Esse ano me fiz uma promessa: Não me prometo nada. O que vier está ótimo, o que vier é lucro. Cansei de me impor metas, me cobrar resultados e sofrer por antecedência. Em 2006 gostaria, apenas, de curtir o que vier de bom e sofrer o que é sofrível, já que problemas sempre existirão. Mas também só eles. Nada de prever o pior, nem almejar o melhor. A gente sempre fica no meio a meio mesmo... Pronto. Eu quero é o meu barquinho. A minha terceira margem.