segunda-feira, setembro 01, 2003
sexta-feira, agosto 29, 2003
sexta-feira, agosto 22, 2003
quinta-feira, agosto 21, 2003
Andréa Dória
Sonhei que uma amiga tinha terminado um namoro de muito tempo. Aí eu fui para a casa dela dar uma força. Quando eu cheguei, ela
estava realmente muito triste e para ocupar o tempo ficava escrevendo as letras das músicas do Renato Russo num caderno enorme.
Eu com meus botões pensava: ser amiga também é padecer no paraíso...
Meninos e Meninas
Letra: Renato Russo
Música: Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá
Quero me encontrar mas não sei onde estou.
Vem comigo procurar um lugar mais calmo.
Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita.
Tenho quase certeza que eu não sou daqui.
Acho que gosto de S. Paulo. E gosto de S. João.
Gosto de S. Francisco. E S. Sebastião.
E eu gosto de meninos e meninas.
Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim prá sempre.
Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente.
Estou cansado de bater e ninguém abrir.
Você me deixou sentindo tanto frio.
Não sei mais o que dizer.
Te fiz comida. Velei teu sono. Fui teu amigo.
Te levei comigo e me diz: Prá mim o que é que ficou?
Me deixa ver como viver é bom.
Não é a vida como está e sim as coisas como são.
Você não quis tentar me ajudar.
Então a culpa é de quem? A culpa é de quem?
Eu canto em português errado.
Acho que o imperfeito não participa do passado.
Troco as pessoas.
Troco os pronomes.
Preciso de oxigênio.
Preciso ter amigos.
Preciso ter dinheiro.
Preciso de carinho.
Acho que te amava.
Agora acho que te odeio.
São tudo pequenas coisas.
E tudo deve passar.
Acho que gosto de S. Paulo. Gosto de S. João.
Gosto de S. Francisco. E S. Sebastião.
E eu gosto de meninos e meninas.
Sonhei que uma amiga tinha terminado um namoro de muito tempo. Aí eu fui para a casa dela dar uma força. Quando eu cheguei, ela
estava realmente muito triste e para ocupar o tempo ficava escrevendo as letras das músicas do Renato Russo num caderno enorme.
Eu com meus botões pensava: ser amiga também é padecer no paraíso...
Meninos e Meninas
Letra: Renato Russo
Música: Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá
Quero me encontrar mas não sei onde estou.
Vem comigo procurar um lugar mais calmo.
Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita.
Tenho quase certeza que eu não sou daqui.
Acho que gosto de S. Paulo. E gosto de S. João.
Gosto de S. Francisco. E S. Sebastião.
E eu gosto de meninos e meninas.
Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim prá sempre.
Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente.
Estou cansado de bater e ninguém abrir.
Você me deixou sentindo tanto frio.
Não sei mais o que dizer.
Te fiz comida. Velei teu sono. Fui teu amigo.
Te levei comigo e me diz: Prá mim o que é que ficou?
Me deixa ver como viver é bom.
Não é a vida como está e sim as coisas como são.
Você não quis tentar me ajudar.
Então a culpa é de quem? A culpa é de quem?
Eu canto em português errado.
Acho que o imperfeito não participa do passado.
Troco as pessoas.
Troco os pronomes.
Preciso de oxigênio.
Preciso ter amigos.
Preciso ter dinheiro.
Preciso de carinho.
Acho que te amava.
Agora acho que te odeio.
São tudo pequenas coisas.
E tudo deve passar.
Acho que gosto de S. Paulo. Gosto de S. João.
Gosto de S. Francisco. E S. Sebastião.
E eu gosto de meninos e meninas.
quarta-feira, agosto 20, 2003
Recordar...é viver
No Colo da Serra
Toquinho e Vinícius de Moraes
Uma casinha qualquer no colo da serra
Um palmo de terra pra se plantar
O colo de uma mulher, uma companheira
Uma brasileira pra se amar
Se eu tiver que lutar
Vou é lutar por ela
Se eu tiver que morrer
Vou é morrer por ela
E se eu tiver que ser feliz
Você vai ter que ser feliz também
Homens vieram na noite em gritos de guerra
Feriram a terra, o céu e o mar
Homens ficaram no chão mirando as estrelas
Mas sem poder vê-las no céu brilhar
E o que mais prometer aos herdeiros da vida?
E que versos fazer à mulher concebida?
E quando alguém morrer assim
Vai ser a morte para mim também
E que versos fazer à mulher concebida?
Se eu tiver que morrer
Vou morrer pela vida
No Colo da Serra
Toquinho e Vinícius de Moraes
Uma casinha qualquer no colo da serra
Um palmo de terra pra se plantar
O colo de uma mulher, uma companheira
Uma brasileira pra se amar
Se eu tiver que lutar
Vou é lutar por ela
Se eu tiver que morrer
Vou é morrer por ela
E se eu tiver que ser feliz
Você vai ter que ser feliz também
Homens vieram na noite em gritos de guerra
Feriram a terra, o céu e o mar
Homens ficaram no chão mirando as estrelas
Mas sem poder vê-las no céu brilhar
E o que mais prometer aos herdeiros da vida?
E que versos fazer à mulher concebida?
E quando alguém morrer assim
Vai ser a morte para mim também
E que versos fazer à mulher concebida?
Se eu tiver que morrer
Vou morrer pela vida
segunda-feira, agosto 18, 2003
Baile Perfumado
Essa noite eu sonhei que estava fazendo uma festa. Era uma espécie de domingo feliz, só que maior. O Almindo estava, o pessoal da revista e a minha mãezinha também. Lembro que eu ficava preocupada em distribuir as comidas: tinha pão de queijo e pão de batata com patê.
É, eu sei, isso não é um sonho, é um dejà vu. :)
Essa noite eu sonhei que estava fazendo uma festa. Era uma espécie de domingo feliz, só que maior. O Almindo estava, o pessoal da revista e a minha mãezinha também. Lembro que eu ficava preocupada em distribuir as comidas: tinha pão de queijo e pão de batata com patê.
É, eu sei, isso não é um sonho, é um dejà vu. :)
sexta-feira, agosto 15, 2003
Vagas para Moças de Fino Trato
Estávamos em um hotel. De repente eu, a Mônica e a Rosi entramos sem querer num elevador. Imediatamente ele fechou a porta e subiu. A Primeira coisa que eu reparei foi que não havia um painel de controle dentro do elevador e comecei a ficar com medo.
O elevador parou e nós descemos num barraco, tipo de uma favela, com muito mato em volta e cercado com arame farpado. Do outro lado da cerca um menino de uns 10 anos nos fotografava (eu via o flash no meio do matagal) e ria sadicamente.
Eu tinha certeza que nós estávamos correndo risco naquele lugar. Então puxei as meninas e nós saímos correndo. Conseguimos escapar e começamos a descer um morro por uma estradinha de terra batida. Encontramos vários policiais militares no caminho e começamos a conversar com eles. Contamos a história toda e pedimos para que eles investigassem porque nossos medos eram: o dono da casa, que não chegou a nos pegar, nos perseguisse ou que ele usasse o “truque do elevador” (eu usei esse termo) com outras mulheres.
Evidentemente, os policiais não deram a menor pelota para o que falamos e vieram com o velho papo: “se não aconteceu nada, nós não temos o que investigar”.
Estávamos em um hotel. De repente eu, a Mônica e a Rosi entramos sem querer num elevador. Imediatamente ele fechou a porta e subiu. A Primeira coisa que eu reparei foi que não havia um painel de controle dentro do elevador e comecei a ficar com medo.
O elevador parou e nós descemos num barraco, tipo de uma favela, com muito mato em volta e cercado com arame farpado. Do outro lado da cerca um menino de uns 10 anos nos fotografava (eu via o flash no meio do matagal) e ria sadicamente.
Eu tinha certeza que nós estávamos correndo risco naquele lugar. Então puxei as meninas e nós saímos correndo. Conseguimos escapar e começamos a descer um morro por uma estradinha de terra batida. Encontramos vários policiais militares no caminho e começamos a conversar com eles. Contamos a história toda e pedimos para que eles investigassem porque nossos medos eram: o dono da casa, que não chegou a nos pegar, nos perseguisse ou que ele usasse o “truque do elevador” (eu usei esse termo) com outras mulheres.
Evidentemente, os policiais não deram a menor pelota para o que falamos e vieram com o velho papo: “se não aconteceu nada, nós não temos o que investigar”.
quinta-feira, agosto 14, 2003
Brincando nos campos do senhor
Essa noite eu sonhei que estava defedendo uma índia na justiça. Umas mulheres da Bahia queriam tirar o filhinho dela para ficar com as suas terras e comida.
Meu desafio era provar para a juíza que essas mulheres eram ambiciosas e não pensavam na criança. Também estava preocupada em explicar para a índia qual era o problema, já que ela não entendia português, muito menos o que era uma disputa judicial.
Eu comecei a ficar mais tranquila quando a índia colocou várias flores laranjas na mesa para ela, para mim e para juíza. Junto com as flores também estava uma folha de papel em branco.
Essa noite eu sonhei que estava defedendo uma índia na justiça. Umas mulheres da Bahia queriam tirar o filhinho dela para ficar com as suas terras e comida.
Meu desafio era provar para a juíza que essas mulheres eram ambiciosas e não pensavam na criança. Também estava preocupada em explicar para a índia qual era o problema, já que ela não entendia português, muito menos o que era uma disputa judicial.
Eu comecei a ficar mais tranquila quando a índia colocou várias flores laranjas na mesa para ela, para mim e para juíza. Junto com as flores também estava uma folha de papel em branco.
quarta-feira, agosto 13, 2003
De volta para o futuro
O Michael J. Fox estava no aniversário do Kenji. Eu e o Almindo estávamos conversando com ele e pretendíamos convidá-lo para trabalhar na revista Estratégia como contato publicitário.
A namorada dele era a Fabiana uma amiga minha de Santos que eu não vejo há muito tempo, acho que mais de dez anos.
O Michael J. Fox estava no aniversário do Kenji. Eu e o Almindo estávamos conversando com ele e pretendíamos convidá-lo para trabalhar na revista Estratégia como contato publicitário.
A namorada dele era a Fabiana uma amiga minha de Santos que eu não vejo há muito tempo, acho que mais de dez anos.
terça-feira, agosto 12, 2003
Até o fim do Mundo
Sonhei que o mundo estava acabando, os poucos mortais que restassem seriam ligados à Matrix e a única esperança de salvação da humanidade eram os super amigos.
O sonho foi longo. Algumas cenas que eu me lembro:
Eu e o Kenji andávamos na rua e eu disse: olha, as casas ainda têm luz elétrica, bom sinal. Vamos correr para chegar logo ao apartamento. Nós sabíamos que os sobreviventes seriam ligados à Matrix e eu ficava pensando se preferia virar rebelde ou aceitar ser conectada. Então, passamos por uma janela aberta e estavam informando na televisão que o mundo iria acabar em uma hora. Aí eles voltaram com a programação normal da TV e colocaram um relógio no canto da tela com a contagem regressiva.
Depois aparece o Batman conversando com o Robin muito apreensivo e pessimista dizendo que dessa vez, muito provavelmente, nem eles conseguiriam resolver o problema.
Uma senhora sai de dentro da cozinha de um restaurante muito chique, vai até a mesa onde está um pessoal muito rico e diz:
“Acabou de dizer na televisão que o mundo vai acabar em uma hora. Eu não vou passar a minha última hora lá dentro cozinhando para vocês”.
O pessoal da mesa fica indignado e chama o Maitre. Eles não acreditam no que a mulher está falando, então ela volta a repetir:
“É sério, passou na televisão, o mundo vai acabar e eu não vou voltar a cozinhar agora!”
Sonhei que o mundo estava acabando, os poucos mortais que restassem seriam ligados à Matrix e a única esperança de salvação da humanidade eram os super amigos.
O sonho foi longo. Algumas cenas que eu me lembro:
Eu e o Kenji andávamos na rua e eu disse: olha, as casas ainda têm luz elétrica, bom sinal. Vamos correr para chegar logo ao apartamento. Nós sabíamos que os sobreviventes seriam ligados à Matrix e eu ficava pensando se preferia virar rebelde ou aceitar ser conectada. Então, passamos por uma janela aberta e estavam informando na televisão que o mundo iria acabar em uma hora. Aí eles voltaram com a programação normal da TV e colocaram um relógio no canto da tela com a contagem regressiva.
Depois aparece o Batman conversando com o Robin muito apreensivo e pessimista dizendo que dessa vez, muito provavelmente, nem eles conseguiriam resolver o problema.
Uma senhora sai de dentro da cozinha de um restaurante muito chique, vai até a mesa onde está um pessoal muito rico e diz:
“Acabou de dizer na televisão que o mundo vai acabar em uma hora. Eu não vou passar a minha última hora lá dentro cozinhando para vocês”.
O pessoal da mesa fica indignado e chama o Maitre. Eles não acreditam no que a mulher está falando, então ela volta a repetir:
“É sério, passou na televisão, o mundo vai acabar e eu não vou voltar a cozinhar agora!”
segunda-feira, agosto 11, 2003
Festança
45 horas de puro prazer. :-)
Vejam as fotos do Girino
Evidentemente eu não sonhei, porque evidentemente eu não dormi. :-)
45 horas de puro prazer. :-)
Vejam as fotos do Girino
Evidentemente eu não sonhei, porque evidentemente eu não dormi. :-)
quinta-feira, julho 31, 2003
Atualizações
Bem, nem sei se alguém ainda insiste em vir aqui. Mas...
O fato é que a Revista Estratégia (assim que o site estiver atualizado, coloco o link) foi lançada. Independente da minha insegurança e mania de achar defeito em tudo foi um sucesso e o povo está com todo o gás para a 2a edição.
Ganhei a quinta e a sexta de folga (uhu!) depois de trabalhar arduamente. Merecido.
Continuo monotemática nos sonhos. Só revista, entrevista, Minascentro, trabalho, trabalho, trabalho.
Aniversário do Kenji se aproxima. Isso é bom.
Bem, nem sei se alguém ainda insiste em vir aqui. Mas...
O fato é que a Revista Estratégia (assim que o site estiver atualizado, coloco o link) foi lançada. Independente da minha insegurança e mania de achar defeito em tudo foi um sucesso e o povo está com todo o gás para a 2a edição.
Ganhei a quinta e a sexta de folga (uhu!) depois de trabalhar arduamente. Merecido.
Continuo monotemática nos sonhos. Só revista, entrevista, Minascentro, trabalho, trabalho, trabalho.
Aniversário do Kenji se aproxima. Isso é bom.
segunda-feira, julho 21, 2003
21 de julho, madrugada de domingo para segunda-feira
Sociologia das Organizações (criminais)
Estava na aula de sociologia das organizações com a prof. Maria Rita (tive essa disciplina, com essa professora, semestre passado). Mas, como não podia deixar de ser, ela estava dando uma aula de investigação criminal.
Tinha um exercício que era o seguinte: você lia o caso e dizia qual a providência deveria ser tomada pela polícia naquela situação. O meu caso era mais ou menos assim: Uma briga de marido e mulher, o cara atira na esposa. Quando a polícia chega, ele está transtornado, dizendo que não queria ter feito aquilo, que foi um acidente, etc. Ao lado do sujeito tem uma bacia. Fim do exemplo.
Aí a professora pergunta qual a minha avaliação. Eu digo que na minha opinião foi homicídio mesmo, mas que o cara não queria fazer aquilo de verdade, que não tinha premeditado nada e tal.
- Não! Respondeu minha professora. Você não percebeu a bacia perto do corpo da mulher?
Eu fiquei com cara de dúvida e ela continuou:
- A bacia foi colocada ali para aparar o sangue da mulher. Se ele colocou a bacia lá é porque já sabia que iria atirar. Entendeu? Foi premeditado e ele calculou a morte da mulher.
Sociologia das Organizações (criminais)
Estava na aula de sociologia das organizações com a prof. Maria Rita (tive essa disciplina, com essa professora, semestre passado). Mas, como não podia deixar de ser, ela estava dando uma aula de investigação criminal.
Tinha um exercício que era o seguinte: você lia o caso e dizia qual a providência deveria ser tomada pela polícia naquela situação. O meu caso era mais ou menos assim: Uma briga de marido e mulher, o cara atira na esposa. Quando a polícia chega, ele está transtornado, dizendo que não queria ter feito aquilo, que foi um acidente, etc. Ao lado do sujeito tem uma bacia. Fim do exemplo.
Aí a professora pergunta qual a minha avaliação. Eu digo que na minha opinião foi homicídio mesmo, mas que o cara não queria fazer aquilo de verdade, que não tinha premeditado nada e tal.
- Não! Respondeu minha professora. Você não percebeu a bacia perto do corpo da mulher?
Eu fiquei com cara de dúvida e ela continuou:
- A bacia foi colocada ali para aparar o sangue da mulher. Se ele colocou a bacia lá é porque já sabia que iria atirar. Entendeu? Foi premeditado e ele calculou a morte da mulher.
sábado, julho 19, 2003
19 de julho, madrugada de sexta para sábado
FÉRIAS
Eu e o Kenji estávamos em uma simpática cidade do interior. Não sei direito se era Tiradentes ou Mariana. Estávamos em um quarto grande com uma cama de madeira e um grande guarda-roupa daqueles bem antigos. Não parecia em nada com um quarto de hotel, mas era. O dia (no sonho) estava lindo, muito ensolarado.
O Kenji tinha comprado nessa cidade um instrumento musical, não sei direito qual era, se era um saxofone ou um trompete (certamente não era uma gaita) feito todo em vidro. Uma coisa linda.
Depois eu sonhei que estava visitando a Impacto. Conversei com a Cibele e ela me disse que iria começar a trabalhar no Tosco Burger. Ela estava achando a idéia legal, mas também pleiteava uma vaga na Polícia Militar (?).
FÉRIAS
Eu e o Kenji estávamos em uma simpática cidade do interior. Não sei direito se era Tiradentes ou Mariana. Estávamos em um quarto grande com uma cama de madeira e um grande guarda-roupa daqueles bem antigos. Não parecia em nada com um quarto de hotel, mas era. O dia (no sonho) estava lindo, muito ensolarado.
O Kenji tinha comprado nessa cidade um instrumento musical, não sei direito qual era, se era um saxofone ou um trompete (certamente não era uma gaita) feito todo em vidro. Uma coisa linda.
Depois eu sonhei que estava visitando a Impacto. Conversei com a Cibele e ela me disse que iria começar a trabalhar no Tosco Burger. Ela estava achando a idéia legal, mas também pleiteava uma vaga na Polícia Militar (?).
sexta-feira, julho 18, 2003
Para a Mari Lisa Simpson:
God Bless the Child
Billie Holiday
Them that's got shall get
Them that's not shall lose
So the Bible said and it still is news
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
Yes, the strong gets more
While the weak ones fade
Empty pockets don't ever make the grade
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
Money, you've got lots of friends
Crowding round the door
When you're gone, spending ends
They don't come no more
Rich relations give
Crust of bread and such
You can help yourself
But don't take too much
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
He just worry 'bout nothin'
Cause he's got his own
God Bless the Child
Billie Holiday
Them that's got shall get
Them that's not shall lose
So the Bible said and it still is news
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
Yes, the strong gets more
While the weak ones fade
Empty pockets don't ever make the grade
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
Money, you've got lots of friends
Crowding round the door
When you're gone, spending ends
They don't come no more
Rich relations give
Crust of bread and such
You can help yourself
But don't take too much
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
He just worry 'bout nothin'
Cause he's got his own
quarta-feira, julho 16, 2003
16 de julho, madrugada de terça para quarta-feira
Bandidos e Mocinhos
Eu estava envolvida em uma investigação policial. Eu era uma espiã, fingia que estava do lado mau, porém, estava do lado dos mocinhos.
Na verdade, muitas pessoas que estavam no grupo mau eram meus conhecidos do grupo bom.
Num determinado momento, o chefe dos bandidos falou: eles estão descobrindo as coisas, deve haver um delator nesse grupo.
E eu pensava: ué, quem será o delator? Ah, somos nós mesmos! Será que existe um outro grupo de espiões aqui e não sabemos?
Aí a minha amiga, (era a atriz Mariana Ximenes, aquela que fez O Invasor), me chama e enquanto nós subimos as escadas ela diz:
- Agora já podemos conversar...
Eu: - Não, vamos sair daqui primeiro, porque as coisas estão começando a esquentar de verdade....
Depois eu estou com o pessoal do meu curso. Eles eram as pessoas do bem (acho que eu registrei todas aquelas dinâmicas feitas em sala de aula e deu nisso). Mas para passar de um lado para o outro (era uma casa enorme) a gente tinha que usar um espaço muito estreito entre dois muros. Cada hora o espaço estava mais apertado, até o momento que eu falei:
Ih, galera, agora eu não passo mais não.
Alguém sugeriu que eu pulasse o muro (pular muros está ficando recorrente em meus sonhos) e eu fui tentar. Foi muito fácil porque o muro era todo de pedra e tinha uns buraquinhos para enfiar os pés. Foi como subir uma escada.
Quando já estava em cima do muro, toda satisfeita, um rapaz me falou:
Pois é, essa é a diferença entre eles (os caras maus) e nós (os mocinhos). Eles sabem que pular o muro é fácil, melhor do que usar uma passagem tão estreita.
Metafórico, não?
Ontem à noite eu e o Kenji fomos assistir “Tiros em Columbine”
Bandidos e Mocinhos
Eu estava envolvida em uma investigação policial. Eu era uma espiã, fingia que estava do lado mau, porém, estava do lado dos mocinhos.
Na verdade, muitas pessoas que estavam no grupo mau eram meus conhecidos do grupo bom.
Num determinado momento, o chefe dos bandidos falou: eles estão descobrindo as coisas, deve haver um delator nesse grupo.
E eu pensava: ué, quem será o delator? Ah, somos nós mesmos! Será que existe um outro grupo de espiões aqui e não sabemos?
Aí a minha amiga, (era a atriz Mariana Ximenes, aquela que fez O Invasor), me chama e enquanto nós subimos as escadas ela diz:
- Agora já podemos conversar...
Eu: - Não, vamos sair daqui primeiro, porque as coisas estão começando a esquentar de verdade....
Depois eu estou com o pessoal do meu curso. Eles eram as pessoas do bem (acho que eu registrei todas aquelas dinâmicas feitas em sala de aula e deu nisso). Mas para passar de um lado para o outro (era uma casa enorme) a gente tinha que usar um espaço muito estreito entre dois muros. Cada hora o espaço estava mais apertado, até o momento que eu falei:
Ih, galera, agora eu não passo mais não.
Alguém sugeriu que eu pulasse o muro (pular muros está ficando recorrente em meus sonhos) e eu fui tentar. Foi muito fácil porque o muro era todo de pedra e tinha uns buraquinhos para enfiar os pés. Foi como subir uma escada.
Quando já estava em cima do muro, toda satisfeita, um rapaz me falou:
Pois é, essa é a diferença entre eles (os caras maus) e nós (os mocinhos). Eles sabem que pular o muro é fácil, melhor do que usar uma passagem tão estreita.
Metafórico, não?
Ontem à noite eu e o Kenji fomos assistir “Tiros em Columbine”
terça-feira, julho 15, 2003
Numa postada só!
O fato é que eu voltei a sonhar!
Então vamos lá, alguns sonhos, bem bizarros, que ainda não foram publicados aqui. Sonhados nas noites das últimas duas semanas.
Os caranguejos humanos
(logo quando eu voltei de Ituiutaba)
Eu e o Kenji estávamos dormindo em uma casa diferente e uma das paredes do quarto era de vidro. Era possível, através dessa parede, ver o quintal da casa, onde havia o tronco de uma árvore seca. O tronco era oco mas estava cheio de terra.
No meio da noite eu comecei a perceber que o tronco estava se mexendo. Ele se retorcia todo e parecia que ia explodir. O Kenji dormia profundamente e eu pensava: “ainda bem que eu estou aqui dentro”.
De repente, a terra que havia no tronco saiu para fora, como uma explosão e saíram uns caranguejos enormes (para caranguejos, mais ou menos do tamanho de um capivara) de dentro do tronco.
Quando o Kenji acordou eu contei para ele, que me falou que aqueles caranguejos eram grandes porque eram um híbrido entre caranguejos e humanos. Disse também que eles eram violentos e, mesmo pequenos, roubavam as pessoas.
Eu falei: Eca! Que nojo! Gente e caranguejo ao mesmo tempo! que horror!
Depois eu li uma entrevista do líder dos caranguejos humanos. Eles se chamavam de “gente pequena” e reivindicavam seus direitos como cidadãos. E também diziam que roubavam porque a sociedade não os aceitava.
Eu pensei com meus botões: Eu é que não quero entrevistar esse moço, porque ele é muito violento. Mesmo trabalhando em uma revista sobre segurança pública, eu é que não vou lá.
Reality Show com Girino e Yuri
Estava assistindo na TV um programa apresentado pela Mara. A Mara no entanto, era uma mistura exata entre a Mara e a Angélica: com o cabelo preto, a pele muito branca e os olhos verdes. Essa Mara misturada estava apresentando um reality show e os dois últimos participantes eram o Girino e o Yuri.
Eles estavam sentados no hall de um hotel (não sei porquê) fazendo nada, como normalmente as pessoas ficam fazendo nada nos reality shows.
De repente entra o Clodovil vê os dois e faz um monte de comentários do tipo: “esse reality show é muito bom mas eu acho que o fulano vai ganhar porque isso porque aquilo e tal”. Quando ele pára de falar, o Girino tenta fazer um coment?rio, mas o Clodovil simplesmente ignora e sai andando.
O Girino, por sua vez, corre atrás do Clodovil, agarra o braço dele (que fica surpreso) e começa a falar sem parar que ele não quis ouvi-lo, porque ele não gosta dele, porque ele era tão mal, que ele só queria fazer um comentário, etc...etc...fazendo hora com a cara do Clodovil, claro.
O Yuri estava morrendo de rir na TV e eu, que estava assistindo tudo aquilo em casa, também.
Mais uma vez, o Max
Eu estava em mais uma das tradicionais noites na casa do Max. O Kenji estava viajando. O Max vira para mim e comenta: fuma um desses meus cigarros, só que esse é divertido.
Eu penso: é, o Kenji vai ralhar comigo quando ele voltar, mas vou fumar.
De repente, o Max aparece fumando um cachimbo enorme, de barro. Eu pergunto, interessada: o que você está fumando aí?
O Max responde: é pó de pombo. Quer?
Eu: Huuummmm? Não, obrigada....
Aí o Max coloca um potinho em cima da mesa, com uns pedacinhos de polvo dentro.
Eu pergunto: O que é isso, Max?
Max: É de outro tipo. Mas esse é para deixar a gente ligadão e aumentar a visão noturna.
Eu: Huuuummmm, sei....
A? eu pensei: nossa que povo animado, vou ficar no meu cigarrinho mesmo....
Piscina
Eu e minha mãe estávamos morando numa casa com uma piscina no fundo do terreno. Eu sabia que podia nadar na parte da manhã e estava torcendo para fazer sol.
A minha mãe tinha feito um doce também, que era meio pudim, meio gelatina. Estava muito gostoso, só que para comer uma colher do doce eu tinha que pular o muro.
Durante o sonho, eu pulei o tal muro diversas vezes para comer doce.
O sol saiu e eu fui nadar. Encontrei um monte de gente da família: tios e primos. Aí eu fiquei pensando que a piscina, na verdade, era da família Pizarro.
O fato é que eu voltei a sonhar!
Então vamos lá, alguns sonhos, bem bizarros, que ainda não foram publicados aqui. Sonhados nas noites das últimas duas semanas.
Os caranguejos humanos
(logo quando eu voltei de Ituiutaba)
Eu e o Kenji estávamos dormindo em uma casa diferente e uma das paredes do quarto era de vidro. Era possível, através dessa parede, ver o quintal da casa, onde havia o tronco de uma árvore seca. O tronco era oco mas estava cheio de terra.
No meio da noite eu comecei a perceber que o tronco estava se mexendo. Ele se retorcia todo e parecia que ia explodir. O Kenji dormia profundamente e eu pensava: “ainda bem que eu estou aqui dentro”.
De repente, a terra que havia no tronco saiu para fora, como uma explosão e saíram uns caranguejos enormes (para caranguejos, mais ou menos do tamanho de um capivara) de dentro do tronco.
Quando o Kenji acordou eu contei para ele, que me falou que aqueles caranguejos eram grandes porque eram um híbrido entre caranguejos e humanos. Disse também que eles eram violentos e, mesmo pequenos, roubavam as pessoas.
Eu falei: Eca! Que nojo! Gente e caranguejo ao mesmo tempo! que horror!
Depois eu li uma entrevista do líder dos caranguejos humanos. Eles se chamavam de “gente pequena” e reivindicavam seus direitos como cidadãos. E também diziam que roubavam porque a sociedade não os aceitava.
Eu pensei com meus botões: Eu é que não quero entrevistar esse moço, porque ele é muito violento. Mesmo trabalhando em uma revista sobre segurança pública, eu é que não vou lá.
Reality Show com Girino e Yuri
Estava assistindo na TV um programa apresentado pela Mara. A Mara no entanto, era uma mistura exata entre a Mara e a Angélica: com o cabelo preto, a pele muito branca e os olhos verdes. Essa Mara misturada estava apresentando um reality show e os dois últimos participantes eram o Girino e o Yuri.
Eles estavam sentados no hall de um hotel (não sei porquê) fazendo nada, como normalmente as pessoas ficam fazendo nada nos reality shows.
De repente entra o Clodovil vê os dois e faz um monte de comentários do tipo: “esse reality show é muito bom mas eu acho que o fulano vai ganhar porque isso porque aquilo e tal”. Quando ele pára de falar, o Girino tenta fazer um coment?rio, mas o Clodovil simplesmente ignora e sai andando.
O Girino, por sua vez, corre atrás do Clodovil, agarra o braço dele (que fica surpreso) e começa a falar sem parar que ele não quis ouvi-lo, porque ele não gosta dele, porque ele era tão mal, que ele só queria fazer um comentário, etc...etc...fazendo hora com a cara do Clodovil, claro.
O Yuri estava morrendo de rir na TV e eu, que estava assistindo tudo aquilo em casa, também.
Mais uma vez, o Max
Eu estava em mais uma das tradicionais noites na casa do Max. O Kenji estava viajando. O Max vira para mim e comenta: fuma um desses meus cigarros, só que esse é divertido.
Eu penso: é, o Kenji vai ralhar comigo quando ele voltar, mas vou fumar.
De repente, o Max aparece fumando um cachimbo enorme, de barro. Eu pergunto, interessada: o que você está fumando aí?
O Max responde: é pó de pombo. Quer?
Eu: Huuummmm? Não, obrigada....
Aí o Max coloca um potinho em cima da mesa, com uns pedacinhos de polvo dentro.
Eu pergunto: O que é isso, Max?
Max: É de outro tipo. Mas esse é para deixar a gente ligadão e aumentar a visão noturna.
Eu: Huuuummmm, sei....
A? eu pensei: nossa que povo animado, vou ficar no meu cigarrinho mesmo....
Piscina
Eu e minha mãe estávamos morando numa casa com uma piscina no fundo do terreno. Eu sabia que podia nadar na parte da manhã e estava torcendo para fazer sol.
A minha mãe tinha feito um doce também, que era meio pudim, meio gelatina. Estava muito gostoso, só que para comer uma colher do doce eu tinha que pular o muro.
Durante o sonho, eu pulei o tal muro diversas vezes para comer doce.
O sol saiu e eu fui nadar. Encontrei um monte de gente da família: tios e primos. Aí eu fiquei pensando que a piscina, na verdade, era da família Pizarro.
sexta-feira, junho 06, 2003
O portão - Roberto & Erasmo
Eu cheguei em frente ao portão
Meu cachorro me sorriu latindo
Minhas malas coloquei no chão
Eu voltei
Tudo estava igual como era antes
Quase nada se modificou
Acho que só eu mesmo mudei
E voltei
Eu voltei agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei
Fui abrindo a porta devagar
Mas deixei a luz entrar primeiro
Todo o meu passado iluminei
E entrei
Meu retrato ainda na parede
Meio amarelado pelo tempo
Como a perguntar por onde andei
E eu falei:
Onde andei não deu para ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei
Sem saber depois de tanto tempo
Se havia alguém à minha espera
Passos indecisos caminhei
E parei
Quando vi que dois braços abertos
Me abraçaram como antigamente
Tanto quis dizer e não falei
E chorei
Eu voltei agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei
Eu voltei agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei
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