segunda-feira, novembro 03, 2003
quinta-feira, outubro 30, 2003
terça-feira, outubro 28, 2003
Uma aventura na África
Essa noite tive um sonho bacana. Estava assistindo Globo Esporte e apareceu uma reportagem falando sobre uma viagem que a Mariana e o Biochico estavam fazendo pelo interior de Minas. Eles tinham alugado um jipe enorme, azul, e saíram desbravando Minas, numas cidades com nomes esquisitos (não lembro de nenhum nome, mas eram estranhos...)
Pois é, estou com saudade desse povo. Mari, melhorou?
Essa noite tive um sonho bacana. Estava assistindo Globo Esporte e apareceu uma reportagem falando sobre uma viagem que a Mariana e o Biochico estavam fazendo pelo interior de Minas. Eles tinham alugado um jipe enorme, azul, e saíram desbravando Minas, numas cidades com nomes esquisitos (não lembro de nenhum nome, mas eram estranhos...)
Pois é, estou com saudade desse povo. Mari, melhorou?
segunda-feira, outubro 27, 2003
sábado, outubro 25, 2003
No Paraíso do Havaí
O Dri comemorou o aniversário dele ontem, no maior estilo havaiano. Juntou um povo muito bom. Meio esquisitos, é verdade, no primeiro passar dos olhos. Mas no fundo, tudo boa gente, procurando o colo dos velhos amigos, um copo da bebida preferida e rir até a barriga doer.
Ah, os bons e velhos amigos...
O Dri comemorou o aniversário dele ontem, no maior estilo havaiano. Juntou um povo muito bom. Meio esquisitos, é verdade, no primeiro passar dos olhos. Mas no fundo, tudo boa gente, procurando o colo dos velhos amigos, um copo da bebida preferida e rir até a barriga doer.
Ah, os bons e velhos amigos...
sexta-feira, outubro 24, 2003
Smoking / No Smoking
De vez em quando eu tenho uma vontade louca de fumar. Quando eu tenho essa vontade às vezes eu penso: puta que pariu, são mais de três anos sem fumar, mesmo assim ainda tenho uma vontade danada. Ela vai continuar aparecendo para o resto da minha vida e mais cedo ou mais tarde, eu vou acabar voltando...
Sabe o que eu descobri? Descobri que esse pensamento só dificulta a minha decisão de não fumar naquele momento. O melhor antídoto para ele é pensar: Bom, como o resto da minha vida ainda está distante, é melhor eu arrumar um jeito de não fumar agora.
E assim, superando cada vontade, em cada momento que ela aparece, eu vou garantindo uma vida sem cigarros.
O próximo desafio é levar essa lógica para o resto.
De vez em quando eu tenho uma vontade louca de fumar. Quando eu tenho essa vontade às vezes eu penso: puta que pariu, são mais de três anos sem fumar, mesmo assim ainda tenho uma vontade danada. Ela vai continuar aparecendo para o resto da minha vida e mais cedo ou mais tarde, eu vou acabar voltando...
Sabe o que eu descobri? Descobri que esse pensamento só dificulta a minha decisão de não fumar naquele momento. O melhor antídoto para ele é pensar: Bom, como o resto da minha vida ainda está distante, é melhor eu arrumar um jeito de não fumar agora.
E assim, superando cada vontade, em cada momento que ela aparece, eu vou garantindo uma vida sem cigarros.
O próximo desafio é levar essa lógica para o resto.
quinta-feira, outubro 23, 2003
The Commitments
Ontem a banda Dejà Blue fez seu début no Festival de bandas da TIM. Foi só uma música, mas a galera mostrou a que veio. Raquel, Cavanha, Zeferino, Juliano e o Mr. Kenji fizeram bonito. Não ganharam porque rolou a maior marmelada. Ok, exagerei um pouquinho. O fato é que foi bom, muito bom. Parabéns, Galera. Parabéns, Kenji. Agora, aguardamos um show maior...
Robocop
As coisas estão saindo do controle. No meu sonho dessa noite eu morava em uma casa onde só existiam policiais. Algumas caras, inclusive, eram conhecidas, de reportagens que eu fiz pouco tempo atrás.
Tudo era muito misturado. Os outros moradores da casa eram da mesma família e da mesma corporação. As duas instituições (família e polícia), na verdade, eram a mesma coisa no sonho, não fazia muito sentido diferenciá-las. A minha presença na casa também era meio dúbia. Ali era meu espaço de trabalho e de descanso ao mesmo tempo. Eu também sabia que não fazia parte da família, que eu estava ali temporariamente. Pelo menos isso.
Ontem a banda Dejà Blue fez seu début no Festival de bandas da TIM. Foi só uma música, mas a galera mostrou a que veio. Raquel, Cavanha, Zeferino, Juliano e o Mr. Kenji fizeram bonito. Não ganharam porque rolou a maior marmelada. Ok, exagerei um pouquinho. O fato é que foi bom, muito bom. Parabéns, Galera. Parabéns, Kenji. Agora, aguardamos um show maior...
Robocop
As coisas estão saindo do controle. No meu sonho dessa noite eu morava em uma casa onde só existiam policiais. Algumas caras, inclusive, eram conhecidas, de reportagens que eu fiz pouco tempo atrás.
Tudo era muito misturado. Os outros moradores da casa eram da mesma família e da mesma corporação. As duas instituições (família e polícia), na verdade, eram a mesma coisa no sonho, não fazia muito sentido diferenciá-las. A minha presença na casa também era meio dúbia. Ali era meu espaço de trabalho e de descanso ao mesmo tempo. Eu também sabia que não fazia parte da família, que eu estava ali temporariamente. Pelo menos isso.
quarta-feira, outubro 22, 2003
Short Cuts
Sonhei que estava cobrindo um evento para a revista com a presença do governador Aécio Neves. Enquanto o mesmo chegava, alguém comenta que ele está muito doente e pode até morrer em breve. Ele passa por mim, eu reparo o ar cansado e penso: “é, parece mesmo doente.”
Uma péssima maneira de começar um dia de trabalho:
Luiz Eduardo Soares pede demissão
Frase extraída do texto “Rosto”, de Emmanuel Levinas, indicação de leitura do meu professor de filosofia:
“A ética não aparece como suplemento de uma base existencial prévia; é na ética entendida como responsabilidade que se dá o próprio nó do subjetivo. A subjetividade não é um para si: ela é, mais uma vez, inicialmente para o outro.”
Ética? Nó do subjetivo?? Gente, tem dó...
Sonhei que estava cobrindo um evento para a revista com a presença do governador Aécio Neves. Enquanto o mesmo chegava, alguém comenta que ele está muito doente e pode até morrer em breve. Ele passa por mim, eu reparo o ar cansado e penso: “é, parece mesmo doente.”
Uma péssima maneira de começar um dia de trabalho:
Luiz Eduardo Soares pede demissão
Frase extraída do texto “Rosto”, de Emmanuel Levinas, indicação de leitura do meu professor de filosofia:
“A ética não aparece como suplemento de uma base existencial prévia; é na ética entendida como responsabilidade que se dá o próprio nó do subjetivo. A subjetividade não é um para si: ela é, mais uma vez, inicialmente para o outro.”
Ética? Nó do subjetivo?? Gente, tem dó...
segunda-feira, outubro 20, 2003
Se meu apartamento falasse
No meu sonho dessa noite eu tinha alugado um apartamento e iria morar sozinha. Ele ficava no bairro floresta. Eu e o Kenji estávamos caminhando para lá com o intuito de iniciar a mudança. Encontramos o Paulinho (que esteve ontem na casa do Kenji) no viaduto de Santa Tereza e na conversa, descobrimos que seríamos vizinhos. O Paulinho morava no apartamento em cima do meu. Cheguei a pensar: “que bom, terei com quem conversar”.
O prédio lembrava muito uma casa de dois andares e era de tijolos vermelhos. Entramos no apartamento (só eu e o Kenji, o Paulinho ficou para trás) e ele estava todo mobiliado. Eu fiquei pensando se havia alugado daquele jeito ou não e o onde colocar as minhas coisas.
Um detalhe interessante é que tudo era pequeno no apartamento. O pé direito, os cômodos, as mesas e cadeiras, tudo era baixinho e pequenininho. O Kenji chegou a comentar sorrindo: “mas é tudo tão pequeno!”.
Na sala, havia vários bibelôs e um relógio antigo, algumas imagens de santos e crucifixos também. Eu pensava se poderia ou não jogar aquilo tudo fora, uma vez que apartamento era alugado, porque pretendia fazer uma outra decoração, bem mais clean.
Blowup
Sábado estivemos na Up! Uma boate ali na Savassi. Naquele ambiente, estava rolando um profundo respeito pelas opções individuais. E sem aquela onda “ó, vamos respeitar...”, tratava-se de uma premissa absolutamente interiorizada. Até os dois casais de popozudas e popozudos sentiram-se à vontade para se divertir da maneira mais conveniente para eles. Mesmo que isso envolvesse a mocinha subir em cima do sofá e dançar com a bunda na cara do seu namorado. Tudo bem, a gente entendeu. A gente já sabe que toda forma de amor vale a pena.
No meu sonho dessa noite eu tinha alugado um apartamento e iria morar sozinha. Ele ficava no bairro floresta. Eu e o Kenji estávamos caminhando para lá com o intuito de iniciar a mudança. Encontramos o Paulinho (que esteve ontem na casa do Kenji) no viaduto de Santa Tereza e na conversa, descobrimos que seríamos vizinhos. O Paulinho morava no apartamento em cima do meu. Cheguei a pensar: “que bom, terei com quem conversar”.
O prédio lembrava muito uma casa de dois andares e era de tijolos vermelhos. Entramos no apartamento (só eu e o Kenji, o Paulinho ficou para trás) e ele estava todo mobiliado. Eu fiquei pensando se havia alugado daquele jeito ou não e o onde colocar as minhas coisas.
Um detalhe interessante é que tudo era pequeno no apartamento. O pé direito, os cômodos, as mesas e cadeiras, tudo era baixinho e pequenininho. O Kenji chegou a comentar sorrindo: “mas é tudo tão pequeno!”.
Na sala, havia vários bibelôs e um relógio antigo, algumas imagens de santos e crucifixos também. Eu pensava se poderia ou não jogar aquilo tudo fora, uma vez que apartamento era alugado, porque pretendia fazer uma outra decoração, bem mais clean.
Blowup
Sábado estivemos na Up! Uma boate ali na Savassi. Naquele ambiente, estava rolando um profundo respeito pelas opções individuais. E sem aquela onda “ó, vamos respeitar...”, tratava-se de uma premissa absolutamente interiorizada. Até os dois casais de popozudas e popozudos sentiram-se à vontade para se divertir da maneira mais conveniente para eles. Mesmo que isso envolvesse a mocinha subir em cima do sofá e dançar com a bunda na cara do seu namorado. Tudo bem, a gente entendeu. A gente já sabe que toda forma de amor vale a pena.
sábado, outubro 18, 2003
sexta-feira, outubro 17, 2003
A Grande Arte
Essa noite o Walter Salles estava me dando aula de “antropologia e cinema”. Na sala, algumas pessoas conhecidas de graduação e da pós. Lá estavam, dos meus tempos de FAFICH, a, Clarice, o Sandro e a Bel (esses dois últimos, inclusive, trabalham com cinema hoje). A Marisa, minha colega da especialização também estava na sala.
No final da aula, ele começou a falar de um concurso, que a turma poderia produzir algum material para concorrer. O pessoal ficou empolgadíssimo, mas eu me desinteressei. Fui para a janela e pensei com meus botões:
É, não está adiantando nada fazer uma especialização, eu tenho é que correr atrás de outra graduação porque a comunicação em si não me atrai tanto. Se eu estudo “antropologia e comunicação” ou “filosofia e comunicação”, as discussões antropológicas e filosóficas me interessam muito mais.
Isso eu pensei no sonho.
Será?
Essa noite o Walter Salles estava me dando aula de “antropologia e cinema”. Na sala, algumas pessoas conhecidas de graduação e da pós. Lá estavam, dos meus tempos de FAFICH, a, Clarice, o Sandro e a Bel (esses dois últimos, inclusive, trabalham com cinema hoje). A Marisa, minha colega da especialização também estava na sala.
No final da aula, ele começou a falar de um concurso, que a turma poderia produzir algum material para concorrer. O pessoal ficou empolgadíssimo, mas eu me desinteressei. Fui para a janela e pensei com meus botões:
É, não está adiantando nada fazer uma especialização, eu tenho é que correr atrás de outra graduação porque a comunicação em si não me atrai tanto. Se eu estudo “antropologia e comunicação” ou “filosofia e comunicação”, as discussões antropológicas e filosóficas me interessam muito mais.
Isso eu pensei no sonho.
Será?
quinta-feira, outubro 16, 2003
Um cão andaluz
As poucas horas de sono criaram algumas imagens desconexas ligadas a uma pesquisa de opinião, o estatuto do desarmamento e uma reunião da equipe “estratégica”.
A filosofia de Alcova
Frases retiradas da 2a aula de filosofia:
Sujeito: o indivíduo com autonomia. O indivíduo capaz de fazer escolhas.
O homem definiu-se como sujeito no sec XVIII.
A mulher realiza o mesmo feito na segunda metade do sec XX.
Saber: dar forma ao conteúdo do vivido.
Tolerância: aceitar tudo aquilo que não foi escolhido. Acolher as diferenças é difícil.
A tirania da intimidade: onde você estava? Com quem? O que você estava fazendo?
O lugar da tirania da intimidade: Belo Horizonte.
Ócio: tempo interno
Negócio: a negação do ócio, do tempo para você.
Eterno: o agora do meu tempo. Eu eternizo um por do sol, esquecendo-me do passado e do futuro.
Sentido: aquilo que o sujeito atribui às coisas.
Os seres nascem sós, sofrem sós e morrem sós.
Só isso.
Platão e Aristóteles, por Rafael
As poucas horas de sono criaram algumas imagens desconexas ligadas a uma pesquisa de opinião, o estatuto do desarmamento e uma reunião da equipe “estratégica”.
A filosofia de Alcova
Frases retiradas da 2a aula de filosofia:
Sujeito: o indivíduo com autonomia. O indivíduo capaz de fazer escolhas.
O homem definiu-se como sujeito no sec XVIII.
A mulher realiza o mesmo feito na segunda metade do sec XX.
Saber: dar forma ao conteúdo do vivido.
Tolerância: aceitar tudo aquilo que não foi escolhido. Acolher as diferenças é difícil.
A tirania da intimidade: onde você estava? Com quem? O que você estava fazendo?
O lugar da tirania da intimidade: Belo Horizonte.
Ócio: tempo interno
Negócio: a negação do ócio, do tempo para você.
Eterno: o agora do meu tempo. Eu eternizo um por do sol, esquecendo-me do passado e do futuro.
Sentido: aquilo que o sujeito atribui às coisas.
Os seres nascem sós, sofrem sós e morrem sós.
Só isso.
Platão e Aristóteles, por Rafael
quarta-feira, outubro 15, 2003
The Truth About Cats & Dogs
Manter um bichinho de estimação sempre é bom. Mas a relação muda de bicho para bicho. Quem procura interação, por exemplo, não vai ter um peixe (mesmo que há peixes e peixes...). Eu tenho uma gata e um cachorro, em casas diferentes. As diferenças são incríveis.
O cachorro quer que você brinque com ele. O gato quer brincar com você.
Quando você briga com seu cachorro ele sofre, porque quer agradar sempre. Quando você briga com o gato ele também sofre, porque a brincadeira o agradava.
O cachorro tem prazer em comer. O gato tem prazer em caçar. Você enche a tigela do cachorro ele vai, todo feliz, devorar a refeição. O gato não. Ele se esconde, pula, fixa o olhar na “presa”, caminha como um verdadeiro leopardo, tudo isso para pegar um pouco de mamão amassado no potinho.
O rabo do cachorro é uma ferramenta de equilíbrio. Para o gato, é quase um computador, serve para equilibrar, entreter, comunicar, bater e até chantagear. Toda vez que você tentar fechar uma porta, ele deixa o rabinho para ver se rola uma peninha.
O cãozinho vai passar a vida inteira tentando entender o que você diz a ele. Com o tempo a gente até se espanta com a capacidade de compreensão de um cachorro adulto. Já o gato passa a vida tentando se fazer entender por você. Ele cria miados dos mais variados, responde a estímulo com miados totalmente específicos. Tudo para que um dia, você em toda a sua ignorância de não-felino, consiga compreender, e realizar evidentemente, os desejos do seu gato.
As demonstrações de carinho também variam. Por menor e delicado que um cachorro seja, ele sempre vai lamber e babar em você mais do que o necessário. Um gato é mais cuidadoso e sutil. Muitas vezes ele chega, dá uma lambidinha no seu rosto e vai embora. Você ganha o dia.
Mas cuidado para não confundir: muitas vezes o gato não pretende ser amigável quando lambe. Ele quer limpá-lo mesmo. Aliás, os bichanos são asseados como um cão jamais será.
A alegria do cão é externa, facilmente perceptível, pela boca aberta, os olhos vivos e o abanar do rabo. Um gato feliz deita por perto e, no máximo, ronrona baixinho.
O cão é bicho disponível, sempre vai estar ali para o que der vier. O gato tem seus humores, seus momentos. E se você não gosta de mordidas ou unhadas, é melhor respeitá-los.
A semelhança, entretanto, é que os animais (e quem nunca se relacionou com um que atire a primeira pedra) se apegam aos seus “provedores”, já que dono é uma palavra muito dura para uma relação tão afetiva, de uma maneira sincera, explícita e deliciosa.
Portanto, se você tem um cachorro ou um gato (ou um pássaro, um coelho, um iguana...) cuide bem dele. Ele merece.
Ah sim, relendo o texto...bem, eu também percebi. Nós somos realmente como cães e gatos
Manter um bichinho de estimação sempre é bom. Mas a relação muda de bicho para bicho. Quem procura interação, por exemplo, não vai ter um peixe (mesmo que há peixes e peixes...). Eu tenho uma gata e um cachorro, em casas diferentes. As diferenças são incríveis.
O cachorro quer que você brinque com ele. O gato quer brincar com você.
Quando você briga com seu cachorro ele sofre, porque quer agradar sempre. Quando você briga com o gato ele também sofre, porque a brincadeira o agradava.
O cachorro tem prazer em comer. O gato tem prazer em caçar. Você enche a tigela do cachorro ele vai, todo feliz, devorar a refeição. O gato não. Ele se esconde, pula, fixa o olhar na “presa”, caminha como um verdadeiro leopardo, tudo isso para pegar um pouco de mamão amassado no potinho.
O rabo do cachorro é uma ferramenta de equilíbrio. Para o gato, é quase um computador, serve para equilibrar, entreter, comunicar, bater e até chantagear. Toda vez que você tentar fechar uma porta, ele deixa o rabinho para ver se rola uma peninha.
O cãozinho vai passar a vida inteira tentando entender o que você diz a ele. Com o tempo a gente até se espanta com a capacidade de compreensão de um cachorro adulto. Já o gato passa a vida tentando se fazer entender por você. Ele cria miados dos mais variados, responde a estímulo com miados totalmente específicos. Tudo para que um dia, você em toda a sua ignorância de não-felino, consiga compreender, e realizar evidentemente, os desejos do seu gato.
As demonstrações de carinho também variam. Por menor e delicado que um cachorro seja, ele sempre vai lamber e babar em você mais do que o necessário. Um gato é mais cuidadoso e sutil. Muitas vezes ele chega, dá uma lambidinha no seu rosto e vai embora. Você ganha o dia.
Mas cuidado para não confundir: muitas vezes o gato não pretende ser amigável quando lambe. Ele quer limpá-lo mesmo. Aliás, os bichanos são asseados como um cão jamais será.
A alegria do cão é externa, facilmente perceptível, pela boca aberta, os olhos vivos e o abanar do rabo. Um gato feliz deita por perto e, no máximo, ronrona baixinho.
O cão é bicho disponível, sempre vai estar ali para o que der vier. O gato tem seus humores, seus momentos. E se você não gosta de mordidas ou unhadas, é melhor respeitá-los.
A semelhança, entretanto, é que os animais (e quem nunca se relacionou com um que atire a primeira pedra) se apegam aos seus “provedores”, já que dono é uma palavra muito dura para uma relação tão afetiva, de uma maneira sincera, explícita e deliciosa.
Portanto, se você tem um cachorro ou um gato (ou um pássaro, um coelho, um iguana...) cuide bem dele. Ele merece.
Ah sim, relendo o texto...bem, eu também percebi. Nós somos realmente como cães e gatos
terça-feira, outubro 14, 2003
It’s all true
Outro dia, acho que foi anteontem, sonhei que o Sapujo e Sassá (o Rafael) trabalhavam juntos e me convidaram para trabalhar num projeto. Quem conversou comigo no sonho foi o Sapujo. Era uma espécie de periódico, não sei se jornal, site, revista...com várias matérias no interior de Minas.
Eu agradeci o convite, mas disse que esse negócio de ficar viajando era meio complicado e que eu já tinha aprendido que encarar uma publicação sozinha, com um único jornalista, era muito difícil.
Convenhamos, será que o meu inconsciente me considera burra? Por que ele é tão evidente? Podia colocar umas imagens, uns textos mais sutis, não?
Meu inconsciente virou roteirista de Hollywood! Eles é que fazem questão de explicar tudo nos mínimos detalhes...
Banquete de Casamento
Eu e o Kenji seremos padrinhos de casamento em 2004.
Outro dia, acho que foi anteontem, sonhei que o Sapujo e Sassá (o Rafael) trabalhavam juntos e me convidaram para trabalhar num projeto. Quem conversou comigo no sonho foi o Sapujo. Era uma espécie de periódico, não sei se jornal, site, revista...com várias matérias no interior de Minas.
Eu agradeci o convite, mas disse que esse negócio de ficar viajando era meio complicado e que eu já tinha aprendido que encarar uma publicação sozinha, com um único jornalista, era muito difícil.
Convenhamos, será que o meu inconsciente me considera burra? Por que ele é tão evidente? Podia colocar umas imagens, uns textos mais sutis, não?
Meu inconsciente virou roteirista de Hollywood! Eles é que fazem questão de explicar tudo nos mínimos detalhes...
Banquete de Casamento
Eu e o Kenji seremos padrinhos de casamento em 2004.
domingo, outubro 12, 2003
O grande samba disperso
Cale-se. O pensamento é um fútil pássaro. Toda razão é medíocre. Viver é respirar; pensar já é morrer. Só Deus é dono de todas as simultaneidades. Só há um diálogo verdadeiro: o do silêncio e da voz. Se quer dizer alguma coisa, diga por exemplo:...Em minha alma se abriu, esta hora, um golfo de Guiné...
Guimarães Rosa
Cale-se. O pensamento é um fútil pássaro. Toda razão é medíocre. Viver é respirar; pensar já é morrer. Só Deus é dono de todas as simultaneidades. Só há um diálogo verdadeiro: o do silêncio e da voz. Se quer dizer alguma coisa, diga por exemplo:...Em minha alma se abriu, esta hora, um golfo de Guiné...
Guimarães Rosa
quinta-feira, outubro 09, 2003
Rebel Without a Cause
Você descobre que não tem mais 20 anos quando:
Sua pele seca.
Uma boa noite de sono já não resolve todos os seus problemas.
Você não encontra todos os seus amigos, todos os dias.
Os horários de eventos culturais ligados a cinema, vídeo, literatura, música (incluindo shows gratuitos) e dança são absolutamente incompatíveis com os seus.
Os seus hábitos alimentares passam a ser uma preocupação sua.
Você pára de enganar sua mãe e passa a enganar a si próprio.
Nada na sua vida pessoal ou profissional tem mais ou menos três meses.
Você não se surpreende quando alguém que nunca faria isso vai lá e faz.
As aulas do Fábio Martins ficam menos engraçadas.
Os princípios passam a ser mais importantes que a inteligência.
Fica mais fácil aceitar os nãos da vida.
A sua opinião, os seus princípios, a sua visão de mundo, a sua postura diante da vida, já não são as únicas coisas que importam na hora de tomar uma decisão.
Nenhuma história de vida lhe parece sem graça ou inútil.
Safiya, uma das várias nigerianas condenadas ao apedrejamento por adultério
Você descobre que não tem mais 20 anos quando:
Sua pele seca.
Uma boa noite de sono já não resolve todos os seus problemas.
Você não encontra todos os seus amigos, todos os dias.
Os horários de eventos culturais ligados a cinema, vídeo, literatura, música (incluindo shows gratuitos) e dança são absolutamente incompatíveis com os seus.
Os seus hábitos alimentares passam a ser uma preocupação sua.
Você pára de enganar sua mãe e passa a enganar a si próprio.
Nada na sua vida pessoal ou profissional tem mais ou menos três meses.
Você não se surpreende quando alguém que nunca faria isso vai lá e faz.
As aulas do Fábio Martins ficam menos engraçadas.
Os princípios passam a ser mais importantes que a inteligência.
Fica mais fácil aceitar os nãos da vida.
A sua opinião, os seus princípios, a sua visão de mundo, a sua postura diante da vida, já não são as únicas coisas que importam na hora de tomar uma decisão.
Nenhuma história de vida lhe parece sem graça ou inútil.
Safiya, uma das várias nigerianas condenadas ao apedrejamento por adultério
quarta-feira, outubro 08, 2003
Alta Tensão
Essa noite eu sonhei que tinha terminado a especialização e começado um novo curso logo em seguida, de Administração Pública. Ao final dessa nova pós eu poderia fazer uma prova e ingressar na carreira militar como tenente.
Assisti à primeira aula e achei péssima, além disso 90% da minha turma era constituída de soldados e sargentos (interessados em se tornar oficiais).
Saí da aula desanimada pensando se era aquilo mesmo que eu queria para minha vida. Aí aparece o Antônio Alves e me diz que eu deveria continuar, que eu teria estabilidade no emprego e passaria facilmente na tal prova para tenente. A única frase que martelava na minha cabeça:
- Militar? EU??
Fui pegar o elevador para ir embora. Estava louca para voltar para casa. Quando eu chego no térreo, percebo que tinha esquecida minha pasta na sala. Volto, tento pegar elevador outra vez, ele está cheio. A cena do elevador se repete algumas vezes e aquilo me angustia porque eu não consigo sair do lugar.
Bem, como diria o Kenji:
Como meus sonhos são óbvios!
Essa noite eu sonhei que tinha terminado a especialização e começado um novo curso logo em seguida, de Administração Pública. Ao final dessa nova pós eu poderia fazer uma prova e ingressar na carreira militar como tenente.
Assisti à primeira aula e achei péssima, além disso 90% da minha turma era constituída de soldados e sargentos (interessados em se tornar oficiais).
Saí da aula desanimada pensando se era aquilo mesmo que eu queria para minha vida. Aí aparece o Antônio Alves e me diz que eu deveria continuar, que eu teria estabilidade no emprego e passaria facilmente na tal prova para tenente. A única frase que martelava na minha cabeça:
- Militar? EU??
Fui pegar o elevador para ir embora. Estava louca para voltar para casa. Quando eu chego no térreo, percebo que tinha esquecida minha pasta na sala. Volto, tento pegar elevador outra vez, ele está cheio. A cena do elevador se repete algumas vezes e aquilo me angustia porque eu não consigo sair do lugar.
Bem, como diria o Kenji:
Como meus sonhos são óbvios!
terça-feira, outubro 07, 2003
Big, quero ser grande
Como já foi dito em vários blogs, quanto mais agitada sua vida, mais parado fica seu blog. Então, vamos colocar a conversa em dia nesse post gigantesco que tem de tudo menos sonhos.
Primeiro e mais importante
Para Vanessa e Joana
Mãe
Existirem mães,
Isso é um caso sério.
Afirmam que a mãe
Atrapalha tudo,
É fato, ela prende
Os erros da gente,
E era bem melhor
Não existir mãe.
Mas em todo o caso
Quando a vida está
Mais dura, mais vida,
Ninguém como a mãe
Pra agüentar a gente
Escondendo a cara
Entre os joelhos dela.
- O que você tem?...
Ela bem sabe que sabe
Porém a pergunta
É para disfarçar.
Você mente muito
Ela faz que aceita,
E a desgraça vira
Mistério para dois.
Não vê que uma amante
Nem outra mulher
Entende a verdade
Que a gente confessa
Por trás das mentiras!
Só mesmo uma mãe...
Só mesmo essa dona
Que apesar de ter
A cara raivosa
Do filho entre os seios
Marcando-lhe a carne,
Sentindo-lhe os cheiros,
Permanece virgem,
E o filho também...
Oh virgens, perdei-vos,
Pra terdes direito
A essa virgindade,
Que só as mães têm!
Mário de Andrade
Aula de Planejamento
O professor me ensinou:
os seres humanos são sistemas abertos
porque apresentam várias entradas e várias saídas.
Nos sistemas abertos e, portanto, nos seres humanos
A informação pode chegar pelas saídas e sair pelas entradas.
Também como um sistema aberto, os seres humanos
Não envelhecem:
Eles se atualizam.
Aula de filosofia
Outro professor:
“Crise moral: o momento em que, a partir de mudanças radicais, na nossa experiência cotidiana, os valores que regiam nossa vida tornam-se problemáticos”
“Paradoxo do altruísmo: só pensar no outro inviabiliza um agrupamento humano, pois ninguém tomaria a atitude de nada”
“Se burro soubesse a força da manada, ninguém comia bife”
“– A cachaça matou meu marido.
– Minha senhora, o seu marido é que matou a cachaça!”
Como já foi dito em vários blogs, quanto mais agitada sua vida, mais parado fica seu blog. Então, vamos colocar a conversa em dia nesse post gigantesco que tem de tudo menos sonhos.
Primeiro e mais importante
Para Vanessa e Joana
Mãe
Existirem mães,
Isso é um caso sério.
Afirmam que a mãe
Atrapalha tudo,
É fato, ela prende
Os erros da gente,
E era bem melhor
Não existir mãe.
Mas em todo o caso
Quando a vida está
Mais dura, mais vida,
Ninguém como a mãe
Pra agüentar a gente
Escondendo a cara
Entre os joelhos dela.
- O que você tem?...
Ela bem sabe que sabe
Porém a pergunta
É para disfarçar.
Você mente muito
Ela faz que aceita,
E a desgraça vira
Mistério para dois.
Não vê que uma amante
Nem outra mulher
Entende a verdade
Que a gente confessa
Por trás das mentiras!
Só mesmo uma mãe...
Só mesmo essa dona
Que apesar de ter
A cara raivosa
Do filho entre os seios
Marcando-lhe a carne,
Sentindo-lhe os cheiros,
Permanece virgem,
E o filho também...
Oh virgens, perdei-vos,
Pra terdes direito
A essa virgindade,
Que só as mães têm!
Mário de Andrade
Aula de Planejamento
O professor me ensinou:
os seres humanos são sistemas abertos
porque apresentam várias entradas e várias saídas.
Nos sistemas abertos e, portanto, nos seres humanos
A informação pode chegar pelas saídas e sair pelas entradas.
Também como um sistema aberto, os seres humanos
Não envelhecem:
Eles se atualizam.
Aula de filosofia
Outro professor:
“Crise moral: o momento em que, a partir de mudanças radicais, na nossa experiência cotidiana, os valores que regiam nossa vida tornam-se problemáticos”
“Paradoxo do altruísmo: só pensar no outro inviabiliza um agrupamento humano, pois ninguém tomaria a atitude de nada”
“Se burro soubesse a força da manada, ninguém comia bife”
“– A cachaça matou meu marido.
– Minha senhora, o seu marido é que matou a cachaça!”
sexta-feira, setembro 26, 2003
MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE:
O consumo de álcool pode fazer você pensar que está sussurrando, quando,na verdade está gritando.
O consumo de álcool pode fager foxe valar coisas dexe zeito.
O consumo de álcool pode fazer você acreditar que ex-namoradas(os) estão realmente "a fim" de receber um telefonema seu às 4 horas da madrugada.
O consumo de álcool pode fazer você se virar ao acordar e ver algo realmente escabroso deitado ao seu lado (cujo nome e/ou espécie você nem consegue se lembrar).
O consumo de álcool é a principal causa de inexplicáveis hematomas e galos na testa.
O consumo de álcool pode criar a ilusão de que você é mais esperto, sedutor e forte do que um cara muito, muito grande, cujo apelido é Montanha.
O consumo de álcool pode levá-lo a achar que as pessoas estão rindo COM você, e não DE você.
O consumo de álcool pode causar um desvio espaço/tempo, onde um pequeno (ou às vezes muito grande) intervalo de tempo pode,literalmente, desaparecer.
O consumo de álcool pode realmente CAUSAR gravidez.
Eu não roubei. Eu peguei emprestado, no blog do Stickel , amigo do Claumann
O consumo de álcool pode fazer você pensar que está sussurrando, quando,na verdade está gritando.
O consumo de álcool pode fager foxe valar coisas dexe zeito.
O consumo de álcool pode fazer você acreditar que ex-namoradas(os) estão realmente "a fim" de receber um telefonema seu às 4 horas da madrugada.
O consumo de álcool pode fazer você se virar ao acordar e ver algo realmente escabroso deitado ao seu lado (cujo nome e/ou espécie você nem consegue se lembrar).
O consumo de álcool é a principal causa de inexplicáveis hematomas e galos na testa.
O consumo de álcool pode criar a ilusão de que você é mais esperto, sedutor e forte do que um cara muito, muito grande, cujo apelido é Montanha.
O consumo de álcool pode levá-lo a achar que as pessoas estão rindo COM você, e não DE você.
O consumo de álcool pode causar um desvio espaço/tempo, onde um pequeno (ou às vezes muito grande) intervalo de tempo pode,literalmente, desaparecer.
O consumo de álcool pode realmente CAUSAR gravidez.
Eu não roubei. Eu peguei emprestado, no blog do Stickel , amigo do Claumann
quinta-feira, setembro 25, 2003
quarta-feira, setembro 24, 2003
Depois de Horas
Acho que eu sonhei com trabalho. Eu tinha uma viagem para fazer e no meio dessa confusão encontrei a Daniela Medeiros, minha colega na Super Marketing, com um chapéu preto na cabeça, estiloso, bem família real britânica.
Só sei isso.
Antes da Chuva
De repente, chegou a primavera. De uma vez. Esquentou o clima, invadiu os blogs e desprezou os casacos, meias e toquinhas. Pelo menos por enquanto, antes da chuva. Bem vinda.
Acho que eu sonhei com trabalho. Eu tinha uma viagem para fazer e no meio dessa confusão encontrei a Daniela Medeiros, minha colega na Super Marketing, com um chapéu preto na cabeça, estiloso, bem família real britânica.
Só sei isso.
Antes da Chuva
De repente, chegou a primavera. De uma vez. Esquentou o clima, invadiu os blogs e desprezou os casacos, meias e toquinhas. Pelo menos por enquanto, antes da chuva. Bem vinda.
terça-feira, setembro 23, 2003
segunda-feira, setembro 22, 2003
sexta-feira, setembro 19, 2003
Jurassic Park
A cidade havia sido invadida por dinossauros, eu e a Vaninha, minha colega de IEC estávamos trabalhando juntas na redação de um jornal e tínhamos que cobrir o fato. Interessante que essa situação não era assustadora aos nossos olhos, era “inusitada” no máximo. Eu cheguei a pensar, durante o sonho: “ai que saco, detesto cobrir essas coisas que atrapalham o trânsito, tipo passeata, manifestação na porta da prefeitura, dinossauro...”
Depois eu estava visitando meu pai. Estávamos na casa dele em Vitória de Conquista e eu mostrava algumas fotos da minha casa. No sonho, eu havia mudado há pouco tempo e meu pai não conhecia o lugar. Nas fotos, várias pessoas (que eu não sei quem são) que eu chamava de “família”. Eu sabia que não eram meus familiares, mas havia algum vínculo que não ficou muito claro durante o sonho. Essa “família” era composta de moças, rapazes e crianças, muitas crianças, desde um bebê até uma molecada de oito a dez anos.
A cidade havia sido invadida por dinossauros, eu e a Vaninha, minha colega de IEC estávamos trabalhando juntas na redação de um jornal e tínhamos que cobrir o fato. Interessante que essa situação não era assustadora aos nossos olhos, era “inusitada” no máximo. Eu cheguei a pensar, durante o sonho: “ai que saco, detesto cobrir essas coisas que atrapalham o trânsito, tipo passeata, manifestação na porta da prefeitura, dinossauro...”
Depois eu estava visitando meu pai. Estávamos na casa dele em Vitória de Conquista e eu mostrava algumas fotos da minha casa. No sonho, eu havia mudado há pouco tempo e meu pai não conhecia o lugar. Nas fotos, várias pessoas (que eu não sei quem são) que eu chamava de “família”. Eu sabia que não eram meus familiares, mas havia algum vínculo que não ficou muito claro durante o sonho. Essa “família” era composta de moças, rapazes e crianças, muitas crianças, desde um bebê até uma molecada de oito a dez anos.
terça-feira, setembro 16, 2003
Old and Young people
De domingo para segunda-feira eu sonhei que a Vanessa tinha ganhado neném. Eu estava no hospital visitando mãe e filha. A neném, embrulhada numa manta amarela, era branquinha, tinha muito cabelo, preto e liso.
A Rosi também estava lá, toda preocupada porque ninguém sabia quem era o pai da criança. No sonho, a Vanessa tinha passado mal, corrido para o hospital e lá os médicos descobriram a gravidez e fizeram o parto. Como se isso fosse possível...
Vale ressaltar que na vida real todo mudo sabe quem é o pai da criança. É o marido da Vanessa e, se eu não me engano, o nome dele é André. :-)
Meu tio
Já essa noite eu sonhei com meu tio Chico. Ele estava na casa da minha mãe, mas estávamos sozinhos, só os dois. Ele reclamava que a Caixa Econômica Federal tinha depositado só R$ 360,00 na conta dele. Segundo suas reclamações, não tinha adiantado nada economizar naquele mês porque a Caixa estava ficando com o dinheiro todo. Ele estava guardando dinheiro para viajar.
No sonho ele me pareceu mais velho. Eu olhava a pele do seu braço e pensava: tadinho, tão velhinho e não vai poder viajar esse mês.
De domingo para segunda-feira eu sonhei que a Vanessa tinha ganhado neném. Eu estava no hospital visitando mãe e filha. A neném, embrulhada numa manta amarela, era branquinha, tinha muito cabelo, preto e liso.
A Rosi também estava lá, toda preocupada porque ninguém sabia quem era o pai da criança. No sonho, a Vanessa tinha passado mal, corrido para o hospital e lá os médicos descobriram a gravidez e fizeram o parto. Como se isso fosse possível...
Vale ressaltar que na vida real todo mudo sabe quem é o pai da criança. É o marido da Vanessa e, se eu não me engano, o nome dele é André. :-)
Meu tio
Já essa noite eu sonhei com meu tio Chico. Ele estava na casa da minha mãe, mas estávamos sozinhos, só os dois. Ele reclamava que a Caixa Econômica Federal tinha depositado só R$ 360,00 na conta dele. Segundo suas reclamações, não tinha adiantado nada economizar naquele mês porque a Caixa estava ficando com o dinheiro todo. Ele estava guardando dinheiro para viajar.
No sonho ele me pareceu mais velho. Eu olhava a pele do seu braço e pensava: tadinho, tão velhinho e não vai poder viajar esse mês.
segunda-feira, setembro 15, 2003
sábado, setembro 13, 2003
Qualquer semelhança....
Isso não é um sonho, nem um pesadelo. É um caso ocorrido ontem num buteco, Kina do Massú, em Vitória da Conquista/BA
Estávamos lá eu, meu pai e a Maione. Eu pedi lambreta e meu pai um caldo de codorna.
Quando minha labreta chegou meu pai perguntou ao garçon:
- E o meu caldo? Você esqueceu de pedir?
- Caldo?
- É, um caldo de codorna, você pediu?
- Ah, pedi sim, estão fazendo...
O garçon saiu e voltou alguns minutos:
- Olhe, não tem como fazer caldo de codorna, não. Acabou.
Meu pai:
- Ah, então você não tinha pedido...
- Pedi sim...mas só me avisaram agora que não tinha....
- Sei. Então me vê um caldo de sururu, por favor.
Alguns minutos depois chega o garçon com o caldo e diz:
- O caldo de codorna do senhor.
- O caldo é de quê, meu filho?
- De codorna.
- Ah, então tinha caldo de codorna....
- É.
Meu pai está tomando o caldo, quando novamente chega o garçon:
- Aqui, senhor, o seu caldo de Sururu.
O garçon acabou entendendo que o meu pai havia pedido apenas um caldo e que portanto não aceitaria o segundo.
Mas demorou.
Isso não é um sonho, nem um pesadelo. É um caso ocorrido ontem num buteco, Kina do Massú, em Vitória da Conquista/BA
Estávamos lá eu, meu pai e a Maione. Eu pedi lambreta e meu pai um caldo de codorna.
Quando minha labreta chegou meu pai perguntou ao garçon:
- E o meu caldo? Você esqueceu de pedir?
- Caldo?
- É, um caldo de codorna, você pediu?
- Ah, pedi sim, estão fazendo...
O garçon saiu e voltou alguns minutos:
- Olhe, não tem como fazer caldo de codorna, não. Acabou.
Meu pai:
- Ah, então você não tinha pedido...
- Pedi sim...mas só me avisaram agora que não tinha....
- Sei. Então me vê um caldo de sururu, por favor.
Alguns minutos depois chega o garçon com o caldo e diz:
- O caldo de codorna do senhor.
- O caldo é de quê, meu filho?
- De codorna.
- Ah, então tinha caldo de codorna....
- É.
Meu pai está tomando o caldo, quando novamente chega o garçon:
- Aqui, senhor, o seu caldo de Sururu.
O garçon acabou entendendo que o meu pai havia pedido apenas um caldo e que portanto não aceitaria o segundo.
Mas demorou.
quarta-feira, setembro 10, 2003
Bye Bye, Brasil
Mais um sonho ligado a trabalho, misturando tudo. Estava no Pará, fazendo pesquisa de opinião para a Pinheiro Promoções (que não existe mais com esse nome).
Bom, o fato é que estou de malas prontas mais uma vez. Vou para Vitória da Conquista-BA trabalhar e de quebra ver pai e irmãos (vantagens de uma família espalhada...)
Saliento que estarei de volta para comemorar um ano de bolinhos divertidos na casa do Kenji!
Mais um sonho ligado a trabalho, misturando tudo. Estava no Pará, fazendo pesquisa de opinião para a Pinheiro Promoções (que não existe mais com esse nome).
Bom, o fato é que estou de malas prontas mais uma vez. Vou para Vitória da Conquista-BA trabalhar e de quebra ver pai e irmãos (vantagens de uma família espalhada...)
Saliento que estarei de volta para comemorar um ano de bolinhos divertidos na casa do Kenji!
terça-feira, setembro 09, 2003
sábado, setembro 06, 2003
sexta-feira, setembro 05, 2003
A Hora do pesadelo II
Bom, todo mundo sabe que eu tenho pânico de sapos. Normalmente meus piores pesadelos os envolvem.
Estávamos, eu e o Kenji, indo visitar uns amigos da Vetta. Um deles havia comprado um apartamento e chamou outros dois para dividir as despesas. Não me lembro quem eram, mas me lembro que o Arnon estava entre eles (o que não faz sentido, uma vez que o Arnon é casado e tem o Arnonzinho).
O fato é que terreno onde o prédio tinha sido construído era infestado de sapos. Quando chegamos nos jardim, era possível ver dezenas de sapos enormes e nojentos no chão, na grade e dando pulos enormes. Eu corri para dentro do apartamento e fiquei por lá, me sentido mais segura.
Lá pelas tantas, eu precisei ir buscar alguma coisa num carro atrás do prédio. O pessoal até tentou me acalmar dizendo que os sapos ficavam na parte da frente, mas eu saí um tanto quanto preocupada. Quando eu cheguei, era um pátio enorme e o carro estava lá na frente, bem distante. Eu podia ver vários sapos pulando, mas na mesma direção que eu caminhava, portanto, se afastavam. Cheguei no carro e quando estava voltando surgiu um bando de sapos, todos pulando na minha direção. Parecia que os sapos só pulavam para frente, mas como eu estava voltando, eles vinham exatamente para cima de mim.
Eu não sabia se eu ficava parada ou se seu corria para o apartamento. Eu chorava de nervoso e os sapos se encostavam em mim (isso é a pior coisa que poderia acontecer na minha vida: um sapo me encostar) e um deles, durante o salto, tocou o meu rosto. ECA! Eu não consigo mais nem contar!
Bom, todo mundo sabe que eu tenho pânico de sapos. Normalmente meus piores pesadelos os envolvem.
Estávamos, eu e o Kenji, indo visitar uns amigos da Vetta. Um deles havia comprado um apartamento e chamou outros dois para dividir as despesas. Não me lembro quem eram, mas me lembro que o Arnon estava entre eles (o que não faz sentido, uma vez que o Arnon é casado e tem o Arnonzinho).
O fato é que terreno onde o prédio tinha sido construído era infestado de sapos. Quando chegamos nos jardim, era possível ver dezenas de sapos enormes e nojentos no chão, na grade e dando pulos enormes. Eu corri para dentro do apartamento e fiquei por lá, me sentido mais segura.
Lá pelas tantas, eu precisei ir buscar alguma coisa num carro atrás do prédio. O pessoal até tentou me acalmar dizendo que os sapos ficavam na parte da frente, mas eu saí um tanto quanto preocupada. Quando eu cheguei, era um pátio enorme e o carro estava lá na frente, bem distante. Eu podia ver vários sapos pulando, mas na mesma direção que eu caminhava, portanto, se afastavam. Cheguei no carro e quando estava voltando surgiu um bando de sapos, todos pulando na minha direção. Parecia que os sapos só pulavam para frente, mas como eu estava voltando, eles vinham exatamente para cima de mim.
Eu não sabia se eu ficava parada ou se seu corria para o apartamento. Eu chorava de nervoso e os sapos se encostavam em mim (isso é a pior coisa que poderia acontecer na minha vida: um sapo me encostar) e um deles, durante o salto, tocou o meu rosto. ECA! Eu não consigo mais nem contar!
quinta-feira, setembro 04, 2003
Sociedade dos Poetas Mortos
Essa noite eu sonhei que Charles Chaplin, Adolph Hitler e Albert Einstein estudaram na mesma sala na faculdade. Eu me lembro de comentar com o Kenji: “não é engraçado que três figuras históricas tenham coincidentemente estudado juntos?”
Nesse mesmo sonho eu estava me preparando para ir a uma festa. Na verdade, não me lembro muito bem, mas em uma das cenas eu estava escolhendo entre duas camisetas, uma azul e outra branca, qual colocar para sair. Durante o sonho, eu cheguei a encontrar o Almindo e a Raquel, minha colega do IEC. Tenho a impressão que eu não cheguei à tal festa, sonhei apenas com os preparativos.


Essa noite eu sonhei que Charles Chaplin, Adolph Hitler e Albert Einstein estudaram na mesma sala na faculdade. Eu me lembro de comentar com o Kenji: “não é engraçado que três figuras históricas tenham coincidentemente estudado juntos?”
Nesse mesmo sonho eu estava me preparando para ir a uma festa. Na verdade, não me lembro muito bem, mas em uma das cenas eu estava escolhendo entre duas camisetas, uma azul e outra branca, qual colocar para sair. Durante o sonho, eu cheguei a encontrar o Almindo e a Raquel, minha colega do IEC. Tenho a impressão que eu não cheguei à tal festa, sonhei apenas com os preparativos.
segunda-feira, setembro 01, 2003
sexta-feira, agosto 29, 2003
sexta-feira, agosto 22, 2003
quinta-feira, agosto 21, 2003
Andréa Dória
Sonhei que uma amiga tinha terminado um namoro de muito tempo. Aí eu fui para a casa dela dar uma força. Quando eu cheguei, ela
estava realmente muito triste e para ocupar o tempo ficava escrevendo as letras das músicas do Renato Russo num caderno enorme.
Eu com meus botões pensava: ser amiga também é padecer no paraíso...
Meninos e Meninas
Letra: Renato Russo
Música: Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá
Quero me encontrar mas não sei onde estou.
Vem comigo procurar um lugar mais calmo.
Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita.
Tenho quase certeza que eu não sou daqui.
Acho que gosto de S. Paulo. E gosto de S. João.
Gosto de S. Francisco. E S. Sebastião.
E eu gosto de meninos e meninas.
Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim prá sempre.
Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente.
Estou cansado de bater e ninguém abrir.
Você me deixou sentindo tanto frio.
Não sei mais o que dizer.
Te fiz comida. Velei teu sono. Fui teu amigo.
Te levei comigo e me diz: Prá mim o que é que ficou?
Me deixa ver como viver é bom.
Não é a vida como está e sim as coisas como são.
Você não quis tentar me ajudar.
Então a culpa é de quem? A culpa é de quem?
Eu canto em português errado.
Acho que o imperfeito não participa do passado.
Troco as pessoas.
Troco os pronomes.
Preciso de oxigênio.
Preciso ter amigos.
Preciso ter dinheiro.
Preciso de carinho.
Acho que te amava.
Agora acho que te odeio.
São tudo pequenas coisas.
E tudo deve passar.
Acho que gosto de S. Paulo. Gosto de S. João.
Gosto de S. Francisco. E S. Sebastião.
E eu gosto de meninos e meninas.
Sonhei que uma amiga tinha terminado um namoro de muito tempo. Aí eu fui para a casa dela dar uma força. Quando eu cheguei, ela
estava realmente muito triste e para ocupar o tempo ficava escrevendo as letras das músicas do Renato Russo num caderno enorme.
Eu com meus botões pensava: ser amiga também é padecer no paraíso...
Meninos e Meninas
Letra: Renato Russo
Música: Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Marcelo Bonfá
Quero me encontrar mas não sei onde estou.
Vem comigo procurar um lugar mais calmo.
Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita.
Tenho quase certeza que eu não sou daqui.
Acho que gosto de S. Paulo. E gosto de S. João.
Gosto de S. Francisco. E S. Sebastião.
E eu gosto de meninos e meninas.
Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim prá sempre.
Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente.
Estou cansado de bater e ninguém abrir.
Você me deixou sentindo tanto frio.
Não sei mais o que dizer.
Te fiz comida. Velei teu sono. Fui teu amigo.
Te levei comigo e me diz: Prá mim o que é que ficou?
Me deixa ver como viver é bom.
Não é a vida como está e sim as coisas como são.
Você não quis tentar me ajudar.
Então a culpa é de quem? A culpa é de quem?
Eu canto em português errado.
Acho que o imperfeito não participa do passado.
Troco as pessoas.
Troco os pronomes.
Preciso de oxigênio.
Preciso ter amigos.
Preciso ter dinheiro.
Preciso de carinho.
Acho que te amava.
Agora acho que te odeio.
São tudo pequenas coisas.
E tudo deve passar.
Acho que gosto de S. Paulo. Gosto de S. João.
Gosto de S. Francisco. E S. Sebastião.
E eu gosto de meninos e meninas.
quarta-feira, agosto 20, 2003
Recordar...é viver
No Colo da Serra
Toquinho e Vinícius de Moraes
Uma casinha qualquer no colo da serra
Um palmo de terra pra se plantar
O colo de uma mulher, uma companheira
Uma brasileira pra se amar
Se eu tiver que lutar
Vou é lutar por ela
Se eu tiver que morrer
Vou é morrer por ela
E se eu tiver que ser feliz
Você vai ter que ser feliz também
Homens vieram na noite em gritos de guerra
Feriram a terra, o céu e o mar
Homens ficaram no chão mirando as estrelas
Mas sem poder vê-las no céu brilhar
E o que mais prometer aos herdeiros da vida?
E que versos fazer à mulher concebida?
E quando alguém morrer assim
Vai ser a morte para mim também
E que versos fazer à mulher concebida?
Se eu tiver que morrer
Vou morrer pela vida
No Colo da Serra
Toquinho e Vinícius de Moraes
Uma casinha qualquer no colo da serra
Um palmo de terra pra se plantar
O colo de uma mulher, uma companheira
Uma brasileira pra se amar
Se eu tiver que lutar
Vou é lutar por ela
Se eu tiver que morrer
Vou é morrer por ela
E se eu tiver que ser feliz
Você vai ter que ser feliz também
Homens vieram na noite em gritos de guerra
Feriram a terra, o céu e o mar
Homens ficaram no chão mirando as estrelas
Mas sem poder vê-las no céu brilhar
E o que mais prometer aos herdeiros da vida?
E que versos fazer à mulher concebida?
E quando alguém morrer assim
Vai ser a morte para mim também
E que versos fazer à mulher concebida?
Se eu tiver que morrer
Vou morrer pela vida
segunda-feira, agosto 18, 2003
Baile Perfumado
Essa noite eu sonhei que estava fazendo uma festa. Era uma espécie de domingo feliz, só que maior. O Almindo estava, o pessoal da revista e a minha mãezinha também. Lembro que eu ficava preocupada em distribuir as comidas: tinha pão de queijo e pão de batata com patê.
É, eu sei, isso não é um sonho, é um dejà vu. :)
Essa noite eu sonhei que estava fazendo uma festa. Era uma espécie de domingo feliz, só que maior. O Almindo estava, o pessoal da revista e a minha mãezinha também. Lembro que eu ficava preocupada em distribuir as comidas: tinha pão de queijo e pão de batata com patê.
É, eu sei, isso não é um sonho, é um dejà vu. :)
sexta-feira, agosto 15, 2003
Vagas para Moças de Fino Trato
Estávamos em um hotel. De repente eu, a Mônica e a Rosi entramos sem querer num elevador. Imediatamente ele fechou a porta e subiu. A Primeira coisa que eu reparei foi que não havia um painel de controle dentro do elevador e comecei a ficar com medo.
O elevador parou e nós descemos num barraco, tipo de uma favela, com muito mato em volta e cercado com arame farpado. Do outro lado da cerca um menino de uns 10 anos nos fotografava (eu via o flash no meio do matagal) e ria sadicamente.
Eu tinha certeza que nós estávamos correndo risco naquele lugar. Então puxei as meninas e nós saímos correndo. Conseguimos escapar e começamos a descer um morro por uma estradinha de terra batida. Encontramos vários policiais militares no caminho e começamos a conversar com eles. Contamos a história toda e pedimos para que eles investigassem porque nossos medos eram: o dono da casa, que não chegou a nos pegar, nos perseguisse ou que ele usasse o “truque do elevador” (eu usei esse termo) com outras mulheres.
Evidentemente, os policiais não deram a menor pelota para o que falamos e vieram com o velho papo: “se não aconteceu nada, nós não temos o que investigar”.
Estávamos em um hotel. De repente eu, a Mônica e a Rosi entramos sem querer num elevador. Imediatamente ele fechou a porta e subiu. A Primeira coisa que eu reparei foi que não havia um painel de controle dentro do elevador e comecei a ficar com medo.
O elevador parou e nós descemos num barraco, tipo de uma favela, com muito mato em volta e cercado com arame farpado. Do outro lado da cerca um menino de uns 10 anos nos fotografava (eu via o flash no meio do matagal) e ria sadicamente.
Eu tinha certeza que nós estávamos correndo risco naquele lugar. Então puxei as meninas e nós saímos correndo. Conseguimos escapar e começamos a descer um morro por uma estradinha de terra batida. Encontramos vários policiais militares no caminho e começamos a conversar com eles. Contamos a história toda e pedimos para que eles investigassem porque nossos medos eram: o dono da casa, que não chegou a nos pegar, nos perseguisse ou que ele usasse o “truque do elevador” (eu usei esse termo) com outras mulheres.
Evidentemente, os policiais não deram a menor pelota para o que falamos e vieram com o velho papo: “se não aconteceu nada, nós não temos o que investigar”.
quinta-feira, agosto 14, 2003
Brincando nos campos do senhor
Essa noite eu sonhei que estava defedendo uma índia na justiça. Umas mulheres da Bahia queriam tirar o filhinho dela para ficar com as suas terras e comida.
Meu desafio era provar para a juíza que essas mulheres eram ambiciosas e não pensavam na criança. Também estava preocupada em explicar para a índia qual era o problema, já que ela não entendia português, muito menos o que era uma disputa judicial.
Eu comecei a ficar mais tranquila quando a índia colocou várias flores laranjas na mesa para ela, para mim e para juíza. Junto com as flores também estava uma folha de papel em branco.
Essa noite eu sonhei que estava defedendo uma índia na justiça. Umas mulheres da Bahia queriam tirar o filhinho dela para ficar com as suas terras e comida.
Meu desafio era provar para a juíza que essas mulheres eram ambiciosas e não pensavam na criança. Também estava preocupada em explicar para a índia qual era o problema, já que ela não entendia português, muito menos o que era uma disputa judicial.
Eu comecei a ficar mais tranquila quando a índia colocou várias flores laranjas na mesa para ela, para mim e para juíza. Junto com as flores também estava uma folha de papel em branco.
quarta-feira, agosto 13, 2003
De volta para o futuro
O Michael J. Fox estava no aniversário do Kenji. Eu e o Almindo estávamos conversando com ele e pretendíamos convidá-lo para trabalhar na revista Estratégia como contato publicitário.
A namorada dele era a Fabiana uma amiga minha de Santos que eu não vejo há muito tempo, acho que mais de dez anos.
O Michael J. Fox estava no aniversário do Kenji. Eu e o Almindo estávamos conversando com ele e pretendíamos convidá-lo para trabalhar na revista Estratégia como contato publicitário.
A namorada dele era a Fabiana uma amiga minha de Santos que eu não vejo há muito tempo, acho que mais de dez anos.
terça-feira, agosto 12, 2003
Até o fim do Mundo
Sonhei que o mundo estava acabando, os poucos mortais que restassem seriam ligados à Matrix e a única esperança de salvação da humanidade eram os super amigos.
O sonho foi longo. Algumas cenas que eu me lembro:
Eu e o Kenji andávamos na rua e eu disse: olha, as casas ainda têm luz elétrica, bom sinal. Vamos correr para chegar logo ao apartamento. Nós sabíamos que os sobreviventes seriam ligados à Matrix e eu ficava pensando se preferia virar rebelde ou aceitar ser conectada. Então, passamos por uma janela aberta e estavam informando na televisão que o mundo iria acabar em uma hora. Aí eles voltaram com a programação normal da TV e colocaram um relógio no canto da tela com a contagem regressiva.
Depois aparece o Batman conversando com o Robin muito apreensivo e pessimista dizendo que dessa vez, muito provavelmente, nem eles conseguiriam resolver o problema.
Uma senhora sai de dentro da cozinha de um restaurante muito chique, vai até a mesa onde está um pessoal muito rico e diz:
“Acabou de dizer na televisão que o mundo vai acabar em uma hora. Eu não vou passar a minha última hora lá dentro cozinhando para vocês”.
O pessoal da mesa fica indignado e chama o Maitre. Eles não acreditam no que a mulher está falando, então ela volta a repetir:
“É sério, passou na televisão, o mundo vai acabar e eu não vou voltar a cozinhar agora!”
Sonhei que o mundo estava acabando, os poucos mortais que restassem seriam ligados à Matrix e a única esperança de salvação da humanidade eram os super amigos.
O sonho foi longo. Algumas cenas que eu me lembro:
Eu e o Kenji andávamos na rua e eu disse: olha, as casas ainda têm luz elétrica, bom sinal. Vamos correr para chegar logo ao apartamento. Nós sabíamos que os sobreviventes seriam ligados à Matrix e eu ficava pensando se preferia virar rebelde ou aceitar ser conectada. Então, passamos por uma janela aberta e estavam informando na televisão que o mundo iria acabar em uma hora. Aí eles voltaram com a programação normal da TV e colocaram um relógio no canto da tela com a contagem regressiva.
Depois aparece o Batman conversando com o Robin muito apreensivo e pessimista dizendo que dessa vez, muito provavelmente, nem eles conseguiriam resolver o problema.
Uma senhora sai de dentro da cozinha de um restaurante muito chique, vai até a mesa onde está um pessoal muito rico e diz:
“Acabou de dizer na televisão que o mundo vai acabar em uma hora. Eu não vou passar a minha última hora lá dentro cozinhando para vocês”.
O pessoal da mesa fica indignado e chama o Maitre. Eles não acreditam no que a mulher está falando, então ela volta a repetir:
“É sério, passou na televisão, o mundo vai acabar e eu não vou voltar a cozinhar agora!”
segunda-feira, agosto 11, 2003
Festança
45 horas de puro prazer. :-)
Vejam as fotos do Girino
Evidentemente eu não sonhei, porque evidentemente eu não dormi. :-)
45 horas de puro prazer. :-)
Vejam as fotos do Girino
Evidentemente eu não sonhei, porque evidentemente eu não dormi. :-)
quinta-feira, julho 31, 2003
Atualizações
Bem, nem sei se alguém ainda insiste em vir aqui. Mas...
O fato é que a Revista Estratégia (assim que o site estiver atualizado, coloco o link) foi lançada. Independente da minha insegurança e mania de achar defeito em tudo foi um sucesso e o povo está com todo o gás para a 2a edição.
Ganhei a quinta e a sexta de folga (uhu!) depois de trabalhar arduamente. Merecido.
Continuo monotemática nos sonhos. Só revista, entrevista, Minascentro, trabalho, trabalho, trabalho.
Aniversário do Kenji se aproxima. Isso é bom.
Bem, nem sei se alguém ainda insiste em vir aqui. Mas...
O fato é que a Revista Estratégia (assim que o site estiver atualizado, coloco o link) foi lançada. Independente da minha insegurança e mania de achar defeito em tudo foi um sucesso e o povo está com todo o gás para a 2a edição.
Ganhei a quinta e a sexta de folga (uhu!) depois de trabalhar arduamente. Merecido.
Continuo monotemática nos sonhos. Só revista, entrevista, Minascentro, trabalho, trabalho, trabalho.
Aniversário do Kenji se aproxima. Isso é bom.
segunda-feira, julho 21, 2003
21 de julho, madrugada de domingo para segunda-feira
Sociologia das Organizações (criminais)
Estava na aula de sociologia das organizações com a prof. Maria Rita (tive essa disciplina, com essa professora, semestre passado). Mas, como não podia deixar de ser, ela estava dando uma aula de investigação criminal.
Tinha um exercício que era o seguinte: você lia o caso e dizia qual a providência deveria ser tomada pela polícia naquela situação. O meu caso era mais ou menos assim: Uma briga de marido e mulher, o cara atira na esposa. Quando a polícia chega, ele está transtornado, dizendo que não queria ter feito aquilo, que foi um acidente, etc. Ao lado do sujeito tem uma bacia. Fim do exemplo.
Aí a professora pergunta qual a minha avaliação. Eu digo que na minha opinião foi homicídio mesmo, mas que o cara não queria fazer aquilo de verdade, que não tinha premeditado nada e tal.
- Não! Respondeu minha professora. Você não percebeu a bacia perto do corpo da mulher?
Eu fiquei com cara de dúvida e ela continuou:
- A bacia foi colocada ali para aparar o sangue da mulher. Se ele colocou a bacia lá é porque já sabia que iria atirar. Entendeu? Foi premeditado e ele calculou a morte da mulher.
Sociologia das Organizações (criminais)
Estava na aula de sociologia das organizações com a prof. Maria Rita (tive essa disciplina, com essa professora, semestre passado). Mas, como não podia deixar de ser, ela estava dando uma aula de investigação criminal.
Tinha um exercício que era o seguinte: você lia o caso e dizia qual a providência deveria ser tomada pela polícia naquela situação. O meu caso era mais ou menos assim: Uma briga de marido e mulher, o cara atira na esposa. Quando a polícia chega, ele está transtornado, dizendo que não queria ter feito aquilo, que foi um acidente, etc. Ao lado do sujeito tem uma bacia. Fim do exemplo.
Aí a professora pergunta qual a minha avaliação. Eu digo que na minha opinião foi homicídio mesmo, mas que o cara não queria fazer aquilo de verdade, que não tinha premeditado nada e tal.
- Não! Respondeu minha professora. Você não percebeu a bacia perto do corpo da mulher?
Eu fiquei com cara de dúvida e ela continuou:
- A bacia foi colocada ali para aparar o sangue da mulher. Se ele colocou a bacia lá é porque já sabia que iria atirar. Entendeu? Foi premeditado e ele calculou a morte da mulher.
sábado, julho 19, 2003
19 de julho, madrugada de sexta para sábado
FÉRIAS
Eu e o Kenji estávamos em uma simpática cidade do interior. Não sei direito se era Tiradentes ou Mariana. Estávamos em um quarto grande com uma cama de madeira e um grande guarda-roupa daqueles bem antigos. Não parecia em nada com um quarto de hotel, mas era. O dia (no sonho) estava lindo, muito ensolarado.
O Kenji tinha comprado nessa cidade um instrumento musical, não sei direito qual era, se era um saxofone ou um trompete (certamente não era uma gaita) feito todo em vidro. Uma coisa linda.
Depois eu sonhei que estava visitando a Impacto. Conversei com a Cibele e ela me disse que iria começar a trabalhar no Tosco Burger. Ela estava achando a idéia legal, mas também pleiteava uma vaga na Polícia Militar (?).
FÉRIAS
Eu e o Kenji estávamos em uma simpática cidade do interior. Não sei direito se era Tiradentes ou Mariana. Estávamos em um quarto grande com uma cama de madeira e um grande guarda-roupa daqueles bem antigos. Não parecia em nada com um quarto de hotel, mas era. O dia (no sonho) estava lindo, muito ensolarado.
O Kenji tinha comprado nessa cidade um instrumento musical, não sei direito qual era, se era um saxofone ou um trompete (certamente não era uma gaita) feito todo em vidro. Uma coisa linda.
Depois eu sonhei que estava visitando a Impacto. Conversei com a Cibele e ela me disse que iria começar a trabalhar no Tosco Burger. Ela estava achando a idéia legal, mas também pleiteava uma vaga na Polícia Militar (?).
sexta-feira, julho 18, 2003
Para a Mari Lisa Simpson:
God Bless the Child
Billie Holiday
Them that's got shall get
Them that's not shall lose
So the Bible said and it still is news
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
Yes, the strong gets more
While the weak ones fade
Empty pockets don't ever make the grade
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
Money, you've got lots of friends
Crowding round the door
When you're gone, spending ends
They don't come no more
Rich relations give
Crust of bread and such
You can help yourself
But don't take too much
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
He just worry 'bout nothin'
Cause he's got his own
God Bless the Child
Billie Holiday
Them that's got shall get
Them that's not shall lose
So the Bible said and it still is news
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
Yes, the strong gets more
While the weak ones fade
Empty pockets don't ever make the grade
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
Money, you've got lots of friends
Crowding round the door
When you're gone, spending ends
They don't come no more
Rich relations give
Crust of bread and such
You can help yourself
But don't take too much
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
Mama may have, Papa may have
But God bless the child that's got his own
That's got his own
He just worry 'bout nothin'
Cause he's got his own
quarta-feira, julho 16, 2003
16 de julho, madrugada de terça para quarta-feira
Bandidos e Mocinhos
Eu estava envolvida em uma investigação policial. Eu era uma espiã, fingia que estava do lado mau, porém, estava do lado dos mocinhos.
Na verdade, muitas pessoas que estavam no grupo mau eram meus conhecidos do grupo bom.
Num determinado momento, o chefe dos bandidos falou: eles estão descobrindo as coisas, deve haver um delator nesse grupo.
E eu pensava: ué, quem será o delator? Ah, somos nós mesmos! Será que existe um outro grupo de espiões aqui e não sabemos?
Aí a minha amiga, (era a atriz Mariana Ximenes, aquela que fez O Invasor), me chama e enquanto nós subimos as escadas ela diz:
- Agora já podemos conversar...
Eu: - Não, vamos sair daqui primeiro, porque as coisas estão começando a esquentar de verdade....
Depois eu estou com o pessoal do meu curso. Eles eram as pessoas do bem (acho que eu registrei todas aquelas dinâmicas feitas em sala de aula e deu nisso). Mas para passar de um lado para o outro (era uma casa enorme) a gente tinha que usar um espaço muito estreito entre dois muros. Cada hora o espaço estava mais apertado, até o momento que eu falei:
Ih, galera, agora eu não passo mais não.
Alguém sugeriu que eu pulasse o muro (pular muros está ficando recorrente em meus sonhos) e eu fui tentar. Foi muito fácil porque o muro era todo de pedra e tinha uns buraquinhos para enfiar os pés. Foi como subir uma escada.
Quando já estava em cima do muro, toda satisfeita, um rapaz me falou:
Pois é, essa é a diferença entre eles (os caras maus) e nós (os mocinhos). Eles sabem que pular o muro é fácil, melhor do que usar uma passagem tão estreita.
Metafórico, não?
Ontem à noite eu e o Kenji fomos assistir “Tiros em Columbine”
Bandidos e Mocinhos
Eu estava envolvida em uma investigação policial. Eu era uma espiã, fingia que estava do lado mau, porém, estava do lado dos mocinhos.
Na verdade, muitas pessoas que estavam no grupo mau eram meus conhecidos do grupo bom.
Num determinado momento, o chefe dos bandidos falou: eles estão descobrindo as coisas, deve haver um delator nesse grupo.
E eu pensava: ué, quem será o delator? Ah, somos nós mesmos! Será que existe um outro grupo de espiões aqui e não sabemos?
Aí a minha amiga, (era a atriz Mariana Ximenes, aquela que fez O Invasor), me chama e enquanto nós subimos as escadas ela diz:
- Agora já podemos conversar...
Eu: - Não, vamos sair daqui primeiro, porque as coisas estão começando a esquentar de verdade....
Depois eu estou com o pessoal do meu curso. Eles eram as pessoas do bem (acho que eu registrei todas aquelas dinâmicas feitas em sala de aula e deu nisso). Mas para passar de um lado para o outro (era uma casa enorme) a gente tinha que usar um espaço muito estreito entre dois muros. Cada hora o espaço estava mais apertado, até o momento que eu falei:
Ih, galera, agora eu não passo mais não.
Alguém sugeriu que eu pulasse o muro (pular muros está ficando recorrente em meus sonhos) e eu fui tentar. Foi muito fácil porque o muro era todo de pedra e tinha uns buraquinhos para enfiar os pés. Foi como subir uma escada.
Quando já estava em cima do muro, toda satisfeita, um rapaz me falou:
Pois é, essa é a diferença entre eles (os caras maus) e nós (os mocinhos). Eles sabem que pular o muro é fácil, melhor do que usar uma passagem tão estreita.
Metafórico, não?
Ontem à noite eu e o Kenji fomos assistir “Tiros em Columbine”
terça-feira, julho 15, 2003
Numa postada só!
O fato é que eu voltei a sonhar!
Então vamos lá, alguns sonhos, bem bizarros, que ainda não foram publicados aqui. Sonhados nas noites das últimas duas semanas.
Os caranguejos humanos
(logo quando eu voltei de Ituiutaba)
Eu e o Kenji estávamos dormindo em uma casa diferente e uma das paredes do quarto era de vidro. Era possível, através dessa parede, ver o quintal da casa, onde havia o tronco de uma árvore seca. O tronco era oco mas estava cheio de terra.
No meio da noite eu comecei a perceber que o tronco estava se mexendo. Ele se retorcia todo e parecia que ia explodir. O Kenji dormia profundamente e eu pensava: “ainda bem que eu estou aqui dentro”.
De repente, a terra que havia no tronco saiu para fora, como uma explosão e saíram uns caranguejos enormes (para caranguejos, mais ou menos do tamanho de um capivara) de dentro do tronco.
Quando o Kenji acordou eu contei para ele, que me falou que aqueles caranguejos eram grandes porque eram um híbrido entre caranguejos e humanos. Disse também que eles eram violentos e, mesmo pequenos, roubavam as pessoas.
Eu falei: Eca! Que nojo! Gente e caranguejo ao mesmo tempo! que horror!
Depois eu li uma entrevista do líder dos caranguejos humanos. Eles se chamavam de “gente pequena” e reivindicavam seus direitos como cidadãos. E também diziam que roubavam porque a sociedade não os aceitava.
Eu pensei com meus botões: Eu é que não quero entrevistar esse moço, porque ele é muito violento. Mesmo trabalhando em uma revista sobre segurança pública, eu é que não vou lá.
Reality Show com Girino e Yuri
Estava assistindo na TV um programa apresentado pela Mara. A Mara no entanto, era uma mistura exata entre a Mara e a Angélica: com o cabelo preto, a pele muito branca e os olhos verdes. Essa Mara misturada estava apresentando um reality show e os dois últimos participantes eram o Girino e o Yuri.
Eles estavam sentados no hall de um hotel (não sei porquê) fazendo nada, como normalmente as pessoas ficam fazendo nada nos reality shows.
De repente entra o Clodovil vê os dois e faz um monte de comentários do tipo: “esse reality show é muito bom mas eu acho que o fulano vai ganhar porque isso porque aquilo e tal”. Quando ele pára de falar, o Girino tenta fazer um coment?rio, mas o Clodovil simplesmente ignora e sai andando.
O Girino, por sua vez, corre atrás do Clodovil, agarra o braço dele (que fica surpreso) e começa a falar sem parar que ele não quis ouvi-lo, porque ele não gosta dele, porque ele era tão mal, que ele só queria fazer um comentário, etc...etc...fazendo hora com a cara do Clodovil, claro.
O Yuri estava morrendo de rir na TV e eu, que estava assistindo tudo aquilo em casa, também.
Mais uma vez, o Max
Eu estava em mais uma das tradicionais noites na casa do Max. O Kenji estava viajando. O Max vira para mim e comenta: fuma um desses meus cigarros, só que esse é divertido.
Eu penso: é, o Kenji vai ralhar comigo quando ele voltar, mas vou fumar.
De repente, o Max aparece fumando um cachimbo enorme, de barro. Eu pergunto, interessada: o que você está fumando aí?
O Max responde: é pó de pombo. Quer?
Eu: Huuummmm? Não, obrigada....
Aí o Max coloca um potinho em cima da mesa, com uns pedacinhos de polvo dentro.
Eu pergunto: O que é isso, Max?
Max: É de outro tipo. Mas esse é para deixar a gente ligadão e aumentar a visão noturna.
Eu: Huuuummmm, sei....
A? eu pensei: nossa que povo animado, vou ficar no meu cigarrinho mesmo....
Piscina
Eu e minha mãe estávamos morando numa casa com uma piscina no fundo do terreno. Eu sabia que podia nadar na parte da manhã e estava torcendo para fazer sol.
A minha mãe tinha feito um doce também, que era meio pudim, meio gelatina. Estava muito gostoso, só que para comer uma colher do doce eu tinha que pular o muro.
Durante o sonho, eu pulei o tal muro diversas vezes para comer doce.
O sol saiu e eu fui nadar. Encontrei um monte de gente da família: tios e primos. Aí eu fiquei pensando que a piscina, na verdade, era da família Pizarro.
O fato é que eu voltei a sonhar!
Então vamos lá, alguns sonhos, bem bizarros, que ainda não foram publicados aqui. Sonhados nas noites das últimas duas semanas.
Os caranguejos humanos
(logo quando eu voltei de Ituiutaba)
Eu e o Kenji estávamos dormindo em uma casa diferente e uma das paredes do quarto era de vidro. Era possível, através dessa parede, ver o quintal da casa, onde havia o tronco de uma árvore seca. O tronco era oco mas estava cheio de terra.
No meio da noite eu comecei a perceber que o tronco estava se mexendo. Ele se retorcia todo e parecia que ia explodir. O Kenji dormia profundamente e eu pensava: “ainda bem que eu estou aqui dentro”.
De repente, a terra que havia no tronco saiu para fora, como uma explosão e saíram uns caranguejos enormes (para caranguejos, mais ou menos do tamanho de um capivara) de dentro do tronco.
Quando o Kenji acordou eu contei para ele, que me falou que aqueles caranguejos eram grandes porque eram um híbrido entre caranguejos e humanos. Disse também que eles eram violentos e, mesmo pequenos, roubavam as pessoas.
Eu falei: Eca! Que nojo! Gente e caranguejo ao mesmo tempo! que horror!
Depois eu li uma entrevista do líder dos caranguejos humanos. Eles se chamavam de “gente pequena” e reivindicavam seus direitos como cidadãos. E também diziam que roubavam porque a sociedade não os aceitava.
Eu pensei com meus botões: Eu é que não quero entrevistar esse moço, porque ele é muito violento. Mesmo trabalhando em uma revista sobre segurança pública, eu é que não vou lá.
Reality Show com Girino e Yuri
Estava assistindo na TV um programa apresentado pela Mara. A Mara no entanto, era uma mistura exata entre a Mara e a Angélica: com o cabelo preto, a pele muito branca e os olhos verdes. Essa Mara misturada estava apresentando um reality show e os dois últimos participantes eram o Girino e o Yuri.
Eles estavam sentados no hall de um hotel (não sei porquê) fazendo nada, como normalmente as pessoas ficam fazendo nada nos reality shows.
De repente entra o Clodovil vê os dois e faz um monte de comentários do tipo: “esse reality show é muito bom mas eu acho que o fulano vai ganhar porque isso porque aquilo e tal”. Quando ele pára de falar, o Girino tenta fazer um coment?rio, mas o Clodovil simplesmente ignora e sai andando.
O Girino, por sua vez, corre atrás do Clodovil, agarra o braço dele (que fica surpreso) e começa a falar sem parar que ele não quis ouvi-lo, porque ele não gosta dele, porque ele era tão mal, que ele só queria fazer um comentário, etc...etc...fazendo hora com a cara do Clodovil, claro.
O Yuri estava morrendo de rir na TV e eu, que estava assistindo tudo aquilo em casa, também.
Mais uma vez, o Max
Eu estava em mais uma das tradicionais noites na casa do Max. O Kenji estava viajando. O Max vira para mim e comenta: fuma um desses meus cigarros, só que esse é divertido.
Eu penso: é, o Kenji vai ralhar comigo quando ele voltar, mas vou fumar.
De repente, o Max aparece fumando um cachimbo enorme, de barro. Eu pergunto, interessada: o que você está fumando aí?
O Max responde: é pó de pombo. Quer?
Eu: Huuummmm? Não, obrigada....
Aí o Max coloca um potinho em cima da mesa, com uns pedacinhos de polvo dentro.
Eu pergunto: O que é isso, Max?
Max: É de outro tipo. Mas esse é para deixar a gente ligadão e aumentar a visão noturna.
Eu: Huuuummmm, sei....
A? eu pensei: nossa que povo animado, vou ficar no meu cigarrinho mesmo....
Piscina
Eu e minha mãe estávamos morando numa casa com uma piscina no fundo do terreno. Eu sabia que podia nadar na parte da manhã e estava torcendo para fazer sol.
A minha mãe tinha feito um doce também, que era meio pudim, meio gelatina. Estava muito gostoso, só que para comer uma colher do doce eu tinha que pular o muro.
Durante o sonho, eu pulei o tal muro diversas vezes para comer doce.
O sol saiu e eu fui nadar. Encontrei um monte de gente da família: tios e primos. Aí eu fiquei pensando que a piscina, na verdade, era da família Pizarro.
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