segunda-feira, junho 18, 2007

Heaven e porque eu adoro fim de semana

Sexta: Primeira experiência próxima de um domingo feliz no apê novo. Ana, Arthur, Murilo, Cíntia e Paulinho provaram a minha pizza de funghi secchi. Foi muito bacana. Todos conversaram sobre tudo e eu tive mais notícias do Max, nosso pequeno notável.
Sem contar que as gatas ficaram muito felizes, do jeito delas, com as visitas.

Sábado: diversão pura. O Luciano Batista, gaitista muito gente boa de Juiz de Fora, nos convidou para assistir no Chevrolet Hall o show do Emerson Nogueira, que ele acompanha na gaita e na flauta transversal. Como a gente já tinha combinado de ir ao Capim Limão ver o João Timponi na cromática, acabamos assistindo a passagem de som do Emerson. Foi muito bacana, porque é o making off do show. A gente tem noção do que é um esquema profissa em termos de música, ouve as histórias, é muito interessante. E à noite fomos ouvir um jazzinho super bem levado pela banda Dejà Vu. O Capim Limão também é um lugar interessante e dependendo do público pode proporcionar vários tipos de espetáculos. Nesse sábado, fomos brindados por um casal apaixonado que deu um verdadeiro show de pegação explícita. Só faltou a produção de luzes e os efeitos sonoros. Juro que não é moralismo. Não tenho nada contra o sexo livre e até mesmo público, porque não? Mas as caras, bocas e jogadas de cabelo que a mulher fazia e a falta de cerimônia com que o cara enfiava a mão no decote dela, além de outras cositas, quase me mataram de rir. Na boa, é o tipo de exibicionismo que me faz crer que nós, o público, nos divertimos mais que o próprio casal envolvido.

Domingo: para fechar o fim de semana musical, fomos à Praça da Liberdade assistir o show do Marcus Suzano, com um tecladista que eu esqueci o nome: Alex alguma coisa. Som totalmente eletrônico, pandeiro com pedais, bem interessante. O Marcus Suzano toca pandeiro como eu nunca vi ninguém tocar na vida. Dá vontade de chorar. Eu finalmente entendi o que meus amigos gaitistas sentem quando assistem o Eberienos ou o Róbson tocar. Realmente tem-se a vontade de jogar o instrumento fora e esquecer aquilo. "A responsabilidade de tocar o seu pandeiro é a responsabilidade de você manter-se inteiro", Chico Science. Adorei isso.

Sobre o filme Heaven, é interessante. Eu assisti muito por acaso, no Telecine Cult, num hotel de São Paulo durante uma viagem a trabalho. Simplesmente a-do-rei, mas não sabia quem era o diretor nem nada. Acabei de saber que o roteiro é do Krzysztof Kieslowski. Ah bom! Tudo explicado! A direção é do Tom Tykwer de Corra, Lola, Corra, o que também é bom sinal. Agora quero assistir O Perfume – história de um assassino também dirigido pelo Tykwer.


Recomendo muito

Um comentário:

Kenji disse...

o momento alto da pegação foi a hora inacreditável em que o cara juntou os peitos da mulher com as mãos (não eram pequenos) e enfiou a cara bem no meio.

foi fantástico! ;-) igual menino pequeno enfiando a cara no bolo de brigadeiro :-D