segunda-feira, novembro 10, 2003

TRON

Paulinho, Muriloq, Rosi, Clarice, Marcelo, Drix, Mônica, Martin e todos os outros amigos que curtem anos 80: vocês perderam. O Projeto Autobahn é excelente e o show da banda Enjoy! (from Divinópolis, dá para acreditar?) é insuperável. Muito bom mesmo.
Fotos bacanas no blog do Kenji

Office Space

Atualmente meu sonho é um novo emprego. Por falar nisso, uma empresa legal é a Multitexto Comunicação Empresarial. Meu currículo já está lá.





sábado, novembro 08, 2003

O pássaro Azul

Estava contando a seguinte história (by Gustavo) para o Kenji:

Dois meninos (um deles era o Gustavo) estavam na fazenda do avô jogando pedra nos passarinhos. O avô chegou-se e perguntou:
- O que vocês estão fazendo?
- Jogando pedra nos passarinhos.
- Não faz isso não, menino!
- Ah, vô! Não mata não, só bambeia.
Os meninos continuaram na brincadeira e o avô continuou observando.
Depois de um tempo um dos garotos consegue acertar um passarinho que cai da árvore tonto e ferido.
O avô, logo em seguida, dá um tapão na cabeça do menino que acertou o passarinho.
- Que é isso vô? Diz o menino aos prantos (na verdade, aos berros, porque doeu).
- Nada não. Isso não mata, só bambeia.

Ao final da história o Kenji diz:
- Você deveria colocar essa história no seu blog. Eu respondi:
- Ah, não sei, meu blog está meio em crise, não sei o que escrever nele porque não sei o que vai ser da minha vida diante dos últimos acontecimentos.
- Ué, escreve a história do passarinho. Até porque os últimos acontecimentos não matam, só bambeiam.

Thanx Gustavo. Thanx Kenji. ;-)


Suipa é a sociedade protetora dos animais




quinta-feira, outubro 30, 2003

A Flor do Meu Segredo

Essa noite a minha professora de Economia da Informação transformou-se em minha ginecologista. Um dado interessante é que durante a consulta ela ficava em pé, gesticulando muito, conforme são suas aulas.
Aliás, hoje é dia de consulta. Ai, ai.





terça-feira, outubro 28, 2003

Uma aventura na África

Essa noite tive um sonho bacana. Estava assistindo Globo Esporte e apareceu uma reportagem falando sobre uma viagem que a Mariana e o Biochico estavam fazendo pelo interior de Minas. Eles tinham alugado um jipe enorme, azul, e saíram desbravando Minas, numas cidades com nomes esquisitos (não lembro de nenhum nome, mas eram estranhos...)

Pois é, estou com saudade desse povo. Mari, melhorou?





segunda-feira, outubro 27, 2003

Murder

Sonhei que estava batendo no meu chefe. E pior, que estava com uma vontade imensa de esganá-lo.





sábado, outubro 25, 2003

No Paraíso do Havaí

O Dri comemorou o aniversário dele ontem, no maior estilo havaiano. Juntou um povo muito bom. Meio esquisitos, é verdade, no primeiro passar dos olhos. Mas no fundo, tudo boa gente, procurando o colo dos velhos amigos, um copo da bebida preferida e rir até a barriga doer.

Ah, os bons e velhos amigos...





sexta-feira, outubro 24, 2003

Smoking / No Smoking

De vez em quando eu tenho uma vontade louca de fumar. Quando eu tenho essa vontade às vezes eu penso: puta que pariu, são mais de três anos sem fumar, mesmo assim ainda tenho uma vontade danada. Ela vai continuar aparecendo para o resto da minha vida e mais cedo ou mais tarde, eu vou acabar voltando...
Sabe o que eu descobri? Descobri que esse pensamento só dificulta a minha decisão de não fumar naquele momento. O melhor antídoto para ele é pensar: Bom, como o resto da minha vida ainda está distante, é melhor eu arrumar um jeito de não fumar agora.
E assim, superando cada vontade, em cada momento que ela aparece, eu vou garantindo uma vida sem cigarros.

O próximo desafio é levar essa lógica para o resto.




quinta-feira, outubro 23, 2003

The Commitments

Ontem a banda Dejà Blue fez seu début no Festival de bandas da TIM. Foi só uma música, mas a galera mostrou a que veio. Raquel, Cavanha, Zeferino, Juliano e o Mr. Kenji fizeram bonito. Não ganharam porque rolou a maior marmelada. Ok, exagerei um pouquinho. O fato é que foi bom, muito bom. Parabéns, Galera. Parabéns, Kenji. Agora, aguardamos um show maior...



Robocop

As coisas estão saindo do controle. No meu sonho dessa noite eu morava em uma casa onde só existiam policiais. Algumas caras, inclusive, eram conhecidas, de reportagens que eu fiz pouco tempo atrás.

Tudo era muito misturado. Os outros moradores da casa eram da mesma família e da mesma corporação. As duas instituições (família e polícia), na verdade, eram a mesma coisa no sonho, não fazia muito sentido diferenciá-las. A minha presença na casa também era meio dúbia. Ali era meu espaço de trabalho e de descanso ao mesmo tempo. Eu também sabia que não fazia parte da família, que eu estava ali temporariamente. Pelo menos isso.



quarta-feira, outubro 22, 2003

Short Cuts

Sonhei que estava cobrindo um evento para a revista com a presença do governador Aécio Neves. Enquanto o mesmo chegava, alguém comenta que ele está muito doente e pode até morrer em breve. Ele passa por mim, eu reparo o ar cansado e penso: “é, parece mesmo doente.”

Uma péssima maneira de começar um dia de trabalho:
Luiz Eduardo Soares pede demissão

Frase extraída do texto “Rosto”, de Emmanuel Levinas, indicação de leitura do meu professor de filosofia:
“A ética não aparece como suplemento de uma base existencial prévia; é na ética entendida como responsabilidade que se dá o próprio nó do subjetivo. A subjetividade não é um para si: ela é, mais uma vez, inicialmente para o outro.”

Ética? Nó do subjetivo?? Gente, tem dó...





segunda-feira, outubro 20, 2003

Se meu apartamento falasse

No meu sonho dessa noite eu tinha alugado um apartamento e iria morar sozinha. Ele ficava no bairro floresta. Eu e o Kenji estávamos caminhando para lá com o intuito de iniciar a mudança. Encontramos o Paulinho (que esteve ontem na casa do Kenji) no viaduto de Santa Tereza e na conversa, descobrimos que seríamos vizinhos. O Paulinho morava no apartamento em cima do meu. Cheguei a pensar: “que bom, terei com quem conversar”.

O prédio lembrava muito uma casa de dois andares e era de tijolos vermelhos. Entramos no apartamento (só eu e o Kenji, o Paulinho ficou para trás) e ele estava todo mobiliado. Eu fiquei pensando se havia alugado daquele jeito ou não e o onde colocar as minhas coisas.

Um detalhe interessante é que tudo era pequeno no apartamento. O pé direito, os cômodos, as mesas e cadeiras, tudo era baixinho e pequenininho. O Kenji chegou a comentar sorrindo: “mas é tudo tão pequeno!”.

Na sala, havia vários bibelôs e um relógio antigo, algumas imagens de santos e crucifixos também. Eu pensava se poderia ou não jogar aquilo tudo fora, uma vez que apartamento era alugado, porque pretendia fazer uma outra decoração, bem mais clean.

Blowup

Sábado estivemos na Up! Uma boate ali na Savassi. Naquele ambiente, estava rolando um profundo respeito pelas opções individuais. E sem aquela onda “ó, vamos respeitar...”, tratava-se de uma premissa absolutamente interiorizada. Até os dois casais de popozudas e popozudos sentiram-se à vontade para se divertir da maneira mais conveniente para eles. Mesmo que isso envolvesse a mocinha subir em cima do sofá e dançar com a bunda na cara do seu namorado. Tudo bem, a gente entendeu. A gente já sabe que toda forma de amor vale a pena.




sábado, outubro 18, 2003

O Anjo Exterminador

Mais uma noite com sonhos esquisitos, imagens misturando preocupações distintas.

Depois um outro sonho, mas esse eu não conto não, he he.






sexta-feira, outubro 17, 2003

A Grande Arte

Essa noite o Walter Salles estava me dando aula de “antropologia e cinema”. Na sala, algumas pessoas conhecidas de graduação e da pós. Lá estavam, dos meus tempos de FAFICH, a, Clarice, o Sandro e a Bel (esses dois últimos, inclusive, trabalham com cinema hoje). A Marisa, minha colega da especialização também estava na sala.

No final da aula, ele começou a falar de um concurso, que a turma poderia produzir algum material para concorrer. O pessoal ficou empolgadíssimo, mas eu me desinteressei. Fui para a janela e pensei com meus botões:
É, não está adiantando nada fazer uma especialização, eu tenho é que correr atrás de outra graduação porque a comunicação em si não me atrai tanto. Se eu estudo “antropologia e comunicação” ou “filosofia e comunicação”, as discussões antropológicas e filosóficas me interessam muito mais.

Isso eu pensei no sonho.

Será?




quinta-feira, outubro 16, 2003

Um cão andaluz

As poucas horas de sono criaram algumas imagens desconexas ligadas a uma pesquisa de opinião, o estatuto do desarmamento e uma reunião da equipe “estratégica”.

A filosofia de Alcova

Frases retiradas da 2a aula de filosofia:

Sujeito: o indivíduo com autonomia. O indivíduo capaz de fazer escolhas.
O homem definiu-se como sujeito no sec XVIII.
A mulher realiza o mesmo feito na segunda metade do sec XX.

Saber: dar forma ao conteúdo do vivido.

Tolerância: aceitar tudo aquilo que não foi escolhido. Acolher as diferenças é difícil.

A tirania da intimidade: onde você estava? Com quem? O que você estava fazendo?

O lugar da tirania da intimidade: Belo Horizonte.

Ócio: tempo interno
Negócio: a negação do ócio, do tempo para você.

Eterno: o agora do meu tempo. Eu eternizo um por do sol, esquecendo-me do passado e do futuro.

Sentido: aquilo que o sujeito atribui às coisas.

Os seres nascem sós, sofrem sós e morrem sós.

Só isso.


Platão e Aristóteles, por Rafael



quarta-feira, outubro 15, 2003

The Truth About Cats & Dogs

Manter um bichinho de estimação sempre é bom. Mas a relação muda de bicho para bicho. Quem procura interação, por exemplo, não vai ter um peixe (mesmo que há peixes e peixes...). Eu tenho uma gata e um cachorro, em casas diferentes. As diferenças são incríveis.

O cachorro quer que você brinque com ele. O gato quer brincar com você.

Quando você briga com seu cachorro ele sofre, porque quer agradar sempre. Quando você briga com o gato ele também sofre, porque a brincadeira o agradava.

O cachorro tem prazer em comer. O gato tem prazer em caçar. Você enche a tigela do cachorro ele vai, todo feliz, devorar a refeição. O gato não. Ele se esconde, pula, fixa o olhar na “presa”, caminha como um verdadeiro leopardo, tudo isso para pegar um pouco de mamão amassado no potinho.

O rabo do cachorro é uma ferramenta de equilíbrio. Para o gato, é quase um computador, serve para equilibrar, entreter, comunicar, bater e até chantagear. Toda vez que você tentar fechar uma porta, ele deixa o rabinho para ver se rola uma peninha.

O cãozinho vai passar a vida inteira tentando entender o que você diz a ele. Com o tempo a gente até se espanta com a capacidade de compreensão de um cachorro adulto. Já o gato passa a vida tentando se fazer entender por você. Ele cria miados dos mais variados, responde a estímulo com miados totalmente específicos. Tudo para que um dia, você em toda a sua ignorância de não-felino, consiga compreender, e realizar evidentemente, os desejos do seu gato.

As demonstrações de carinho também variam. Por menor e delicado que um cachorro seja, ele sempre vai lamber e babar em você mais do que o necessário. Um gato é mais cuidadoso e sutil. Muitas vezes ele chega, dá uma lambidinha no seu rosto e vai embora. Você ganha o dia.

Mas cuidado para não confundir: muitas vezes o gato não pretende ser amigável quando lambe. Ele quer limpá-lo mesmo. Aliás, os bichanos são asseados como um cão jamais será.

A alegria do cão é externa, facilmente perceptível, pela boca aberta, os olhos vivos e o abanar do rabo. Um gato feliz deita por perto e, no máximo, ronrona baixinho.

O cão é bicho disponível, sempre vai estar ali para o que der vier. O gato tem seus humores, seus momentos. E se você não gosta de mordidas ou unhadas, é melhor respeitá-los.

A semelhança, entretanto, é que os animais (e quem nunca se relacionou com um que atire a primeira pedra) se apegam aos seus “provedores”, já que dono é uma palavra muito dura para uma relação tão afetiva, de uma maneira sincera, explícita e deliciosa.

Portanto, se você tem um cachorro ou um gato (ou um pássaro, um coelho, um iguana...) cuide bem dele. Ele merece.

Ah sim, relendo o texto...bem, eu também percebi. Nós somos realmente como cães e gatos






terça-feira, outubro 14, 2003

It’s all true

Outro dia, acho que foi anteontem, sonhei que o Sapujo e Sassá (o Rafael) trabalhavam juntos e me convidaram para trabalhar num projeto. Quem conversou comigo no sonho foi o Sapujo. Era uma espécie de periódico, não sei se jornal, site, revista...com várias matérias no interior de Minas.
Eu agradeci o convite, mas disse que esse negócio de ficar viajando era meio complicado e que eu já tinha aprendido que encarar uma publicação sozinha, com um único jornalista, era muito difícil.

Convenhamos, será que o meu inconsciente me considera burra? Por que ele é tão evidente? Podia colocar umas imagens, uns textos mais sutis, não?
Meu inconsciente virou roteirista de Hollywood! Eles é que fazem questão de explicar tudo nos mínimos detalhes...



Banquete de Casamento

Eu e o Kenji seremos padrinhos de casamento em 2004.






domingo, outubro 12, 2003

O grande samba disperso

Cale-se. O pensamento é um fútil pássaro. Toda razão é medíocre. Viver é respirar; pensar já é morrer. Só Deus é dono de todas as simultaneidades. Só há um diálogo verdadeiro: o do silêncio e da voz. Se quer dizer alguma coisa, diga por exemplo:...Em minha alma se abriu, esta hora, um golfo de Guiné...

Guimarães Rosa





quinta-feira, outubro 09, 2003

Rebel Without a Cause

Você descobre que não tem mais 20 anos quando:

Sua pele seca.

Uma boa noite de sono já não resolve todos os seus problemas.

Você não encontra todos os seus amigos, todos os dias.

Os horários de eventos culturais ligados a cinema, vídeo, literatura, música (incluindo shows gratuitos) e dança são absolutamente incompatíveis com os seus.

Os seus hábitos alimentares passam a ser uma preocupação sua.

Você pára de enganar sua mãe e passa a enganar a si próprio.

Nada na sua vida pessoal ou profissional tem mais ou menos três meses.

Você não se surpreende quando alguém que nunca faria isso vai lá e faz.

As aulas do Fábio Martins ficam menos engraçadas.

Os princípios passam a ser mais importantes que a inteligência.

Fica mais fácil aceitar os nãos da vida.

A sua opinião, os seus princípios, a sua visão de mundo, a sua postura diante da vida, já não são as únicas coisas que importam na hora de tomar uma decisão.

Nenhuma história de vida lhe parece sem graça ou inútil.


Safiya, uma das várias nigerianas condenadas ao apedrejamento por adultério





quarta-feira, outubro 08, 2003

Alta Tensão

Essa noite eu sonhei que tinha terminado a especialização e começado um novo curso logo em seguida, de Administração Pública. Ao final dessa nova pós eu poderia fazer uma prova e ingressar na carreira militar como tenente.
Assisti à primeira aula e achei péssima, além disso 90% da minha turma era constituída de soldados e sargentos (interessados em se tornar oficiais).
Saí da aula desanimada pensando se era aquilo mesmo que eu queria para minha vida. Aí aparece o Antônio Alves e me diz que eu deveria continuar, que eu teria estabilidade no emprego e passaria facilmente na tal prova para tenente. A única frase que martelava na minha cabeça:

- Militar? EU??

Fui pegar o elevador para ir embora. Estava louca para voltar para casa. Quando eu chego no térreo, percebo que tinha esquecida minha pasta na sala. Volto, tento pegar elevador outra vez, ele está cheio. A cena do elevador se repete algumas vezes e aquilo me angustia porque eu não consigo sair do lugar.

Bem, como diria o Kenji:
Como meus sonhos são óbvios!




terça-feira, outubro 07, 2003

Big, quero ser grande

Como já foi dito em vários blogs, quanto mais agitada sua vida, mais parado fica seu blog. Então, vamos colocar a conversa em dia nesse post gigantesco que tem de tudo menos sonhos.

Primeiro e mais importante

Para Vanessa e Joana

Mãe

Existirem mães,
Isso é um caso sério.
Afirmam que a mãe
Atrapalha tudo,
É fato, ela prende
Os erros da gente,
E era bem melhor
Não existir mãe.
Mas em todo o caso
Quando a vida está
Mais dura, mais vida,
Ninguém como a mãe
Pra agüentar a gente
Escondendo a cara
Entre os joelhos dela.
- O que você tem?...
Ela bem sabe que sabe
Porém a pergunta
É para disfarçar.
Você mente muito
Ela faz que aceita,
E a desgraça vira
Mistério para dois.
Não vê que uma amante
Nem outra mulher
Entende a verdade
Que a gente confessa
Por trás das mentiras!
Só mesmo uma mãe...
Só mesmo essa dona
Que apesar de ter
A cara raivosa
Do filho entre os seios
Marcando-lhe a carne,
Sentindo-lhe os cheiros,
Permanece virgem,
E o filho também...
Oh virgens, perdei-vos,
Pra terdes direito
A essa virgindade,
Que só as mães têm!

Mário de Andrade

Aula de Planejamento

O professor me ensinou:
os seres humanos são sistemas abertos
porque apresentam várias entradas e várias saídas.
Nos sistemas abertos e, portanto, nos seres humanos
A informação pode chegar pelas saídas e sair pelas entradas.
Também como um sistema aberto, os seres humanos
Não envelhecem:
Eles se atualizam.

Aula de filosofia

Outro professor:

“Crise moral: o momento em que, a partir de mudanças radicais, na nossa experiência cotidiana, os valores que regiam nossa vida tornam-se problemáticos”

“Paradoxo do altruísmo: só pensar no outro inviabiliza um agrupamento humano, pois ninguém tomaria a atitude de nada”

“Se burro soubesse a força da manada, ninguém comia bife”

“– A cachaça matou meu marido.
– Minha senhora, o seu marido é que matou a cachaça!”





sexta-feira, setembro 26, 2003

MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:

O consumo de álcool pode fazer você pensar que está sussurrando, quando,na verdade está gritando.

O consumo de álcool pode fager foxe valar coisas dexe zeito.

O consumo de álcool pode fazer você acreditar que ex-namoradas(os) estão realmente "a fim" de receber um telefonema seu às 4 horas da madrugada.

O consumo de álcool pode fazer você se virar ao acordar e ver algo realmente escabroso deitado ao seu lado (cujo nome e/ou espécie você nem consegue se lembrar).

O consumo de álcool é a principal causa de inexplicáveis hematomas e galos na testa.

O consumo de álcool pode criar a ilusão de que você é mais esperto, sedutor e forte do que um cara muito, muito grande, cujo apelido é Montanha.

O consumo de álcool pode levá-lo a achar que as pessoas estão rindo COM você, e não DE você.

O consumo de álcool pode causar um desvio espaço/tempo, onde um pequeno (ou às vezes muito grande) intervalo de tempo pode,literalmente, desaparecer.

O consumo de álcool pode realmente CAUSAR gravidez.

Eu não roubei. Eu peguei emprestado, no blog do Stickel , amigo do Claumann

quinta-feira, setembro 25, 2003

Gata em teto de zinco quente

Essa noite eu sonhei com a Zen! Eu a protegia de um grupo de malfeitores de gatos. Ela ainda era filhote e pulava tentando escapar dos vilões. Eu corria atrás deles (eram vários, mas não me lembro de rostos) muito brava, porque queriam fazer mal à minha gatinha.



quarta-feira, setembro 24, 2003

Depois de Horas

Acho que eu sonhei com trabalho. Eu tinha uma viagem para fazer e no meio dessa confusão encontrei a Daniela Medeiros, minha colega na Super Marketing, com um chapéu preto na cabeça, estiloso, bem família real britânica.
Só sei isso.

Antes da Chuva

De repente, chegou a primavera. De uma vez. Esquentou o clima, invadiu os blogs e desprezou os casacos, meias e toquinhas. Pelo menos por enquanto, antes da chuva. Bem vinda.



terça-feira, setembro 23, 2003

Estratégia

Dia vai vir
Você vai ter que travar
Batalhas de verdade

Ai da tua estratégia
Ai da tua tática
Ai da tua defesa
Ai do teu ataque
Se você não fez bom uso
Do tempo da sua paz

Pense nisto, rapaz
E nunca, nunca, nunca mais
Olhe pra frente
Sem antes olhar pra trás


P. Leminski


segunda-feira, setembro 22, 2003

Noite Alucinante II

Mais um ano, mais bolinhos, mais diversão garantida ou sua cuba-light de volta. Mais uma vez os amigos fizeram toda a diferença. E como não podia deixar de ser, a festa.

Thanx, Galera!




sexta-feira, setembro 19, 2003

Jurassic Park

A cidade havia sido invadida por dinossauros, eu e a Vaninha, minha colega de IEC estávamos trabalhando juntas na redação de um jornal e tínhamos que cobrir o fato. Interessante que essa situação não era assustadora aos nossos olhos, era “inusitada” no máximo. Eu cheguei a pensar, durante o sonho: “ai que saco, detesto cobrir essas coisas que atrapalham o trânsito, tipo passeata, manifestação na porta da prefeitura, dinossauro...”




Depois eu estava visitando meu pai. Estávamos na casa dele em Vitória de Conquista e eu mostrava algumas fotos da minha casa. No sonho, eu havia mudado há pouco tempo e meu pai não conhecia o lugar. Nas fotos, várias pessoas (que eu não sei quem são) que eu chamava de “família”. Eu sabia que não eram meus familiares, mas havia algum vínculo que não ficou muito claro durante o sonho. Essa “família” era composta de moças, rapazes e crianças, muitas crianças, desde um bebê até uma molecada de oito a dez anos.

terça-feira, setembro 16, 2003

Old and Young people



De domingo para segunda-feira eu sonhei que a Vanessa tinha ganhado neném. Eu estava no hospital visitando mãe e filha. A neném, embrulhada numa manta amarela, era branquinha, tinha muito cabelo, preto e liso.

A Rosi também estava lá, toda preocupada porque ninguém sabia quem era o pai da criança. No sonho, a Vanessa tinha passado mal, corrido para o hospital e lá os médicos descobriram a gravidez e fizeram o parto. Como se isso fosse possível...

Vale ressaltar que na vida real todo mudo sabe quem é o pai da criança. É o marido da Vanessa e, se eu não me engano, o nome dele é André. :-)

Meu tio

Já essa noite eu sonhei com meu tio Chico. Ele estava na casa da minha mãe, mas estávamos sozinhos, só os dois. Ele reclamava que a Caixa Econômica Federal tinha depositado só R$ 360,00 na conta dele. Segundo suas reclamações, não tinha adiantado nada economizar naquele mês porque a Caixa estava ficando com o dinheiro todo. Ele estava guardando dinheiro para viajar.

No sonho ele me pareceu mais velho. Eu olhava a pele do seu braço e pensava: tadinho, tão velhinho e não vai poder viajar esse mês.
Imperdível

Venha comemorar 01 ano de bolinhos divertidos!



Sábado agora, 20/09, na casa do Kenji, a partir de 19h.

Se você lê esse blog, está convidado. ;o)

segunda-feira, setembro 15, 2003

Thanx, Rosi!


Não resisto ou thanx, Kenji

Amigos GLBT vejam o que eu ganhei:



Além da biografia do Leminski e o Ave, Palavra do Rosa.



Não estou podendo??

Uma constatação: a coisa mais próxima que tivemos da Cher no Brasil foi a Rosana.

sábado, setembro 13, 2003

Qualquer semelhança....

Isso não é um sonho, nem um pesadelo. É um caso ocorrido ontem num buteco, Kina do Massú, em Vitória da Conquista/BA

Estávamos lá eu, meu pai e a Maione. Eu pedi lambreta e meu pai um caldo de codorna.
Quando minha labreta chegou meu pai perguntou ao garçon:
- E o meu caldo? Você esqueceu de pedir?
- Caldo?
- É, um caldo de codorna, você pediu?
- Ah, pedi sim, estão fazendo...
O garçon saiu e voltou alguns minutos:
- Olhe, não tem como fazer caldo de codorna, não. Acabou.
Meu pai:
- Ah, então você não tinha pedido...
- Pedi sim...mas só me avisaram agora que não tinha....
- Sei. Então me vê um caldo de sururu, por favor.
Alguns minutos depois chega o garçon com o caldo e diz:
- O caldo de codorna do senhor.
- O caldo é de quê, meu filho?
- De codorna.
- Ah, então tinha caldo de codorna....
- É.
Meu pai está tomando o caldo, quando novamente chega o garçon:
- Aqui, senhor, o seu caldo de Sururu.

O garçon acabou entendendo que o meu pai havia pedido apenas um caldo e que portanto não aceitaria o segundo.

Mas demorou.

quarta-feira, setembro 10, 2003

Bye Bye, Brasil

Mais um sonho ligado a trabalho, misturando tudo. Estava no Pará, fazendo pesquisa de opinião para a Pinheiro Promoções (que não existe mais com esse nome).

Bom, o fato é que estou de malas prontas mais uma vez. Vou para Vitória da Conquista-BA trabalhar e de quebra ver pai e irmãos (vantagens de uma família espalhada...)

Saliento que estarei de volta para comemorar um ano de bolinhos divertidos na casa do Kenji!



terça-feira, setembro 09, 2003

Profissão: Perigo

Sonhei com trabalho, para variar. Mas dessa vez, sei lá, foi meio esquisito...



sábado, setembro 06, 2003

Meu querido presidente

Sonhei com o Lula e com o meu pai. Eles se revezavam nos seus papéis tradicionais e eu não me lembro bem se o Lula era meu pai ou se meu pai era presidente da República.



sexta-feira, setembro 05, 2003

A Hora do pesadelo II



Bom, todo mundo sabe que eu tenho pânico de sapos. Normalmente meus piores pesadelos os envolvem.

Estávamos, eu e o Kenji, indo visitar uns amigos da Vetta. Um deles havia comprado um apartamento e chamou outros dois para dividir as despesas. Não me lembro quem eram, mas me lembro que o Arnon estava entre eles (o que não faz sentido, uma vez que o Arnon é casado e tem o Arnonzinho).
O fato é que terreno onde o prédio tinha sido construído era infestado de sapos. Quando chegamos nos jardim, era possível ver dezenas de sapos enormes e nojentos no chão, na grade e dando pulos enormes. Eu corri para dentro do apartamento e fiquei por lá, me sentido mais segura.

Lá pelas tantas, eu precisei ir buscar alguma coisa num carro atrás do prédio. O pessoal até tentou me acalmar dizendo que os sapos ficavam na parte da frente, mas eu saí um tanto quanto preocupada. Quando eu cheguei, era um pátio enorme e o carro estava lá na frente, bem distante. Eu podia ver vários sapos pulando, mas na mesma direção que eu caminhava, portanto, se afastavam. Cheguei no carro e quando estava voltando surgiu um bando de sapos, todos pulando na minha direção. Parecia que os sapos só pulavam para frente, mas como eu estava voltando, eles vinham exatamente para cima de mim.

Eu não sabia se eu ficava parada ou se seu corria para o apartamento. Eu chorava de nervoso e os sapos se encostavam em mim (isso é a pior coisa que poderia acontecer na minha vida: um sapo me encostar) e um deles, durante o salto, tocou o meu rosto. ECA! Eu não consigo mais nem contar!




quinta-feira, setembro 04, 2003

Sociedade dos Poetas Mortos

Essa noite eu sonhei que Charles Chaplin, Adolph Hitler e Albert Einstein estudaram na mesma sala na faculdade. Eu me lembro de comentar com o Kenji: “não é engraçado que três figuras históricas tenham coincidentemente estudado juntos?”

Nesse mesmo sonho eu estava me preparando para ir a uma festa. Na verdade, não me lembro muito bem, mas em uma das cenas eu estava escolhendo entre duas camisetas, uma azul e outra branca, qual colocar para sair. Durante o sonho, eu cheguei a encontrar o Almindo e a Raquel, minha colega do IEC. Tenho a impressão que eu não cheguei à tal festa, sonhei apenas com os preparativos.


segunda-feira, setembro 01, 2003

Monstros S.A.

Sonhei que estava assistindo Monstros S.A. (na verdade, nunca assisti esse filme) e o enredo era o seguinte: o bicho papão tinha perdido o bichinho de pelúcia dele e por isso não estava conseguindo dormir.

Não é uma gracinha?



sexta-feira, agosto 29, 2003

Voltei!

Eixão
Ricardo Senna Guimarães

Essas nossas tesourinhas
são de cortar o coração
ela ia pro eixinho de cima
e eu queria voltar pela contramão
nosso destino se decidia
embaixo do eixão



sexta-feira, agosto 22, 2003

A Hora do Pesadelo

Essa noite eu sonhei que tinha perdido o avião para Brasília.


quinta-feira, agosto 21, 2003

Andréa Dória

Sonhei que uma amiga tinha terminado um namoro de muito tempo. Aí eu fui para a casa dela dar uma força. Quando eu cheguei, ela
estava realmente muito triste e para ocupar o tempo ficava escrevendo as letras das músicas do Renato Russo num caderno enorme.
Eu com meus botões pensava: ser amiga também é padecer no paraíso...

Meninos e Meninas
Letra: Renato Russo
Música: Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá

Quero me encontrar mas não sei onde estou.
Vem comigo procurar um lugar mais calmo.
Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita.
Tenho quase certeza que eu não sou daqui.

Acho que gosto de S. Paulo. E gosto de S. João.
Gosto de S. Francisco. E S. Sebastião.
E eu gosto de meninos e meninas.

Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim prá sempre.
Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente.
Estou cansado de bater e ninguém abrir.
Você me deixou sentindo tanto frio.
Não sei mais o que dizer.

Te fiz comida. Velei teu sono. Fui teu amigo.
Te levei comigo e me diz: Prá mim o que é que ficou?

Me deixa ver como viver é bom.
Não é a vida como está e sim as coisas como são.
Você não quis tentar me ajudar.
Então a culpa é de quem? A culpa é de quem?

Eu canto em português errado.
Acho que o imperfeito não participa do passado.
Troco as pessoas.
Troco os pronomes.

Preciso de oxigênio.
Preciso ter amigos.
Preciso ter dinheiro.
Preciso de carinho.

Acho que te amava.
Agora acho que te odeio.
São tudo pequenas coisas.
E tudo deve passar.

Acho que gosto de S. Paulo. Gosto de S. João.
Gosto de S. Francisco. E S. Sebastião.
E eu gosto de meninos e meninas.


quarta-feira, agosto 20, 2003

Recordar...é viver

No Colo da Serra
Toquinho e Vinícius de Moraes

Uma casinha qualquer no colo da serra
Um palmo de terra pra se plantar
O colo de uma mulher, uma companheira
Uma brasileira pra se amar
Se eu tiver que lutar
Vou é lutar por ela
Se eu tiver que morrer
Vou é morrer por ela
E se eu tiver que ser feliz
Você vai ter que ser feliz também
Homens vieram na noite em gritos de guerra
Feriram a terra, o céu e o mar
Homens ficaram no chão mirando as estrelas
Mas sem poder vê-las no céu brilhar
E o que mais prometer aos herdeiros da vida?
E que versos fazer à mulher concebida?
E quando alguém morrer assim
Vai ser a morte para mim também
E que versos fazer à mulher concebida?
Se eu tiver que morrer
Vou morrer pela vida


segunda-feira, agosto 18, 2003

Baile Perfumado

Essa noite eu sonhei que estava fazendo uma festa. Era uma espécie de domingo feliz, só que maior. O Almindo estava, o pessoal da revista e a minha mãezinha também. Lembro que eu ficava preocupada em distribuir as comidas: tinha pão de queijo e pão de batata com patê.

É, eu sei, isso não é um sonho, é um dejà vu. :)


sexta-feira, agosto 15, 2003

Vagas para Moças de Fino Trato

Estávamos em um hotel. De repente eu, a Mônica e a Rosi entramos sem querer num elevador. Imediatamente ele fechou a porta e subiu. A Primeira coisa que eu reparei foi que não havia um painel de controle dentro do elevador e comecei a ficar com medo.

O elevador parou e nós descemos num barraco, tipo de uma favela, com muito mato em volta e cercado com arame farpado. Do outro lado da cerca um menino de uns 10 anos nos fotografava (eu via o flash no meio do matagal) e ria sadicamente.

Eu tinha certeza que nós estávamos correndo risco naquele lugar. Então puxei as meninas e nós saímos correndo. Conseguimos escapar e começamos a descer um morro por uma estradinha de terra batida. Encontramos vários policiais militares no caminho e começamos a conversar com eles. Contamos a história toda e pedimos para que eles investigassem porque nossos medos eram: o dono da casa, que não chegou a nos pegar, nos perseguisse ou que ele usasse o “truque do elevador” (eu usei esse termo) com outras mulheres.

Evidentemente, os policiais não deram a menor pelota para o que falamos e vieram com o velho papo: “se não aconteceu nada, nós não temos o que investigar”.


quinta-feira, agosto 14, 2003

Brincando nos campos do senhor

Essa noite eu sonhei que estava defedendo uma índia na justiça. Umas mulheres da Bahia queriam tirar o filhinho dela para ficar com as suas terras e comida.
Meu desafio era provar para a juíza que essas mulheres eram ambiciosas e não pensavam na criança. Também estava preocupada em explicar para a índia qual era o problema, já que ela não entendia português, muito menos o que era uma disputa judicial.
Eu comecei a ficar mais tranquila quando a índia colocou várias flores laranjas na mesa para ela, para mim e para juíza. Junto com as flores também estava uma folha de papel em branco.



quarta-feira, agosto 13, 2003

De volta para o futuro

O Michael J. Fox estava no aniversário do Kenji. Eu e o Almindo estávamos conversando com ele e pretendíamos convidá-lo para trabalhar na revista Estratégia como contato publicitário.
A namorada dele era a Fabiana uma amiga minha de Santos que eu não vejo há muito tempo, acho que mais de dez anos.