias peças: faixas, bonés e cartazes. O rapaz que trabalha na Jet Banner (ele se chama Eduardo) estava me ajudando. Eu me perguntava "onde podemos produzir as faixas?" e me lembrava do Wagner, que realmente as produzia na época da Super Marketing. Curioso: no meu sonho eu tinha que fazer um fotolito para a faixa (rs rs).

(Parênteses)

Não posso evitar o cometário: a gatinha Zen é linda! Agora eu tenho um casal: um cão velho e safado e uma gatinha nova e igualmente zen vergonha!
Thanx Kenji! :D

quinta-feira, março 27, 2003

27 de março, madrugada de quarta para quinta-feira

Bad Dream

Estava acordando em um quarto escuro e tinha três gatos na minha cama. Eles eram meio filhotes, mas estavam muito magros. Eu tinha dificuldade de mantê-los no quarto, principalmente um pretinho, por causa da escuridão. Sentia que alguma coisa estava muito estranha. Saí do quarto, encontrei minha mãe na sala e perguntei:
- O que aconteceu?
- Uai minha filha, você ficou em coma por seis meses. Você está acordando seis meses depois de ir dormir.
Ela me falou isso com uma certa tranquilidade. Eu ainda cheguei a pensar:
- É como se eu estivesse morta por seis meses.

Todos os meus sonhos que começam comigo acordando, que dizer, eu *sonho que acordo*, e isso é relativamente recorrente, me deixam meio incomodada.

quarta-feira, março 26, 2003

26 de março, madrugada de terça para quarta-feira

Benjamin

Essa noite eu sonhei, mas no momento que acordei, esqueci (eu realmente não gosto quando isso acontece).

Em compensação, me lembrei que durante o fim de semana sonhei que estava trocando e-mails com o Walter Benjamin

sim, o autor de A obra de arte na época da reprodutibilidade técnica.

Unindo esse sonho com o do Júlio Pinto, percebemos a influência onírica de nossos teóricos....


Walter Benjamin
Obrigada!

Olha o blog novo aí gente!

Queria agradecer muito, mas muito mesmo, à Rosi, responsável pelo layout novo (não ficou lindo, gente?) e ao Kenji, que colocou o layout no ar e ainda melhorou o blog com um monte de coisinhas legais, como contador e novo sistema de comentário.

Valeu demais. ;-)

terça-feira, março 25, 2003

25 de março, madrugada de segunda para terça-feira

Coruja

Sonhei que estava saindo de casa para assistir uma aula de filosofia do Júlio Pinto. Estava atrasada e não conseguia sair de casa. Sempre que estava para sair me lembrava de alguma coisa, como calçar sapato ou escovar os dentes. Num determinado momento, lembrei que eu tinha que pegar um negócio fundamental para assistir à aula. Não sabia direito o que era, mas sabia que estava em cima da cama da minha mãe. Quando cheguei lá era uma coruja (por acaso símbolo da filosofia). Estava com pressa, mas pensei: nossa, esse bicho não vai me deixar pegá-lo fácil. Nessa hora, a coruja ficou petrificada e eu tive medo de tê-la matado. Mesmo assim, peguei-a pelas garras e saí de casa correndo.


segunda-feira, março 24, 2003

22 de março, madrugada de sexta para sábado

Filhotes

Tive um sonho estranho. Me lembro apenas que o Almindo estava com vários filhotinhos de cachorro recém nascidos, mas na verdade, eles eram meus. Aí os filhotinhos começaram a morrer. Lembro do Almindo me falando, com pesar, que os bichinhos estavam morrendo. O pior que eu não conseguia sair do serviço para encontrar o Almindo e ver qual era o problema dos bichinhos.

23 de março, madrugada de sábado para domingo

Roça

Sonhei com trabalho, para variar. Eu tinha que viajar para três lugares diferentes: as cidades de São Paulo, Itambé (existe?) e Itaguara. Por algum motivo desconhecido eu não queria simplesmente dizer "eu não tenho como ir para três lugares diferentes ao mesmo tempo". Então eu tentava convencer o pessoal da MRV que não eram necessárias as viagens para Itaguara e Itambé. Eu achava, no sonho, quer ir para São Paulo era mais importante.

O interessante é que a Impacto ficava numa espécie de roça. Numa casa de sítio com um quintalzão, como uma chácara mesmo.

23 de março, domingo

Meta-sonho

Ontem a tarde, eu dormi no sofá da sala. O Kenji estava na Vetta trabalhando.
Durante esse sono fora de hora, sonhei que o Kenji tinha chegado e me acordado. Eu falei:
- Que bom que você já chegou! Quer dizer, espero que você já tenha chegado e isso não seja um sonho.
Aí ele deu um pulo meio "incomum" e eu falei:
- Ah não! Isso é sonho sim, agora eu vou ter que continuar dormindo para esperar você chegar!

sexta-feira, março 21, 2003

21 de março, madrugada de quinta para sexta-feira

Max

Sonhei novamente que estava na mesa de um buteco, mas dessa vez era com o Max. Acho que fiquei com vontade, porque ontem não aguentei aparecer.

Bom, alguém topa um buteco hoje? :o)

quinta-feira, março 20, 2003

20 de março, madrugada de quarta para quinta-feira

Almindo

Sonhei que estávamos eu e o Almindo numa mesa de buteco. Eu estava fazendo planos para abrir o meu buteco e propondo ao Almindo que me ajudasse. Aí, do nosso lado, tinha um bêbado gordão que caiu da cadeira de tão tonto. O Almindo vira para mim e fala:
- É, mas você vai ter que aguentar isso aí...
Eu olhei, pensei e respondi:
- Ainda acho que vale. Estou preparada para isso.


quarta-feira, março 19, 2003

19 de março, madrugada de terça para quarta-feira

Vaga lembrança

Consigo me recordar apenas de um sonho rápido com o intervalo na pós. Nenhuma cara conhecida. Apenas muita, muita gente.

O post de ontem continua válido. :)

terça-feira, março 18, 2003

segunda-feira, março 17, 2003

15 de março, madrugada de sexta para sábado

101

Sonhei com o jingle da Gráfica 101 usado na espera telefônica.

Olha o tom, olha o tom, olha o tom...

Não me lembro de ter sonhado nos outros dias.

sexta-feira, março 14, 2003

14 de março, madrugada de quinta para sexta-feira

Agência

Sonhei que eu estava fazendo uma entrevista em uma agência de Publicidade. Era um lugar legal, todo branco e janelas enormes. Além do diretor da agência estavam na mesa a Gisele Bündchen grávida (de novo!! acho que eu estou ficando realmente obcecada...), que era esposa do diretor de criação e uma pessoa do meu lado que eu não lembro quem era.

A agência atendia no Brasil e tinha um cliente com lojas nos Estados Unidos e eu pensava: tenho que melhorar meu inglês...


quinta-feira, março 13, 2003

13 de março, madrugada de quarta para quinta-feira

Pedras

Não me recordo exatamente desse sonho. Mas sei que eu estava trabalhando em um lugar com muita criança, muito bebê (isso está ficando recorrente. Espero que seja apenas os diversos casos de mulheres grávidas e parindo dos últimos meses), Minha prima Daniela (mãe de um bebê de mais ou menos três meses) trabalhava comigo nesse lugar e eu estava muito feliz de ter saído da Impacto.
Lembro também (achei essa parte do sonho muito interessante) que estávamos na entrada desse local, um jardim muito verde, várias pessoas, várias crianças, minha prima e minha chefe nova. Bateu um vento e as pedras que faziam o caminho de entrada no meio do jardim saíram todas do lugar (como se pedra fosse muito leve). Minha prima logo levantou para arrumar, mas a tal chefe a impediu e disse:
- Não, deixa desarrumado mesmo, eu gosto assim. Aquelas pedras todas tão arrumadas, enfileiradas tão direitinho, estavam me agoniando.

quarta-feira, março 12, 2003

12 de março, madrugada de terça para quarta-feira

Ilusão

As vezes os sonhos nos pregam peças. Quando eu fico pronta de manhã e faltam uns 15, 10 minutinhos para sair de casa, eu deito para tirar uma sonequinha. O sono é sempre aquele mais ou menos: meio dormindo, meio acordada.
E eu sempre acordo mais ou menos de cinco em cinco minutos para conferir as horas no relógio. Hoje, durante a soneca, eu sonhei duas vezes que eu estava olhando o meu relógio. Resultado: quase atrasei para sair. O mais engraçado que eu sonhei a primeira vez: 7h10, beleza.
Sonhei a segunda vez: 7h10, beleza....Ops!
Acordei e olhei o relógio: 7h30.
Nos sonhos os relógios são mais amigáveis.


terça-feira, março 11, 2003

11 de março, madrugada de segunda para terça-feira

Turbulência

Não me lembro exatamente dos meus sonhos dessa noite, mas sei que foram confusos. Até o Kenji reparou. Numa determinada hora, alguém queria que eu comentasse os filmes do Orson Welles e eu não queria, achava, por algum motivo, que as pessoas que me pediam para fazer os comentários detestavam os filmes dele e provavelmente teríamos polêmica.
Depois me lembro que eu estava na cama comendo mingau de chocolate e pensando: o que eu estou fazendo comendo uma hora dessas? será que eu vou engordar? será que eu já estou gorda?
Incrível como até hoje meu subconsciente ainda tem esses "deslizes"...e eu ainda me sinto culpada por comer.

segunda-feira, março 10, 2003

10 de março, madrugada de domingo para segunda-feira

Sonhei que o Almindo trabalhava na Impacto. E ele estava reclamando, justamente, dos layouts horríveis que estavam saindo da agência.


09 de março, madrugada de sábado para domingo

Filhotes

Sonhei que estava em uma casa, com pessoas que eu não conheço. Nessa casa havia uma menininha, com dois anos, e um cachorro.

Eu estava dentro de um carro com a criança e a mãe. A menina era muito bonitinha mas eu pensava: Essa menina não é tão esperta como aquela que eu encontrei no restaurante natural (no sábado, almoçando com a Rosi, conheci realmente uma menina de um ano e seis meses, toda atiradinha que acabou vindo parar no meu colo).

Depois, já na casa novamente, o cachorro que era um pastor alemão, mas todo preto, estava preso em um quarto. A dona da casa que parecia ser a avó da menina, estava dizendo que teria de se livrar do cachorro porque ele estava muito agressivo e poderia machucar a bebê. Ela me mostrou uma luminária com marcas de dente de cachorro. Aí a empregada disse: "filhote, normal, não faz isso" (foi aí que eu descobri que o tal cachorro era filhote). E a dona ainda completou: "acho que eu vou pedir para o meu marido soltá-lo na rua por uns 15 dias e depois que ele voltar, a gente sacrifica".

Aí eu protestei: Peraí, se vai matar o cachorro mata de uma vez, esperar 15 dias para quê? Mas realmente não acho necessário. Primeiro: filhote faz isso sim, eu tenho um pinsher que fazia isso quando era filhote. Quem decidiu ter um cachorro grande foram vocês (de alguma forma, eu sabia que aquela família já tinha criado um rotweiller). Agora basta acostumar o cachorro com a criança. (Busquei o cachorro no quarto e brinquei com ele na frente delas). Se você criá-lo preso, aí ele fica bravo. Mas se ele tiver contato direto com as pessoas, e com a criança, não tem risco nenhum.



Olha o Simba aí, gente!

sexta-feira, março 07, 2003

07 de março, madrugada de quinta para sexta-feira

K-Bab

Estávamos eu, Adriana (Drix) e Kenji na casa dele, combinando de ir ao K-Bab (um bar restaurante de comida árabe no alto da Afonso Pena). No sonho, a Adriana era descendente de libaneses (?) e estava animada para conhece-lo, porque eu e o Kenji falamos muito bem do lugar.

Lá para as tantas ela perguntou se tinha o suco X (tinha um nome esquisito mas não me lembro qual). O tal suco era feito de milho (?) e Adriana contou que uma vez ela havia tomado em uma viagem que a família tinha feito para o Oriente Médio (?). E ainda comentou:
- Já fui em um monte de lugar aqui no Brasil que dizia ter o mesmo suco, mas era tudo porcaria. Quero ver se nesse K-Bab o suco é bom mesmo!

Vamos ao K-Bab fumar Narguile? :D



K-bab Restaurante Árabe
Av. Afonso Pena 2.483, Tel. 3224.2100
Promoção: Esfiha de carne - R$ 0,39.
Nerguille por mesa - R$ 10,00
De Segunda a Domingo.

quinta-feira, março 06, 2003

06 de março, madrugada de quarta para quinta-feira

Não sonhei essa noite



Hypnos: na mitologia grega, Deus do Sono e dos Sonhos.
Fonte: Greek Mithology

quarta-feira, março 05, 2003

Sonhos de um carnaval



Esquentando...

Na noite de sexta para sábado, antes de sairmos de BH eu sonhei que o Ulisses Cazallas estava na casa do Kenji. Ele bebeu muito e saiu da casa tonto. No outro dia eu liguei para casa dele, preocupada, para saber se ele tinha chegado bem. Conversei com a mulher dele, que no meu sonho, era minha professora de Ki-Aikidô, a sensei Eny.
Eu comentei com o Kenji: - Nossa, a sensei vai ficar brava comigo porque eu deixei o Ulisses sair daqui ontem naquele estado. Ele respondeu, tentando me despreocupar: - Ah, não esquenta não, sempre que o Ulisses vem aqui em casa ele acaba bebendo mesmo”.

Na primeira noite de roça eu não sonhei.

De segunda para terça-feira, eu tive dois sonhos.

O lado roça

No primeiro eu estava no Barreiro, visitando a casa da Adriana, uma amiga de infância. Eu estava levando comigo o Pedrinho, o porteiro do prédio onde eu morava. No sonho, o Pedrinho estava passando dificuldade e como eu sabia que na casa da Adriana o pessoal era espírita, eles poderiam ajudar. Então, eu cheguei e expliquei para a tia Aparecida (mãe da Adriana. Ela não é minha tia, mas quando eu era menina a chamava assim) o problema e ela me respondeu:
- Tem problema não, fala com o moço que ele pode ir no quintal e pegar abóbora, couve e fruta para ele. Depois nós [estavam não só a Adriana e mãe, mas os irmãos também. Nessa família, além da Adriana tem a Alexandra e a Alexandrina (gêmeas), o Alexandre, o Júlio e o Léo] ficamos conversando na mesa da cozinha.

O lado carnaval

Sonhei na mesma noite que estava numa festa com música dos anos 70. Nessa festa encontramos um amigo meu do Estadual Central. Esse rapaz, que eu não vejo há pelo menos 12 anos, estudava comigo e foi fazer um curso da marinha no Sul do país. Uns seis meses depois ele voltou ao Estadual Central todo mudado, sério, mais forte, e nessa época eu pensei: “putz, em seis meses transformaram meu amigo em milico” Bom, volto a repetir, isso aconteceu há uns 12 anos.
No sonho ele estava na festa, vestido com uma blusa dourada e roxa, uma peruca black power e uma faixa também roxa na cabeça, combinando com a blusa esvoaçante. Aí o Kenji, que o conheceu na festa, pergunta: - Mas seu amigo é gay, é drag queen ou é traveco mesmo? Eu respondo: Bom, gay ele sempre foi, mas com essas roupas é a primeira vez que eu vejo. Deve ser só para o carnaval.
Nessa mesma festa, eu e o Kenji pedimos sashimi para jantar. Aí uma outra drag queen que também estava com a gente comentou: - O sashimi daqui é ótimo mas o melhor é o sashimi suíno.
Quando eu olhei a porção, realmente, havia salmão, dourado e umas fatias de carne de porco. Eu pensei com os meus botões: - Eca, carne de porco, crua ainda por cima? Não como isso nem que me paguem.

De segunda para terça-feira também não sonhei.

Quando voltamos, de terça para quarta-feira tive vários sonhos.

O stress chegando....

No primeiro deles eu voltei no tempo que a Super Móveis estava fechando, mas no sonho, o Edward tinha morrido. O pior é que eu tinha que avisar o Almindo do acontecido. Liguei para ele e dei a notícia. Ele ficou mudo do outro lado do telefone. Depois foi me encontrar e fomos passando pelas lojas da Super Móveis e vendo o pessoal desmontar tudo. O Almindo estava muito chateado no sonho, mas chegou a me dizer: - Não se preocupe, eu vou abrir uma empresa de eventos e vou chamar você para trabalhar comigo. No sonho eu pensei: - Se o Almindo me chamar, eu largo tudo e vou trabalhar com ele nessa empresa”.

O stress se instalando....

O segundo sonho foi com meu pai. Ele estava estudando um projeto para trabalhar na prefeitura de Sabará. Eu estava achando ótimo porque ele viria morar mais perto daqui. Ele me mostrou o projeto que me pareceu bem legal, tinha todo um envolvimento social e eu perguntei se não rolava de trabalhar no projeto também. Ele falou que podia ver se era possível. Então eu falei que estava muito descontente no meu serviço e tal, aí meu pai me detonou: falou que eu estava fugindo da raia, que eu tinha era que me acostumar com o emprego, etc...etc...etc...
Esse sonho foi ruim.

O stress misturando tudo....

Depois sonhei que a Rosi estava aqui em casa e nós estávamos dormindo no sofá da sala. Eu estava virada para TV e ela virada para a varanda. Quando eu acordei tinha uma teia de aranha enorme que começava no lustre e terminava em mim e na Rosiane. A teia era em formato de cone e estava cheia de todo tipo de inseto preso, como mosquito, aranha, borboletas, bruxas, libélula...Eu chamei o Kenji que estava trabalhando no escritório e ele veio nos soltar da tal teia nojentona
Esse sonho também não foi nada bom.