Sábado eu sonhei que estava dentro do novo filme do Tarantino, Kill Bill. Eu fugia da Uma Thurman que queria me matar. A Lucy Liu, no sonho, tinha um filhinho, que a gente tentava proteger. Uma espécie de “loba solitária”. He he.
segunda-feira, dezembro 01, 2003
sexta-feira, novembro 28, 2003
quarta-feira, novembro 26, 2003
Colcha de Retalhos
Alguns sonhos que ficaram para trás na correria:
Outro dia estava batendo papo com Marcelo Belico num sonho. Não lembro o teor da conversa, mas acho que era lá na casa dele, em Ponte Nova.
Sonhei que a TV Globo tinha construído, para a nova novela das oito, nos seus estúdios, um mar artificial. A justificativa era que as imagens de dia ficavam melhores com o mar artificial do que com o mar da Baía de Guanabara. Apareceu no sonho uma daquelas imagens aéreas da praia e o mar era igualzinho uma piscina gigante com a água completamente transparente, cheia de cloro evidentemente. Os mocinhos da novela eram o Rodrigo Santoro e a Paloma Duarte (acho que eles realmente estiveram na mesma novela pouco tempo atrás, mas não como par romântico).
Essa noite eu sonhei com o Júlio Pinto, meu eterno professor de Semiótica. Além do Júlio também tive aula, nesse sonho, com o Márcio Simeone. Mas no sonho o Márcio não era o Márcio, era uma versão mais jovem do meu professor de história de cursinho, o Chico.
Alguns sonhos que ficaram para trás na correria:
Outro dia estava batendo papo com Marcelo Belico num sonho. Não lembro o teor da conversa, mas acho que era lá na casa dele, em Ponte Nova.
Sonhei que a TV Globo tinha construído, para a nova novela das oito, nos seus estúdios, um mar artificial. A justificativa era que as imagens de dia ficavam melhores com o mar artificial do que com o mar da Baía de Guanabara. Apareceu no sonho uma daquelas imagens aéreas da praia e o mar era igualzinho uma piscina gigante com a água completamente transparente, cheia de cloro evidentemente. Os mocinhos da novela eram o Rodrigo Santoro e a Paloma Duarte (acho que eles realmente estiveram na mesma novela pouco tempo atrás, mas não como par romântico).
Essa noite eu sonhei com o Júlio Pinto, meu eterno professor de Semiótica. Além do Júlio também tive aula, nesse sonho, com o Márcio Simeone. Mas no sonho o Márcio não era o Márcio, era uma versão mais jovem do meu professor de história de cursinho, o Chico.
sábado, novembro 22, 2003
quinta-feira, novembro 20, 2003
Se meu fusca falasse
Essa noite eu sonhei que o Kenji tinha um fusca. O carrinho era leento, e quando pegava estrada de terra não passava de 20 km/h. Na subida a gente tinha que descer e empurrar o fusquinha. No sonho, eu estava no Barreiro e o Kenji foi me buscar. Quando o carro entrou no asfalto eu pensei, aliviada: “ainda bem, agora a gente pode ir um pouquinho mais rápido”.
Os mil olhos do Dr. Mabuse
Amanhã entro na faca. Vou parir um pólipo na maternidade Santa Fé, ali no Horto. Interno às nove da manhã e, espero, já estarei boa às nove da noite. :-)
Apelo
Alguém, pelo amor de Deus, tem o volume Um do livro Mil Platôs do Gilles Deleuze e do Félix Gattari para emprestar? Ficarei eternamente grata.
Gilles Deleuze
Essa noite eu sonhei que o Kenji tinha um fusca. O carrinho era leento, e quando pegava estrada de terra não passava de 20 km/h. Na subida a gente tinha que descer e empurrar o fusquinha. No sonho, eu estava no Barreiro e o Kenji foi me buscar. Quando o carro entrou no asfalto eu pensei, aliviada: “ainda bem, agora a gente pode ir um pouquinho mais rápido”.
Os mil olhos do Dr. Mabuse
Amanhã entro na faca. Vou parir um pólipo na maternidade Santa Fé, ali no Horto. Interno às nove da manhã e, espero, já estarei boa às nove da noite. :-)
Apelo
Alguém, pelo amor de Deus, tem o volume Um do livro Mil Platôs do Gilles Deleuze e do Félix Gattari para emprestar? Ficarei eternamente grata.
Gilles Deleuze
terça-feira, novembro 18, 2003
Um dia, um gato
Sonhei que eu e o Kenji morávamos numa casa. No quintal, tinha uma espécie de caverna, uma toca de pedra, onde era a casinha da Zen. Um dia apareceram vários outros gatinhos. Um deles era igual a ela pequena. Os outros eram pretinhos. Eu disse ao Kenji: “não me pergunte como, mas a Zen teve filhotinhos”. (a gata é castrada...)
Um dos filhotes pretos (eram uns três ou quatro) tinha asas e ficava voando baixinho.
Um ato de coragem
Hoje eu me vinguei do meu clínico. Esse doutor já me deixou esperando até duas horas no consultório. Nunca cumpre o horário das consultas. Hoje eu tinha consulta marcada para 14 horas e um outro compromisso às 16. O relógio já estava marcando 15 horas e nada do tal doutor chegar. O que a Lud fez? Escrevi um bilhetinho assim:
Prezado doutor,
Como tenho um compromisso às 16h, não pude esperá-lo. Nossa consulta estava marcada para 14 horas. Estou deixando meus exames para sua avaliação. Solicito que o senhor, por gentileza, deixe o relatório do risco cirúrgico com as secretárias que virei buscá-lo amanhã na parte da manhã (único horário que tenho disponibilidade).
Saliento que a consulta com o cirurgião já está marcada para quinta-feira, 20/11 e a única pendência é o seu relatório.
Agradeço desde já a sua compreensão.
Cordialmente,
Ludmila Pizarro
Cheguei em casa, liguei para a clínica e confirmei que o relatório de risco cirúrgico está à disposição e que eu poderei apanhá-lo amanhã.
Sonhei que eu e o Kenji morávamos numa casa. No quintal, tinha uma espécie de caverna, uma toca de pedra, onde era a casinha da Zen. Um dia apareceram vários outros gatinhos. Um deles era igual a ela pequena. Os outros eram pretinhos. Eu disse ao Kenji: “não me pergunte como, mas a Zen teve filhotinhos”. (a gata é castrada...)
Um dos filhotes pretos (eram uns três ou quatro) tinha asas e ficava voando baixinho.
Um ato de coragem
Hoje eu me vinguei do meu clínico. Esse doutor já me deixou esperando até duas horas no consultório. Nunca cumpre o horário das consultas. Hoje eu tinha consulta marcada para 14 horas e um outro compromisso às 16. O relógio já estava marcando 15 horas e nada do tal doutor chegar. O que a Lud fez? Escrevi um bilhetinho assim:
Prezado doutor,
Como tenho um compromisso às 16h, não pude esperá-lo. Nossa consulta estava marcada para 14 horas. Estou deixando meus exames para sua avaliação. Solicito que o senhor, por gentileza, deixe o relatório do risco cirúrgico com as secretárias que virei buscá-lo amanhã na parte da manhã (único horário que tenho disponibilidade).
Saliento que a consulta com o cirurgião já está marcada para quinta-feira, 20/11 e a única pendência é o seu relatório.
Agradeço desde já a sua compreensão.
Cordialmente,
Ludmila Pizarro
Cheguei em casa, liguei para a clínica e confirmei que o relatório de risco cirúrgico está à disposição e que eu poderei apanhá-lo amanhã.
segunda-feira, novembro 17, 2003
quinta-feira, novembro 13, 2003
Grease 2 – Os tempos da brilhantina voltaram
Duas noites atrás, eu sonhei que estava assistindo na TV a continuação de Grease. Mas não era aquele filme com a Michelle Pfeiffer não. O filme do meu sonho era a continuação mesmo, com o John Travolta e a Olívia Newton-John casados, velhos, sem nenhuma sombra do glamour de um musical.
No sonho, a Olívia Newton-John estava bem velhinha, um cabelão armado e estava na cozinha fazendo o jantar. Depois chegava o John Travolta, com uma barriga gigante, dava um beijo no rosto dela, ia para trás de um armário da cozinha, tirava uma garrafinha de alumínio e dava um gole escondido. Ele era alcoólatra e escondia que bebia da mulher.
Romântico.
Duas noites atrás, eu sonhei que estava assistindo na TV a continuação de Grease. Mas não era aquele filme com a Michelle Pfeiffer não. O filme do meu sonho era a continuação mesmo, com o John Travolta e a Olívia Newton-John casados, velhos, sem nenhuma sombra do glamour de um musical.
No sonho, a Olívia Newton-John estava bem velhinha, um cabelão armado e estava na cozinha fazendo o jantar. Depois chegava o John Travolta, com uma barriga gigante, dava um beijo no rosto dela, ia para trás de um armário da cozinha, tirava uma garrafinha de alumínio e dava um gole escondido. Ele era alcoólatra e escondia que bebia da mulher.
Romântico.
terça-feira, novembro 11, 2003
Ao mestre, com carinho
Essa noite voltei à escola onde cursei da 5a à 8a Série. No sonho, estava dentro do ônibus indo para o Barreiro. Resolvi descer na escola para pegar o meu histórico e rever o lugar. Quando cheguei lá a secretária me atendeu e disse que o histórico ficaria pronto em 180 dias (isso mesmo, seis meses). Eu me indignei com o prazo e ela diminuiu: 170 dias.
Fui embora e encontrei com o meu professor de filosofia. Nós conversamos bastante. No sonho, ele havia sido meu professor há muito tempo atrás e me aconselhava sobre várias coisas da vida. Não me lembro o quê falávamos, mas sentia que a conversa me ajudava. Dois assuntos que me lembro do papo: a minha auto-avaliação e os salários praticados pelo mercado para jornalistas e professores.
Essa noite voltei à escola onde cursei da 5a à 8a Série. No sonho, estava dentro do ônibus indo para o Barreiro. Resolvi descer na escola para pegar o meu histórico e rever o lugar. Quando cheguei lá a secretária me atendeu e disse que o histórico ficaria pronto em 180 dias (isso mesmo, seis meses). Eu me indignei com o prazo e ela diminuiu: 170 dias.
Fui embora e encontrei com o meu professor de filosofia. Nós conversamos bastante. No sonho, ele havia sido meu professor há muito tempo atrás e me aconselhava sobre várias coisas da vida. Não me lembro o quê falávamos, mas sentia que a conversa me ajudava. Dois assuntos que me lembro do papo: a minha auto-avaliação e os salários praticados pelo mercado para jornalistas e professores.
segunda-feira, novembro 10, 2003
TRON
Paulinho, Muriloq, Rosi, Clarice, Marcelo, Drix, Mônica, Martin e todos os outros amigos que curtem anos 80: vocês perderam. O Projeto Autobahn é excelente e o show da banda Enjoy! (from Divinópolis, dá para acreditar?) é insuperável. Muito bom mesmo.
Fotos bacanas no blog do Kenji
Office Space
Atualmente meu sonho é um novo emprego. Por falar nisso, uma empresa legal é a Multitexto Comunicação Empresarial. Meu currículo já está lá.
Paulinho, Muriloq, Rosi, Clarice, Marcelo, Drix, Mônica, Martin e todos os outros amigos que curtem anos 80: vocês perderam. O Projeto Autobahn é excelente e o show da banda Enjoy! (from Divinópolis, dá para acreditar?) é insuperável. Muito bom mesmo.
Fotos bacanas no blog do Kenji
Office Space
Atualmente meu sonho é um novo emprego. Por falar nisso, uma empresa legal é a Multitexto Comunicação Empresarial. Meu currículo já está lá.
sábado, novembro 08, 2003
O pássaro Azul
Estava contando a seguinte história (by Gustavo) para o Kenji:
Dois meninos (um deles era o Gustavo) estavam na fazenda do avô jogando pedra nos passarinhos. O avô chegou-se e perguntou:
- O que vocês estão fazendo?
- Jogando pedra nos passarinhos.
- Não faz isso não, menino!
- Ah, vô! Não mata não, só bambeia.
Os meninos continuaram na brincadeira e o avô continuou observando.
Depois de um tempo um dos garotos consegue acertar um passarinho que cai da árvore tonto e ferido.
O avô, logo em seguida, dá um tapão na cabeça do menino que acertou o passarinho.
- Que é isso vô? Diz o menino aos prantos (na verdade, aos berros, porque doeu).
- Nada não. Isso não mata, só bambeia.
Ao final da história o Kenji diz:
- Você deveria colocar essa história no seu blog. Eu respondi:
- Ah, não sei, meu blog está meio em crise, não sei o que escrever nele porque não sei o que vai ser da minha vida diante dos últimos acontecimentos.
- Ué, escreve a história do passarinho. Até porque os últimos acontecimentos não matam, só bambeiam.
Thanx Gustavo. Thanx Kenji. ;-)
Suipa é a sociedade protetora dos animais
Estava contando a seguinte história (by Gustavo) para o Kenji:
Dois meninos (um deles era o Gustavo) estavam na fazenda do avô jogando pedra nos passarinhos. O avô chegou-se e perguntou:
- O que vocês estão fazendo?
- Jogando pedra nos passarinhos.
- Não faz isso não, menino!
- Ah, vô! Não mata não, só bambeia.
Os meninos continuaram na brincadeira e o avô continuou observando.
Depois de um tempo um dos garotos consegue acertar um passarinho que cai da árvore tonto e ferido.
O avô, logo em seguida, dá um tapão na cabeça do menino que acertou o passarinho.
- Que é isso vô? Diz o menino aos prantos (na verdade, aos berros, porque doeu).
- Nada não. Isso não mata, só bambeia.
Ao final da história o Kenji diz:
- Você deveria colocar essa história no seu blog. Eu respondi:
- Ah, não sei, meu blog está meio em crise, não sei o que escrever nele porque não sei o que vai ser da minha vida diante dos últimos acontecimentos.
- Ué, escreve a história do passarinho. Até porque os últimos acontecimentos não matam, só bambeiam.
Thanx Gustavo. Thanx Kenji. ;-)
Suipa é a sociedade protetora dos animais
segunda-feira, novembro 03, 2003
quinta-feira, outubro 30, 2003
terça-feira, outubro 28, 2003
Uma aventura na África
Essa noite tive um sonho bacana. Estava assistindo Globo Esporte e apareceu uma reportagem falando sobre uma viagem que a Mariana e o Biochico estavam fazendo pelo interior de Minas. Eles tinham alugado um jipe enorme, azul, e saíram desbravando Minas, numas cidades com nomes esquisitos (não lembro de nenhum nome, mas eram estranhos...)
Pois é, estou com saudade desse povo. Mari, melhorou?
Essa noite tive um sonho bacana. Estava assistindo Globo Esporte e apareceu uma reportagem falando sobre uma viagem que a Mariana e o Biochico estavam fazendo pelo interior de Minas. Eles tinham alugado um jipe enorme, azul, e saíram desbravando Minas, numas cidades com nomes esquisitos (não lembro de nenhum nome, mas eram estranhos...)
Pois é, estou com saudade desse povo. Mari, melhorou?
segunda-feira, outubro 27, 2003
sábado, outubro 25, 2003
No Paraíso do Havaí
O Dri comemorou o aniversário dele ontem, no maior estilo havaiano. Juntou um povo muito bom. Meio esquisitos, é verdade, no primeiro passar dos olhos. Mas no fundo, tudo boa gente, procurando o colo dos velhos amigos, um copo da bebida preferida e rir até a barriga doer.
Ah, os bons e velhos amigos...
O Dri comemorou o aniversário dele ontem, no maior estilo havaiano. Juntou um povo muito bom. Meio esquisitos, é verdade, no primeiro passar dos olhos. Mas no fundo, tudo boa gente, procurando o colo dos velhos amigos, um copo da bebida preferida e rir até a barriga doer.
Ah, os bons e velhos amigos...
sexta-feira, outubro 24, 2003
Smoking / No Smoking
De vez em quando eu tenho uma vontade louca de fumar. Quando eu tenho essa vontade às vezes eu penso: puta que pariu, são mais de três anos sem fumar, mesmo assim ainda tenho uma vontade danada. Ela vai continuar aparecendo para o resto da minha vida e mais cedo ou mais tarde, eu vou acabar voltando...
Sabe o que eu descobri? Descobri que esse pensamento só dificulta a minha decisão de não fumar naquele momento. O melhor antídoto para ele é pensar: Bom, como o resto da minha vida ainda está distante, é melhor eu arrumar um jeito de não fumar agora.
E assim, superando cada vontade, em cada momento que ela aparece, eu vou garantindo uma vida sem cigarros.
O próximo desafio é levar essa lógica para o resto.
De vez em quando eu tenho uma vontade louca de fumar. Quando eu tenho essa vontade às vezes eu penso: puta que pariu, são mais de três anos sem fumar, mesmo assim ainda tenho uma vontade danada. Ela vai continuar aparecendo para o resto da minha vida e mais cedo ou mais tarde, eu vou acabar voltando...
Sabe o que eu descobri? Descobri que esse pensamento só dificulta a minha decisão de não fumar naquele momento. O melhor antídoto para ele é pensar: Bom, como o resto da minha vida ainda está distante, é melhor eu arrumar um jeito de não fumar agora.
E assim, superando cada vontade, em cada momento que ela aparece, eu vou garantindo uma vida sem cigarros.
O próximo desafio é levar essa lógica para o resto.
quinta-feira, outubro 23, 2003
The Commitments
Ontem a banda Dejà Blue fez seu début no Festival de bandas da TIM. Foi só uma música, mas a galera mostrou a que veio. Raquel, Cavanha, Zeferino, Juliano e o Mr. Kenji fizeram bonito. Não ganharam porque rolou a maior marmelada. Ok, exagerei um pouquinho. O fato é que foi bom, muito bom. Parabéns, Galera. Parabéns, Kenji. Agora, aguardamos um show maior...
Robocop
As coisas estão saindo do controle. No meu sonho dessa noite eu morava em uma casa onde só existiam policiais. Algumas caras, inclusive, eram conhecidas, de reportagens que eu fiz pouco tempo atrás.
Tudo era muito misturado. Os outros moradores da casa eram da mesma família e da mesma corporação. As duas instituições (família e polícia), na verdade, eram a mesma coisa no sonho, não fazia muito sentido diferenciá-las. A minha presença na casa também era meio dúbia. Ali era meu espaço de trabalho e de descanso ao mesmo tempo. Eu também sabia que não fazia parte da família, que eu estava ali temporariamente. Pelo menos isso.
Ontem a banda Dejà Blue fez seu début no Festival de bandas da TIM. Foi só uma música, mas a galera mostrou a que veio. Raquel, Cavanha, Zeferino, Juliano e o Mr. Kenji fizeram bonito. Não ganharam porque rolou a maior marmelada. Ok, exagerei um pouquinho. O fato é que foi bom, muito bom. Parabéns, Galera. Parabéns, Kenji. Agora, aguardamos um show maior...
Robocop
As coisas estão saindo do controle. No meu sonho dessa noite eu morava em uma casa onde só existiam policiais. Algumas caras, inclusive, eram conhecidas, de reportagens que eu fiz pouco tempo atrás.
Tudo era muito misturado. Os outros moradores da casa eram da mesma família e da mesma corporação. As duas instituições (família e polícia), na verdade, eram a mesma coisa no sonho, não fazia muito sentido diferenciá-las. A minha presença na casa também era meio dúbia. Ali era meu espaço de trabalho e de descanso ao mesmo tempo. Eu também sabia que não fazia parte da família, que eu estava ali temporariamente. Pelo menos isso.
quarta-feira, outubro 22, 2003
Short Cuts
Sonhei que estava cobrindo um evento para a revista com a presença do governador Aécio Neves. Enquanto o mesmo chegava, alguém comenta que ele está muito doente e pode até morrer em breve. Ele passa por mim, eu reparo o ar cansado e penso: “é, parece mesmo doente.”
Uma péssima maneira de começar um dia de trabalho:
Luiz Eduardo Soares pede demissão
Frase extraída do texto “Rosto”, de Emmanuel Levinas, indicação de leitura do meu professor de filosofia:
“A ética não aparece como suplemento de uma base existencial prévia; é na ética entendida como responsabilidade que se dá o próprio nó do subjetivo. A subjetividade não é um para si: ela é, mais uma vez, inicialmente para o outro.”
Ética? Nó do subjetivo?? Gente, tem dó...
Sonhei que estava cobrindo um evento para a revista com a presença do governador Aécio Neves. Enquanto o mesmo chegava, alguém comenta que ele está muito doente e pode até morrer em breve. Ele passa por mim, eu reparo o ar cansado e penso: “é, parece mesmo doente.”
Uma péssima maneira de começar um dia de trabalho:
Luiz Eduardo Soares pede demissão
Frase extraída do texto “Rosto”, de Emmanuel Levinas, indicação de leitura do meu professor de filosofia:
“A ética não aparece como suplemento de uma base existencial prévia; é na ética entendida como responsabilidade que se dá o próprio nó do subjetivo. A subjetividade não é um para si: ela é, mais uma vez, inicialmente para o outro.”
Ética? Nó do subjetivo?? Gente, tem dó...
segunda-feira, outubro 20, 2003
Se meu apartamento falasse
No meu sonho dessa noite eu tinha alugado um apartamento e iria morar sozinha. Ele ficava no bairro floresta. Eu e o Kenji estávamos caminhando para lá com o intuito de iniciar a mudança. Encontramos o Paulinho (que esteve ontem na casa do Kenji) no viaduto de Santa Tereza e na conversa, descobrimos que seríamos vizinhos. O Paulinho morava no apartamento em cima do meu. Cheguei a pensar: “que bom, terei com quem conversar”.
O prédio lembrava muito uma casa de dois andares e era de tijolos vermelhos. Entramos no apartamento (só eu e o Kenji, o Paulinho ficou para trás) e ele estava todo mobiliado. Eu fiquei pensando se havia alugado daquele jeito ou não e o onde colocar as minhas coisas.
Um detalhe interessante é que tudo era pequeno no apartamento. O pé direito, os cômodos, as mesas e cadeiras, tudo era baixinho e pequenininho. O Kenji chegou a comentar sorrindo: “mas é tudo tão pequeno!”.
Na sala, havia vários bibelôs e um relógio antigo, algumas imagens de santos e crucifixos também. Eu pensava se poderia ou não jogar aquilo tudo fora, uma vez que apartamento era alugado, porque pretendia fazer uma outra decoração, bem mais clean.
Blowup
Sábado estivemos na Up! Uma boate ali na Savassi. Naquele ambiente, estava rolando um profundo respeito pelas opções individuais. E sem aquela onda “ó, vamos respeitar...”, tratava-se de uma premissa absolutamente interiorizada. Até os dois casais de popozudas e popozudos sentiram-se à vontade para se divertir da maneira mais conveniente para eles. Mesmo que isso envolvesse a mocinha subir em cima do sofá e dançar com a bunda na cara do seu namorado. Tudo bem, a gente entendeu. A gente já sabe que toda forma de amor vale a pena.
No meu sonho dessa noite eu tinha alugado um apartamento e iria morar sozinha. Ele ficava no bairro floresta. Eu e o Kenji estávamos caminhando para lá com o intuito de iniciar a mudança. Encontramos o Paulinho (que esteve ontem na casa do Kenji) no viaduto de Santa Tereza e na conversa, descobrimos que seríamos vizinhos. O Paulinho morava no apartamento em cima do meu. Cheguei a pensar: “que bom, terei com quem conversar”.
O prédio lembrava muito uma casa de dois andares e era de tijolos vermelhos. Entramos no apartamento (só eu e o Kenji, o Paulinho ficou para trás) e ele estava todo mobiliado. Eu fiquei pensando se havia alugado daquele jeito ou não e o onde colocar as minhas coisas.
Um detalhe interessante é que tudo era pequeno no apartamento. O pé direito, os cômodos, as mesas e cadeiras, tudo era baixinho e pequenininho. O Kenji chegou a comentar sorrindo: “mas é tudo tão pequeno!”.
Na sala, havia vários bibelôs e um relógio antigo, algumas imagens de santos e crucifixos também. Eu pensava se poderia ou não jogar aquilo tudo fora, uma vez que apartamento era alugado, porque pretendia fazer uma outra decoração, bem mais clean.
Blowup
Sábado estivemos na Up! Uma boate ali na Savassi. Naquele ambiente, estava rolando um profundo respeito pelas opções individuais. E sem aquela onda “ó, vamos respeitar...”, tratava-se de uma premissa absolutamente interiorizada. Até os dois casais de popozudas e popozudos sentiram-se à vontade para se divertir da maneira mais conveniente para eles. Mesmo que isso envolvesse a mocinha subir em cima do sofá e dançar com a bunda na cara do seu namorado. Tudo bem, a gente entendeu. A gente já sabe que toda forma de amor vale a pena.
sábado, outubro 18, 2003
sexta-feira, outubro 17, 2003
A Grande Arte
Essa noite o Walter Salles estava me dando aula de “antropologia e cinema”. Na sala, algumas pessoas conhecidas de graduação e da pós. Lá estavam, dos meus tempos de FAFICH, a, Clarice, o Sandro e a Bel (esses dois últimos, inclusive, trabalham com cinema hoje). A Marisa, minha colega da especialização também estava na sala.
No final da aula, ele começou a falar de um concurso, que a turma poderia produzir algum material para concorrer. O pessoal ficou empolgadíssimo, mas eu me desinteressei. Fui para a janela e pensei com meus botões:
É, não está adiantando nada fazer uma especialização, eu tenho é que correr atrás de outra graduação porque a comunicação em si não me atrai tanto. Se eu estudo “antropologia e comunicação” ou “filosofia e comunicação”, as discussões antropológicas e filosóficas me interessam muito mais.
Isso eu pensei no sonho.
Será?
Essa noite o Walter Salles estava me dando aula de “antropologia e cinema”. Na sala, algumas pessoas conhecidas de graduação e da pós. Lá estavam, dos meus tempos de FAFICH, a, Clarice, o Sandro e a Bel (esses dois últimos, inclusive, trabalham com cinema hoje). A Marisa, minha colega da especialização também estava na sala.
No final da aula, ele começou a falar de um concurso, que a turma poderia produzir algum material para concorrer. O pessoal ficou empolgadíssimo, mas eu me desinteressei. Fui para a janela e pensei com meus botões:
É, não está adiantando nada fazer uma especialização, eu tenho é que correr atrás de outra graduação porque a comunicação em si não me atrai tanto. Se eu estudo “antropologia e comunicação” ou “filosofia e comunicação”, as discussões antropológicas e filosóficas me interessam muito mais.
Isso eu pensei no sonho.
Será?
quinta-feira, outubro 16, 2003
Um cão andaluz
As poucas horas de sono criaram algumas imagens desconexas ligadas a uma pesquisa de opinião, o estatuto do desarmamento e uma reunião da equipe “estratégica”.
A filosofia de Alcova
Frases retiradas da 2a aula de filosofia:
Sujeito: o indivíduo com autonomia. O indivíduo capaz de fazer escolhas.
O homem definiu-se como sujeito no sec XVIII.
A mulher realiza o mesmo feito na segunda metade do sec XX.
Saber: dar forma ao conteúdo do vivido.
Tolerância: aceitar tudo aquilo que não foi escolhido. Acolher as diferenças é difícil.
A tirania da intimidade: onde você estava? Com quem? O que você estava fazendo?
O lugar da tirania da intimidade: Belo Horizonte.
Ócio: tempo interno
Negócio: a negação do ócio, do tempo para você.
Eterno: o agora do meu tempo. Eu eternizo um por do sol, esquecendo-me do passado e do futuro.
Sentido: aquilo que o sujeito atribui às coisas.
Os seres nascem sós, sofrem sós e morrem sós.
Só isso.
Platão e Aristóteles, por Rafael
As poucas horas de sono criaram algumas imagens desconexas ligadas a uma pesquisa de opinião, o estatuto do desarmamento e uma reunião da equipe “estratégica”.
A filosofia de Alcova
Frases retiradas da 2a aula de filosofia:
Sujeito: o indivíduo com autonomia. O indivíduo capaz de fazer escolhas.
O homem definiu-se como sujeito no sec XVIII.
A mulher realiza o mesmo feito na segunda metade do sec XX.
Saber: dar forma ao conteúdo do vivido.
Tolerância: aceitar tudo aquilo que não foi escolhido. Acolher as diferenças é difícil.
A tirania da intimidade: onde você estava? Com quem? O que você estava fazendo?
O lugar da tirania da intimidade: Belo Horizonte.
Ócio: tempo interno
Negócio: a negação do ócio, do tempo para você.
Eterno: o agora do meu tempo. Eu eternizo um por do sol, esquecendo-me do passado e do futuro.
Sentido: aquilo que o sujeito atribui às coisas.
Os seres nascem sós, sofrem sós e morrem sós.
Só isso.
Platão e Aristóteles, por Rafael
quarta-feira, outubro 15, 2003
The Truth About Cats & Dogs
Manter um bichinho de estimação sempre é bom. Mas a relação muda de bicho para bicho. Quem procura interação, por exemplo, não vai ter um peixe (mesmo que há peixes e peixes...). Eu tenho uma gata e um cachorro, em casas diferentes. As diferenças são incríveis.
O cachorro quer que você brinque com ele. O gato quer brincar com você.
Quando você briga com seu cachorro ele sofre, porque quer agradar sempre. Quando você briga com o gato ele também sofre, porque a brincadeira o agradava.
O cachorro tem prazer em comer. O gato tem prazer em caçar. Você enche a tigela do cachorro ele vai, todo feliz, devorar a refeição. O gato não. Ele se esconde, pula, fixa o olhar na “presa”, caminha como um verdadeiro leopardo, tudo isso para pegar um pouco de mamão amassado no potinho.
O rabo do cachorro é uma ferramenta de equilíbrio. Para o gato, é quase um computador, serve para equilibrar, entreter, comunicar, bater e até chantagear. Toda vez que você tentar fechar uma porta, ele deixa o rabinho para ver se rola uma peninha.
O cãozinho vai passar a vida inteira tentando entender o que você diz a ele. Com o tempo a gente até se espanta com a capacidade de compreensão de um cachorro adulto. Já o gato passa a vida tentando se fazer entender por você. Ele cria miados dos mais variados, responde a estímulo com miados totalmente específicos. Tudo para que um dia, você em toda a sua ignorância de não-felino, consiga compreender, e realizar evidentemente, os desejos do seu gato.
As demonstrações de carinho também variam. Por menor e delicado que um cachorro seja, ele sempre vai lamber e babar em você mais do que o necessário. Um gato é mais cuidadoso e sutil. Muitas vezes ele chega, dá uma lambidinha no seu rosto e vai embora. Você ganha o dia.
Mas cuidado para não confundir: muitas vezes o gato não pretende ser amigável quando lambe. Ele quer limpá-lo mesmo. Aliás, os bichanos são asseados como um cão jamais será.
A alegria do cão é externa, facilmente perceptível, pela boca aberta, os olhos vivos e o abanar do rabo. Um gato feliz deita por perto e, no máximo, ronrona baixinho.
O cão é bicho disponível, sempre vai estar ali para o que der vier. O gato tem seus humores, seus momentos. E se você não gosta de mordidas ou unhadas, é melhor respeitá-los.
A semelhança, entretanto, é que os animais (e quem nunca se relacionou com um que atire a primeira pedra) se apegam aos seus “provedores”, já que dono é uma palavra muito dura para uma relação tão afetiva, de uma maneira sincera, explícita e deliciosa.
Portanto, se você tem um cachorro ou um gato (ou um pássaro, um coelho, um iguana...) cuide bem dele. Ele merece.
Ah sim, relendo o texto...bem, eu também percebi. Nós somos realmente como cães e gatos
Manter um bichinho de estimação sempre é bom. Mas a relação muda de bicho para bicho. Quem procura interação, por exemplo, não vai ter um peixe (mesmo que há peixes e peixes...). Eu tenho uma gata e um cachorro, em casas diferentes. As diferenças são incríveis.
O cachorro quer que você brinque com ele. O gato quer brincar com você.
Quando você briga com seu cachorro ele sofre, porque quer agradar sempre. Quando você briga com o gato ele também sofre, porque a brincadeira o agradava.
O cachorro tem prazer em comer. O gato tem prazer em caçar. Você enche a tigela do cachorro ele vai, todo feliz, devorar a refeição. O gato não. Ele se esconde, pula, fixa o olhar na “presa”, caminha como um verdadeiro leopardo, tudo isso para pegar um pouco de mamão amassado no potinho.
O rabo do cachorro é uma ferramenta de equilíbrio. Para o gato, é quase um computador, serve para equilibrar, entreter, comunicar, bater e até chantagear. Toda vez que você tentar fechar uma porta, ele deixa o rabinho para ver se rola uma peninha.
O cãozinho vai passar a vida inteira tentando entender o que você diz a ele. Com o tempo a gente até se espanta com a capacidade de compreensão de um cachorro adulto. Já o gato passa a vida tentando se fazer entender por você. Ele cria miados dos mais variados, responde a estímulo com miados totalmente específicos. Tudo para que um dia, você em toda a sua ignorância de não-felino, consiga compreender, e realizar evidentemente, os desejos do seu gato.
As demonstrações de carinho também variam. Por menor e delicado que um cachorro seja, ele sempre vai lamber e babar em você mais do que o necessário. Um gato é mais cuidadoso e sutil. Muitas vezes ele chega, dá uma lambidinha no seu rosto e vai embora. Você ganha o dia.
Mas cuidado para não confundir: muitas vezes o gato não pretende ser amigável quando lambe. Ele quer limpá-lo mesmo. Aliás, os bichanos são asseados como um cão jamais será.
A alegria do cão é externa, facilmente perceptível, pela boca aberta, os olhos vivos e o abanar do rabo. Um gato feliz deita por perto e, no máximo, ronrona baixinho.
O cão é bicho disponível, sempre vai estar ali para o que der vier. O gato tem seus humores, seus momentos. E se você não gosta de mordidas ou unhadas, é melhor respeitá-los.
A semelhança, entretanto, é que os animais (e quem nunca se relacionou com um que atire a primeira pedra) se apegam aos seus “provedores”, já que dono é uma palavra muito dura para uma relação tão afetiva, de uma maneira sincera, explícita e deliciosa.
Portanto, se você tem um cachorro ou um gato (ou um pássaro, um coelho, um iguana...) cuide bem dele. Ele merece.
Ah sim, relendo o texto...bem, eu também percebi. Nós somos realmente como cães e gatos
terça-feira, outubro 14, 2003
It’s all true
Outro dia, acho que foi anteontem, sonhei que o Sapujo e Sassá (o Rafael) trabalhavam juntos e me convidaram para trabalhar num projeto. Quem conversou comigo no sonho foi o Sapujo. Era uma espécie de periódico, não sei se jornal, site, revista...com várias matérias no interior de Minas.
Eu agradeci o convite, mas disse que esse negócio de ficar viajando era meio complicado e que eu já tinha aprendido que encarar uma publicação sozinha, com um único jornalista, era muito difícil.
Convenhamos, será que o meu inconsciente me considera burra? Por que ele é tão evidente? Podia colocar umas imagens, uns textos mais sutis, não?
Meu inconsciente virou roteirista de Hollywood! Eles é que fazem questão de explicar tudo nos mínimos detalhes...
Banquete de Casamento
Eu e o Kenji seremos padrinhos de casamento em 2004.
Outro dia, acho que foi anteontem, sonhei que o Sapujo e Sassá (o Rafael) trabalhavam juntos e me convidaram para trabalhar num projeto. Quem conversou comigo no sonho foi o Sapujo. Era uma espécie de periódico, não sei se jornal, site, revista...com várias matérias no interior de Minas.
Eu agradeci o convite, mas disse que esse negócio de ficar viajando era meio complicado e que eu já tinha aprendido que encarar uma publicação sozinha, com um único jornalista, era muito difícil.
Convenhamos, será que o meu inconsciente me considera burra? Por que ele é tão evidente? Podia colocar umas imagens, uns textos mais sutis, não?
Meu inconsciente virou roteirista de Hollywood! Eles é que fazem questão de explicar tudo nos mínimos detalhes...
Banquete de Casamento
Eu e o Kenji seremos padrinhos de casamento em 2004.
domingo, outubro 12, 2003
O grande samba disperso
Cale-se. O pensamento é um fútil pássaro. Toda razão é medíocre. Viver é respirar; pensar já é morrer. Só Deus é dono de todas as simultaneidades. Só há um diálogo verdadeiro: o do silêncio e da voz. Se quer dizer alguma coisa, diga por exemplo:...Em minha alma se abriu, esta hora, um golfo de Guiné...
Guimarães Rosa
Cale-se. O pensamento é um fútil pássaro. Toda razão é medíocre. Viver é respirar; pensar já é morrer. Só Deus é dono de todas as simultaneidades. Só há um diálogo verdadeiro: o do silêncio e da voz. Se quer dizer alguma coisa, diga por exemplo:...Em minha alma se abriu, esta hora, um golfo de Guiné...
Guimarães Rosa
quinta-feira, outubro 09, 2003
Rebel Without a Cause
Você descobre que não tem mais 20 anos quando:
Sua pele seca.
Uma boa noite de sono já não resolve todos os seus problemas.
Você não encontra todos os seus amigos, todos os dias.
Os horários de eventos culturais ligados a cinema, vídeo, literatura, música (incluindo shows gratuitos) e dança são absolutamente incompatíveis com os seus.
Os seus hábitos alimentares passam a ser uma preocupação sua.
Você pára de enganar sua mãe e passa a enganar a si próprio.
Nada na sua vida pessoal ou profissional tem mais ou menos três meses.
Você não se surpreende quando alguém que nunca faria isso vai lá e faz.
As aulas do Fábio Martins ficam menos engraçadas.
Os princípios passam a ser mais importantes que a inteligência.
Fica mais fácil aceitar os nãos da vida.
A sua opinião, os seus princípios, a sua visão de mundo, a sua postura diante da vida, já não são as únicas coisas que importam na hora de tomar uma decisão.
Nenhuma história de vida lhe parece sem graça ou inútil.
Safiya, uma das várias nigerianas condenadas ao apedrejamento por adultério
Você descobre que não tem mais 20 anos quando:
Sua pele seca.
Uma boa noite de sono já não resolve todos os seus problemas.
Você não encontra todos os seus amigos, todos os dias.
Os horários de eventos culturais ligados a cinema, vídeo, literatura, música (incluindo shows gratuitos) e dança são absolutamente incompatíveis com os seus.
Os seus hábitos alimentares passam a ser uma preocupação sua.
Você pára de enganar sua mãe e passa a enganar a si próprio.
Nada na sua vida pessoal ou profissional tem mais ou menos três meses.
Você não se surpreende quando alguém que nunca faria isso vai lá e faz.
As aulas do Fábio Martins ficam menos engraçadas.
Os princípios passam a ser mais importantes que a inteligência.
Fica mais fácil aceitar os nãos da vida.
A sua opinião, os seus princípios, a sua visão de mundo, a sua postura diante da vida, já não são as únicas coisas que importam na hora de tomar uma decisão.
Nenhuma história de vida lhe parece sem graça ou inútil.
Safiya, uma das várias nigerianas condenadas ao apedrejamento por adultério
quarta-feira, outubro 08, 2003
Alta Tensão
Essa noite eu sonhei que tinha terminado a especialização e começado um novo curso logo em seguida, de Administração Pública. Ao final dessa nova pós eu poderia fazer uma prova e ingressar na carreira militar como tenente.
Assisti à primeira aula e achei péssima, além disso 90% da minha turma era constituída de soldados e sargentos (interessados em se tornar oficiais).
Saí da aula desanimada pensando se era aquilo mesmo que eu queria para minha vida. Aí aparece o Antônio Alves e me diz que eu deveria continuar, que eu teria estabilidade no emprego e passaria facilmente na tal prova para tenente. A única frase que martelava na minha cabeça:
- Militar? EU??
Fui pegar o elevador para ir embora. Estava louca para voltar para casa. Quando eu chego no térreo, percebo que tinha esquecida minha pasta na sala. Volto, tento pegar elevador outra vez, ele está cheio. A cena do elevador se repete algumas vezes e aquilo me angustia porque eu não consigo sair do lugar.
Bem, como diria o Kenji:
Como meus sonhos são óbvios!
Essa noite eu sonhei que tinha terminado a especialização e começado um novo curso logo em seguida, de Administração Pública. Ao final dessa nova pós eu poderia fazer uma prova e ingressar na carreira militar como tenente.
Assisti à primeira aula e achei péssima, além disso 90% da minha turma era constituída de soldados e sargentos (interessados em se tornar oficiais).
Saí da aula desanimada pensando se era aquilo mesmo que eu queria para minha vida. Aí aparece o Antônio Alves e me diz que eu deveria continuar, que eu teria estabilidade no emprego e passaria facilmente na tal prova para tenente. A única frase que martelava na minha cabeça:
- Militar? EU??
Fui pegar o elevador para ir embora. Estava louca para voltar para casa. Quando eu chego no térreo, percebo que tinha esquecida minha pasta na sala. Volto, tento pegar elevador outra vez, ele está cheio. A cena do elevador se repete algumas vezes e aquilo me angustia porque eu não consigo sair do lugar.
Bem, como diria o Kenji:
Como meus sonhos são óbvios!
terça-feira, outubro 07, 2003
Big, quero ser grande
Como já foi dito em vários blogs, quanto mais agitada sua vida, mais parado fica seu blog. Então, vamos colocar a conversa em dia nesse post gigantesco que tem de tudo menos sonhos.
Primeiro e mais importante
Para Vanessa e Joana
Mãe
Existirem mães,
Isso é um caso sério.
Afirmam que a mãe
Atrapalha tudo,
É fato, ela prende
Os erros da gente,
E era bem melhor
Não existir mãe.
Mas em todo o caso
Quando a vida está
Mais dura, mais vida,
Ninguém como a mãe
Pra agüentar a gente
Escondendo a cara
Entre os joelhos dela.
- O que você tem?...
Ela bem sabe que sabe
Porém a pergunta
É para disfarçar.
Você mente muito
Ela faz que aceita,
E a desgraça vira
Mistério para dois.
Não vê que uma amante
Nem outra mulher
Entende a verdade
Que a gente confessa
Por trás das mentiras!
Só mesmo uma mãe...
Só mesmo essa dona
Que apesar de ter
A cara raivosa
Do filho entre os seios
Marcando-lhe a carne,
Sentindo-lhe os cheiros,
Permanece virgem,
E o filho também...
Oh virgens, perdei-vos,
Pra terdes direito
A essa virgindade,
Que só as mães têm!
Mário de Andrade
Aula de Planejamento
O professor me ensinou:
os seres humanos são sistemas abertos
porque apresentam várias entradas e várias saídas.
Nos sistemas abertos e, portanto, nos seres humanos
A informação pode chegar pelas saídas e sair pelas entradas.
Também como um sistema aberto, os seres humanos
Não envelhecem:
Eles se atualizam.
Aula de filosofia
Outro professor:
“Crise moral: o momento em que, a partir de mudanças radicais, na nossa experiência cotidiana, os valores que regiam nossa vida tornam-se problemáticos”
“Paradoxo do altruísmo: só pensar no outro inviabiliza um agrupamento humano, pois ninguém tomaria a atitude de nada”
“Se burro soubesse a força da manada, ninguém comia bife”
“– A cachaça matou meu marido.
– Minha senhora, o seu marido é que matou a cachaça!”
Como já foi dito em vários blogs, quanto mais agitada sua vida, mais parado fica seu blog. Então, vamos colocar a conversa em dia nesse post gigantesco que tem de tudo menos sonhos.
Primeiro e mais importante
Para Vanessa e Joana
Mãe
Existirem mães,
Isso é um caso sério.
Afirmam que a mãe
Atrapalha tudo,
É fato, ela prende
Os erros da gente,
E era bem melhor
Não existir mãe.
Mas em todo o caso
Quando a vida está
Mais dura, mais vida,
Ninguém como a mãe
Pra agüentar a gente
Escondendo a cara
Entre os joelhos dela.
- O que você tem?...
Ela bem sabe que sabe
Porém a pergunta
É para disfarçar.
Você mente muito
Ela faz que aceita,
E a desgraça vira
Mistério para dois.
Não vê que uma amante
Nem outra mulher
Entende a verdade
Que a gente confessa
Por trás das mentiras!
Só mesmo uma mãe...
Só mesmo essa dona
Que apesar de ter
A cara raivosa
Do filho entre os seios
Marcando-lhe a carne,
Sentindo-lhe os cheiros,
Permanece virgem,
E o filho também...
Oh virgens, perdei-vos,
Pra terdes direito
A essa virgindade,
Que só as mães têm!
Mário de Andrade
Aula de Planejamento
O professor me ensinou:
os seres humanos são sistemas abertos
porque apresentam várias entradas e várias saídas.
Nos sistemas abertos e, portanto, nos seres humanos
A informação pode chegar pelas saídas e sair pelas entradas.
Também como um sistema aberto, os seres humanos
Não envelhecem:
Eles se atualizam.
Aula de filosofia
Outro professor:
“Crise moral: o momento em que, a partir de mudanças radicais, na nossa experiência cotidiana, os valores que regiam nossa vida tornam-se problemáticos”
“Paradoxo do altruísmo: só pensar no outro inviabiliza um agrupamento humano, pois ninguém tomaria a atitude de nada”
“Se burro soubesse a força da manada, ninguém comia bife”
“– A cachaça matou meu marido.
– Minha senhora, o seu marido é que matou a cachaça!”
sexta-feira, setembro 26, 2003
MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
O consumo de álcool pode fazer você pensar que está sussurrando, quando,na verdade está gritando.
O consumo de álcool pode fager foxe valar coisas dexe zeito.
O consumo de álcool pode fazer você acreditar que ex-namoradas(os) estão realmente "a fim" de receber um telefonema seu às 4 horas da madrugada.
O consumo de álcool pode fazer você se virar ao acordar e ver algo realmente escabroso deitado ao seu lado (cujo nome e/ou espécie você nem consegue se lembrar).
O consumo de álcool é a principal causa de inexplicáveis hematomas e galos na testa.
O consumo de álcool pode criar a ilusão de que você é mais esperto, sedutor e forte do que um cara muito, muito grande, cujo apelido é Montanha.
O consumo de álcool pode levá-lo a achar que as pessoas estão rindo COM você, e não DE você.
O consumo de álcool pode causar um desvio espaço/tempo, onde um pequeno (ou às vezes muito grande) intervalo de tempo pode,literalmente, desaparecer.
O consumo de álcool pode realmente CAUSAR gravidez.
Eu não roubei. Eu peguei emprestado, no blog do Stickel , amigo do Claumann
O consumo de álcool pode fazer você pensar que está sussurrando, quando,na verdade está gritando.
O consumo de álcool pode fager foxe valar coisas dexe zeito.
O consumo de álcool pode fazer você acreditar que ex-namoradas(os) estão realmente "a fim" de receber um telefonema seu às 4 horas da madrugada.
O consumo de álcool pode fazer você se virar ao acordar e ver algo realmente escabroso deitado ao seu lado (cujo nome e/ou espécie você nem consegue se lembrar).
O consumo de álcool é a principal causa de inexplicáveis hematomas e galos na testa.
O consumo de álcool pode criar a ilusão de que você é mais esperto, sedutor e forte do que um cara muito, muito grande, cujo apelido é Montanha.
O consumo de álcool pode levá-lo a achar que as pessoas estão rindo COM você, e não DE você.
O consumo de álcool pode causar um desvio espaço/tempo, onde um pequeno (ou às vezes muito grande) intervalo de tempo pode,literalmente, desaparecer.
O consumo de álcool pode realmente CAUSAR gravidez.
Eu não roubei. Eu peguei emprestado, no blog do Stickel , amigo do Claumann
quinta-feira, setembro 25, 2003
quarta-feira, setembro 24, 2003
Depois de Horas
Acho que eu sonhei com trabalho. Eu tinha uma viagem para fazer e no meio dessa confusão encontrei a Daniela Medeiros, minha colega na Super Marketing, com um chapéu preto na cabeça, estiloso, bem família real britânica.
Só sei isso.
Antes da Chuva
De repente, chegou a primavera. De uma vez. Esquentou o clima, invadiu os blogs e desprezou os casacos, meias e toquinhas. Pelo menos por enquanto, antes da chuva. Bem vinda.
Acho que eu sonhei com trabalho. Eu tinha uma viagem para fazer e no meio dessa confusão encontrei a Daniela Medeiros, minha colega na Super Marketing, com um chapéu preto na cabeça, estiloso, bem família real britânica.
Só sei isso.
Antes da Chuva
De repente, chegou a primavera. De uma vez. Esquentou o clima, invadiu os blogs e desprezou os casacos, meias e toquinhas. Pelo menos por enquanto, antes da chuva. Bem vinda.
terça-feira, setembro 23, 2003
segunda-feira, setembro 22, 2003
sexta-feira, setembro 19, 2003
Jurassic Park
A cidade havia sido invadida por dinossauros, eu e a Vaninha, minha colega de IEC estávamos trabalhando juntas na redação de um jornal e tínhamos que cobrir o fato. Interessante que essa situação não era assustadora aos nossos olhos, era “inusitada” no máximo. Eu cheguei a pensar, durante o sonho: “ai que saco, detesto cobrir essas coisas que atrapalham o trânsito, tipo passeata, manifestação na porta da prefeitura, dinossauro...”
Depois eu estava visitando meu pai. Estávamos na casa dele em Vitória de Conquista e eu mostrava algumas fotos da minha casa. No sonho, eu havia mudado há pouco tempo e meu pai não conhecia o lugar. Nas fotos, várias pessoas (que eu não sei quem são) que eu chamava de “família”. Eu sabia que não eram meus familiares, mas havia algum vínculo que não ficou muito claro durante o sonho. Essa “família” era composta de moças, rapazes e crianças, muitas crianças, desde um bebê até uma molecada de oito a dez anos.
A cidade havia sido invadida por dinossauros, eu e a Vaninha, minha colega de IEC estávamos trabalhando juntas na redação de um jornal e tínhamos que cobrir o fato. Interessante que essa situação não era assustadora aos nossos olhos, era “inusitada” no máximo. Eu cheguei a pensar, durante o sonho: “ai que saco, detesto cobrir essas coisas que atrapalham o trânsito, tipo passeata, manifestação na porta da prefeitura, dinossauro...”
Depois eu estava visitando meu pai. Estávamos na casa dele em Vitória de Conquista e eu mostrava algumas fotos da minha casa. No sonho, eu havia mudado há pouco tempo e meu pai não conhecia o lugar. Nas fotos, várias pessoas (que eu não sei quem são) que eu chamava de “família”. Eu sabia que não eram meus familiares, mas havia algum vínculo que não ficou muito claro durante o sonho. Essa “família” era composta de moças, rapazes e crianças, muitas crianças, desde um bebê até uma molecada de oito a dez anos.
terça-feira, setembro 16, 2003
Old and Young people
De domingo para segunda-feira eu sonhei que a Vanessa tinha ganhado neném. Eu estava no hospital visitando mãe e filha. A neném, embrulhada numa manta amarela, era branquinha, tinha muito cabelo, preto e liso.
A Rosi também estava lá, toda preocupada porque ninguém sabia quem era o pai da criança. No sonho, a Vanessa tinha passado mal, corrido para o hospital e lá os médicos descobriram a gravidez e fizeram o parto. Como se isso fosse possível...
Vale ressaltar que na vida real todo mudo sabe quem é o pai da criança. É o marido da Vanessa e, se eu não me engano, o nome dele é André. :-)
Meu tio
Já essa noite eu sonhei com meu tio Chico. Ele estava na casa da minha mãe, mas estávamos sozinhos, só os dois. Ele reclamava que a Caixa Econômica Federal tinha depositado só R$ 360,00 na conta dele. Segundo suas reclamações, não tinha adiantado nada economizar naquele mês porque a Caixa estava ficando com o dinheiro todo. Ele estava guardando dinheiro para viajar.
No sonho ele me pareceu mais velho. Eu olhava a pele do seu braço e pensava: tadinho, tão velhinho e não vai poder viajar esse mês.
De domingo para segunda-feira eu sonhei que a Vanessa tinha ganhado neném. Eu estava no hospital visitando mãe e filha. A neném, embrulhada numa manta amarela, era branquinha, tinha muito cabelo, preto e liso.
A Rosi também estava lá, toda preocupada porque ninguém sabia quem era o pai da criança. No sonho, a Vanessa tinha passado mal, corrido para o hospital e lá os médicos descobriram a gravidez e fizeram o parto. Como se isso fosse possível...
Vale ressaltar que na vida real todo mudo sabe quem é o pai da criança. É o marido da Vanessa e, se eu não me engano, o nome dele é André. :-)
Meu tio
Já essa noite eu sonhei com meu tio Chico. Ele estava na casa da minha mãe, mas estávamos sozinhos, só os dois. Ele reclamava que a Caixa Econômica Federal tinha depositado só R$ 360,00 na conta dele. Segundo suas reclamações, não tinha adiantado nada economizar naquele mês porque a Caixa estava ficando com o dinheiro todo. Ele estava guardando dinheiro para viajar.
No sonho ele me pareceu mais velho. Eu olhava a pele do seu braço e pensava: tadinho, tão velhinho e não vai poder viajar esse mês.
segunda-feira, setembro 15, 2003
sábado, setembro 13, 2003
Qualquer semelhança....
Isso não é um sonho, nem um pesadelo. É um caso ocorrido ontem num buteco, Kina do Massú, em Vitória da Conquista/BA
Estávamos lá eu, meu pai e a Maione. Eu pedi lambreta e meu pai um caldo de codorna.
Quando minha labreta chegou meu pai perguntou ao garçon:
- E o meu caldo? Você esqueceu de pedir?
- Caldo?
- É, um caldo de codorna, você pediu?
- Ah, pedi sim, estão fazendo...
O garçon saiu e voltou alguns minutos:
- Olhe, não tem como fazer caldo de codorna, não. Acabou.
Meu pai:
- Ah, então você não tinha pedido...
- Pedi sim...mas só me avisaram agora que não tinha....
- Sei. Então me vê um caldo de sururu, por favor.
Alguns minutos depois chega o garçon com o caldo e diz:
- O caldo de codorna do senhor.
- O caldo é de quê, meu filho?
- De codorna.
- Ah, então tinha caldo de codorna....
- É.
Meu pai está tomando o caldo, quando novamente chega o garçon:
- Aqui, senhor, o seu caldo de Sururu.
O garçon acabou entendendo que o meu pai havia pedido apenas um caldo e que portanto não aceitaria o segundo.
Mas demorou.
Isso não é um sonho, nem um pesadelo. É um caso ocorrido ontem num buteco, Kina do Massú, em Vitória da Conquista/BA
Estávamos lá eu, meu pai e a Maione. Eu pedi lambreta e meu pai um caldo de codorna.
Quando minha labreta chegou meu pai perguntou ao garçon:
- E o meu caldo? Você esqueceu de pedir?
- Caldo?
- É, um caldo de codorna, você pediu?
- Ah, pedi sim, estão fazendo...
O garçon saiu e voltou alguns minutos:
- Olhe, não tem como fazer caldo de codorna, não. Acabou.
Meu pai:
- Ah, então você não tinha pedido...
- Pedi sim...mas só me avisaram agora que não tinha....
- Sei. Então me vê um caldo de sururu, por favor.
Alguns minutos depois chega o garçon com o caldo e diz:
- O caldo de codorna do senhor.
- O caldo é de quê, meu filho?
- De codorna.
- Ah, então tinha caldo de codorna....
- É.
Meu pai está tomando o caldo, quando novamente chega o garçon:
- Aqui, senhor, o seu caldo de Sururu.
O garçon acabou entendendo que o meu pai havia pedido apenas um caldo e que portanto não aceitaria o segundo.
Mas demorou.
quarta-feira, setembro 10, 2003
Bye Bye, Brasil
Mais um sonho ligado a trabalho, misturando tudo. Estava no Pará, fazendo pesquisa de opinião para a Pinheiro Promoções (que não existe mais com esse nome).
Bom, o fato é que estou de malas prontas mais uma vez. Vou para Vitória da Conquista-BA trabalhar e de quebra ver pai e irmãos (vantagens de uma família espalhada...)
Saliento que estarei de volta para comemorar um ano de bolinhos divertidos na casa do Kenji!
Mais um sonho ligado a trabalho, misturando tudo. Estava no Pará, fazendo pesquisa de opinião para a Pinheiro Promoções (que não existe mais com esse nome).
Bom, o fato é que estou de malas prontas mais uma vez. Vou para Vitória da Conquista-BA trabalhar e de quebra ver pai e irmãos (vantagens de uma família espalhada...)
Saliento que estarei de volta para comemorar um ano de bolinhos divertidos na casa do Kenji!
terça-feira, setembro 09, 2003
sábado, setembro 06, 2003
sexta-feira, setembro 05, 2003
A Hora do pesadelo II
Bom, todo mundo sabe que eu tenho pânico de sapos. Normalmente meus piores pesadelos os envolvem.
Estávamos, eu e o Kenji, indo visitar uns amigos da Vetta. Um deles havia comprado um apartamento e chamou outros dois para dividir as despesas. Não me lembro quem eram, mas me lembro que o Arnon estava entre eles (o que não faz sentido, uma vez que o Arnon é casado e tem o Arnonzinho).
O fato é que terreno onde o prédio tinha sido construído era infestado de sapos. Quando chegamos nos jardim, era possível ver dezenas de sapos enormes e nojentos no chão, na grade e dando pulos enormes. Eu corri para dentro do apartamento e fiquei por lá, me sentido mais segura.
Lá pelas tantas, eu precisei ir buscar alguma coisa num carro atrás do prédio. O pessoal até tentou me acalmar dizendo que os sapos ficavam na parte da frente, mas eu saí um tanto quanto preocupada. Quando eu cheguei, era um pátio enorme e o carro estava lá na frente, bem distante. Eu podia ver vários sapos pulando, mas na mesma direção que eu caminhava, portanto, se afastavam. Cheguei no carro e quando estava voltando surgiu um bando de sapos, todos pulando na minha direção. Parecia que os sapos só pulavam para frente, mas como eu estava voltando, eles vinham exatamente para cima de mim.
Eu não sabia se eu ficava parada ou se seu corria para o apartamento. Eu chorava de nervoso e os sapos se encostavam em mim (isso é a pior coisa que poderia acontecer na minha vida: um sapo me encostar) e um deles, durante o salto, tocou o meu rosto. ECA! Eu não consigo mais nem contar!
Bom, todo mundo sabe que eu tenho pânico de sapos. Normalmente meus piores pesadelos os envolvem.
Estávamos, eu e o Kenji, indo visitar uns amigos da Vetta. Um deles havia comprado um apartamento e chamou outros dois para dividir as despesas. Não me lembro quem eram, mas me lembro que o Arnon estava entre eles (o que não faz sentido, uma vez que o Arnon é casado e tem o Arnonzinho).
O fato é que terreno onde o prédio tinha sido construído era infestado de sapos. Quando chegamos nos jardim, era possível ver dezenas de sapos enormes e nojentos no chão, na grade e dando pulos enormes. Eu corri para dentro do apartamento e fiquei por lá, me sentido mais segura.
Lá pelas tantas, eu precisei ir buscar alguma coisa num carro atrás do prédio. O pessoal até tentou me acalmar dizendo que os sapos ficavam na parte da frente, mas eu saí um tanto quanto preocupada. Quando eu cheguei, era um pátio enorme e o carro estava lá na frente, bem distante. Eu podia ver vários sapos pulando, mas na mesma direção que eu caminhava, portanto, se afastavam. Cheguei no carro e quando estava voltando surgiu um bando de sapos, todos pulando na minha direção. Parecia que os sapos só pulavam para frente, mas como eu estava voltando, eles vinham exatamente para cima de mim.
Eu não sabia se eu ficava parada ou se seu corria para o apartamento. Eu chorava de nervoso e os sapos se encostavam em mim (isso é a pior coisa que poderia acontecer na minha vida: um sapo me encostar) e um deles, durante o salto, tocou o meu rosto. ECA! Eu não consigo mais nem contar!
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