O consumo de álcool pode fazer você pensar que está sussurrando, quando,na verdade está gritando.
O consumo de álcool pode fager foxe valar coisas dexe zeito.
O consumo de álcool pode fazer você acreditar que ex-namoradas(os) estão realmente "a fim" de receber um telefonema seu às 4 horas da madrugada.
O consumo de álcool pode fazer você se virar ao acordar e ver algo realmente escabroso deitado ao seu lado (cujo nome e/ou espécie você nem consegue se lembrar).
O consumo de álcool é a principal causa de inexplicáveis hematomas e galos na testa.
O consumo de álcool pode criar a ilusão de que você é mais esperto, sedutor e forte do que um cara muito, muito grande, cujo apelido é Montanha.
O consumo de álcool pode levá-lo a achar que as pessoas estão rindo COM você, e não DE você.
O consumo de álcool pode causar um desvio espaço/tempo, onde um pequeno (ou às vezes muito grande) intervalo de tempo pode,literalmente, desaparecer.
O consumo de álcool pode realmente CAUSAR gravidez.
Essa noite eu sonhei com a Zen! Eu a protegia de um grupo de malfeitores de gatos. Ela ainda era filhote e pulava tentando escapar dos vilões. Eu corria atrás deles (eram vários, mas não me lembro de rostos) muito brava, porque queriam fazer mal à minha gatinha.
Acho que eu sonhei com trabalho. Eu tinha uma viagem para fazer e no meio dessa confusão encontrei a Daniela Medeiros, minha colega na Super Marketing, com um chapéu preto na cabeça, estiloso, bem família real britânica.
Só sei isso.
Antes da Chuva
De repente, chegou a primavera. De uma vez. Esquentou o clima, invadiu os blogs e desprezou os casacos, meias e toquinhas. Pelo menos por enquanto, antes da chuva. Bem vinda.
Mais um ano, mais bolinhos, mais diversão garantida ou sua cuba-light de volta. Mais uma vez os amigos fizeram toda a diferença. E como não podia deixar de ser, a festa.
A cidade havia sido invadida por dinossauros, eu e a Vaninha, minha colega de IEC estávamos trabalhando juntas na redação de um jornal e tínhamos que cobrir o fato. Interessante que essa situação não era assustadora aos nossos olhos, era “inusitada” no máximo. Eu cheguei a pensar, durante o sonho: “ai que saco, detesto cobrir essas coisas que atrapalham o trânsito, tipo passeata, manifestação na porta da prefeitura, dinossauro...”
Depois eu estava visitando meu pai. Estávamos na casa dele em Vitória de Conquista e eu mostrava algumas fotos da minha casa. No sonho, eu havia mudado há pouco tempo e meu pai não conhecia o lugar. Nas fotos, várias pessoas (que eu não sei quem são) que eu chamava de “família”. Eu sabia que não eram meus familiares, mas havia algum vínculo que não ficou muito claro durante o sonho. Essa “família” era composta de moças, rapazes e crianças, muitas crianças, desde um bebê até uma molecada de oito a dez anos.
De domingo para segunda-feira eu sonhei que a Vanessa tinha ganhado neném. Eu estava no hospital visitando mãe e filha. A neném, embrulhada numa manta amarela, era branquinha, tinha muito cabelo, preto e liso.
A Rosi também estava lá, toda preocupada porque ninguém sabia quem era o pai da criança. No sonho, a Vanessa tinha passado mal, corrido para o hospital e lá os médicos descobriram a gravidez e fizeram o parto. Como se isso fosse possível...
Vale ressaltar que na vida real todo mudo sabe quem é o pai da criança. É o marido da Vanessa e, se eu não me engano, o nome dele é André. :-)
Meu tio
Já essa noite eu sonhei com meu tio Chico. Ele estava na casa da minha mãe, mas estávamos sozinhos, só os dois. Ele reclamava que a Caixa Econômica Federal tinha depositado só R$ 360,00 na conta dele. Segundo suas reclamações, não tinha adiantado nada economizar naquele mês porque a Caixa estava ficando com o dinheiro todo. Ele estava guardando dinheiro para viajar.
No sonho ele me pareceu mais velho. Eu olhava a pele do seu braço e pensava: tadinho, tão velhinho e não vai poder viajar esse mês.
Isso não é um sonho, nem um pesadelo. É um caso ocorrido ontem num buteco, Kina do Massú, em Vitória da Conquista/BA
Estávamos lá eu, meu pai e a Maione. Eu pedi lambreta e meu pai um caldo de codorna.
Quando minha labreta chegou meu pai perguntou ao garçon:
- E o meu caldo? Você esqueceu de pedir?
- Caldo?
- É, um caldo de codorna, você pediu?
- Ah, pedi sim, estão fazendo...
O garçon saiu e voltou alguns minutos:
- Olhe, não tem como fazer caldo de codorna, não. Acabou.
Meu pai:
- Ah, então você não tinha pedido...
- Pedi sim...mas só me avisaram agora que não tinha....
- Sei. Então me vê um caldo de sururu, por favor.
Alguns minutos depois chega o garçon com o caldo e diz:
- O caldo de codorna do senhor.
- O caldo é de quê, meu filho?
- De codorna.
- Ah, então tinha caldo de codorna....
- É.
Meu pai está tomando o caldo, quando novamente chega o garçon:
- Aqui, senhor, o seu caldo de Sururu.
O garçon acabou entendendo que o meu pai havia pedido apenas um caldo e que portanto não aceitaria o segundo.
Mais um sonho ligado a trabalho, misturando tudo. Estava no Pará, fazendo pesquisa de opinião para a Pinheiro Promoções (que não existe mais com esse nome).
Bom, o fato é que estou de malas prontas mais uma vez. Vou para Vitória da Conquista-BA trabalhar e de quebra ver pai e irmãos (vantagens de uma família espalhada...)
Saliento que estarei de volta para comemorar um ano de bolinhos divertidos na casa do Kenji!
Sonhei com o Lula e com o meu pai. Eles se revezavam nos seus papéis tradicionais e eu não me lembro bem se o Lula era meu pai ou se meu pai era presidente da República.
Bom, todo mundo sabe que eu tenho pânico de sapos. Normalmente meus piores pesadelos os envolvem.
Estávamos, eu e o Kenji, indo visitar uns amigos da Vetta. Um deles havia comprado um apartamento e chamou outros dois para dividir as despesas. Não me lembro quem eram, mas me lembro que o Arnon estava entre eles (o que não faz sentido, uma vez que o Arnon é casado e tem o Arnonzinho).
O fato é que terreno onde o prédio tinha sido construído era infestado de sapos. Quando chegamos nos jardim, era possível ver dezenas de sapos enormes e nojentos no chão, na grade e dando pulos enormes. Eu corri para dentro do apartamento e fiquei por lá, me sentido mais segura.
Lá pelas tantas, eu precisei ir buscar alguma coisa num carro atrás do prédio. O pessoal até tentou me acalmar dizendo que os sapos ficavam na parte da frente, mas eu saí um tanto quanto preocupada. Quando eu cheguei, era um pátio enorme e o carro estava lá na frente, bem distante. Eu podia ver vários sapos pulando, mas na mesma direção que eu caminhava, portanto, se afastavam. Cheguei no carro e quando estava voltando surgiu um bando de sapos, todos pulando na minha direção. Parecia que os sapos só pulavam para frente, mas como eu estava voltando, eles vinham exatamente para cima de mim.
Eu não sabia se eu ficava parada ou se seu corria para o apartamento. Eu chorava de nervoso e os sapos se encostavam em mim (isso é a pior coisa que poderia acontecer na minha vida: um sapo me encostar) e um deles, durante o salto, tocou o meu rosto. ECA! Eu não consigo mais nem contar!
Essa noite eu sonhei que Charles Chaplin, Adolph Hitler e Albert Einstein estudaram na mesma sala na faculdade. Eu me lembro de comentar com o Kenji: “não é engraçado que três figuras históricas tenham coincidentemente estudado juntos?”
Nesse mesmo sonho eu estava me preparando para ir a uma festa. Na verdade, não me lembro muito bem, mas em uma das cenas eu estava escolhendo entre duas camisetas, uma azul e outra branca, qual colocar para sair. Durante o sonho, eu cheguei a encontrar o Almindo e a Raquel, minha colega do IEC. Tenho a impressão que eu não cheguei à tal festa, sonhei apenas com os preparativos.
Sonhei que estava assistindo Monstros S.A. (na verdade, nunca assisti esse filme) e o enredo era o seguinte: o bicho papão tinha perdido o bichinho de pelúcia dele e por isso não estava conseguindo dormir.